conecte-se conosco


Política MT

Emanuel libera aliados e não deve disputar reeleição à prefeitura de Cuiabá

Publicado

Prefeito confirmou tendência de não ser candidato em 2020

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) confirmou na manhã desta segunda-feira (22) durante entrega da 2ª etapa do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) que não deverá disputar a reeleição. Ele disse ainda, que já liberou aliados para buscar outro que venha a substitui-lo na disputa.

“Sou candidato a cumprir os meus compromissos com a população cuiabana. Eleição ou calendário eleitoral é em 2020. Eu não discuto eleição agora e a tendência é eu não ser candidato, tanto é que eu já liberei toda a minha base, meus companheiros, que quem quiser construir a candidatura, pode construir”, disse.

Emanuel já havia ventilado essa possibilidade após a primeira-dama Marcia Pinheiro sugerir ser contrária que o marido vá à reeleição, alegando que o segundo mandato é muito mais desgastante para qualquer gestor.  “Vou discutir 2020 em 2020, mas há um apelo dela (Márcia), um pedido dela para que eu não dispute”, lembrou.

Emanuel evitou apontar um eventual nome que posa a vir receber o seu apoio, caso se confirme mesmo sua desistência, porém ressaltou as qualidades do presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM), que tem sido lembrado por várias lideranças como pre-candidato. “O Botelho é um grande nome para qualquer cargo, prefeitura de Várzea Grande, prefeito de Cuiabá, senador. É um político articulado, tem, no exercício de presidente da Assembleia, se fortalecido e ajudado muito Cuiabá, concluiu.

Leia Também:  Estado paga mais R$ 2 mil do salário de abril aos servidores nesta terça-feira

publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Política MT

Malouf admite ter administrado caixa 2 na campanha de Taques junto com ex-secretário

Publicado

De acordo com o empresário, ele recebeu R$ 260 mil de R$ 3 milhões investidos na campanha

O empresário Alan Malouf admitiu em depoimento prestado nesta segunda-feira (19) à delegada Ana Cristina Mendes na Sétima Vara Criminal de Cuiabá, que foi o responsável ao lado do ex-secretário Júlio Modesto por operar caixa 2 na campanha eleitoral de 2014 que elegeu Pedro Taques (PSDB) governador do estado. O depoimento faz parte da ação penal que apura irregularidades na Secretaria Estadual de Educação (Seduc) por meio de pagamento de propina por empresários em troca licitações para construção e reforma de escolas no valor de R$ 56 milhões.

Ele informou que o grupo seria composto por três núcleos: de agentes públicos, de operações e de empresários. Estes último, eram responsáveis por angariar o recurso, de forma ilegal, para a campanha de Taques. Modesto, segundo Malouf, era o responsável por recolher o dinheiro junto aos empresários para pagar as dívidas da campanha.

Malouf afirmou ainda que aceitou participara do esquema apenas pra tentar recuperar o dinheiro que havia investido na campanha do tucano. “Dos “R$ 10 milhões investidos na campanha, recebi somente R$ 260 mil, sendo R$ 3 milhões meus e o restante de mais 3 empresários”.

Leia Também:  Servidor desviou R$ 746 mil da folha de pagamento de prefeitura durante dez anos, diz TCE

Questionado se Taques sabia do esquema, o empresário garantiu que sim. “Pedro Taques sabia, inclusive da Seduc, é natural ele negar”.

Continue lendo

Política MT

MP vê crime de coação de ex-secretário contra delegado e juiz envia inquérito para a Sétima Vara

Publicado


Flávio Stringueta chegou a registrar um boletim de ocorrência contra Rogers por ameaça de morte em 2017

O juiz João Bosco Soares da Silva, da Décima Vara Criminal, encaminhou para a Sétima Vara Criminal de Cuiabá um inquérito que investiga o delegado Rogers Jarbas por crime de coação no curso de processo por supostamente tentar atrapalhar as investigações sobre o esquema de grampo ilegais que ficou conhecido por “Grampolandia Pantaneira” quando ela atuava com secretário estadual de Segurança Pública.

Em março do ano passado, Jarbas foi acusado pelo delegado Flávio Stringueta de ameaça de morte no estacionamento de um supermercado em Cuiabá. Stringueta atuou na investigação do caso dos grampos.

“No tocante aos fatos ocorridos nas dependências do Supermercado Big Lar, constata-se a presença de indícios suficientes a caracterizar a prática do crime de coação ao curso do processo, cujo inquérito primitivo tramita perante o Superior Tribunal de Justiça em razão da avocação do feito que apura a denominada ‘Grampolândia Pantaneira’, onde um dos investigados é a pessoa de Rogers. Chega-se a esta conclusão (de que a tipificação adequada é de coação ao curso do processo) a partir das informações colhidas no curso da investigação, a revelar que a investida do ex-secretário Rogers em tentar conversar com o Flávio Stringueta teve como plano de fundo o fato deste último ter atuado diretamente no caso dos ‘grampos clandestinos’ (na modalidade barriga de aluguel), ocorridos no berço do Poder Executivo deste Estado”, diz trecho do parecer no Ministério Público Estadual (MPE).

Leia Também:  Dos oito deputados federais de Mato Grosso, apenas um vota contra proposta da reforma da Previdência

Roger Jarbas foi preso em setembro de 2017, durante a dedflagração da “Operação Esdras”, por suposta tentativa de atrapalhar as investigações sobre os grampos ilegais em Mato Grosso. Há indícios de que o ex-secretário, além de tentar atrapalhar a investigação, também cometeu abuso de autoridade, usurpação de função pública, denúncia caluniosa e prevaricação.

Além de Roger Jarbas, foram presos o coronel Airton Siqueira (secretário de Justiça e Direitos Humanos), coronel da PM Evandro Alexandre Lesco, Helen Christy Carvalho Dias Lesco (mulher de Lesco), Paulo Taques (ex-secretário chefe da Casa Civil), o sargento PM João Ricardo Soler e o empresário José Marilson.

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana