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Política MT

Emanuel afirma que nome de Márcia tem sido convocado para disputar o Senado

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“O nome da primeira-dama Márcia Pinheiro tem sido convocado. Não é um nome oferecido, é convocado pelo PV, PCdoB, uma boa parte do PT, os partidos da federação e vários segmentos da sociedade estão pedindo a participação dela”, disse o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), à imprensa na manhã desta terça-feira (21), questionado sobre a participação da primeira-dama nas eleições deste ano. Márcia Pinheiro teve o nome colocado pelo PV como opção para disputar o Senado.

Segundo Pinheiro, embora não tenha decidido nada, a primeira-dama está avaliando a possibilidade de participar do pleito. “Então, ela está avaliando, estamos conversando, até porque ela tem mil e uma formas de contribuir com Cuiabá, com Mato Grosso”, adiantou.

Sobre a primeira-dama disputar uma cadeira da Assembleia Legislativa, o prefeito entende que isso pode atrapalhar a candidatura de reeleição do deputado federal Emanuel Pinheiro (MDB). “Assembleia poderia atrapalhar o projeto do Emanuelzinho. Poderia causar problemas com apoiadores. Ela está sendo convocada para o Senado, para governadora, vice-governadora e tanto pode sair como pode não ser candidata a nada e continuar trabalhando por Cuiabá”.

Conforme o prefeito, “a federação tem trabalhado muito, conversado bastante e o nome da primeira-dama tem surgido como um nome em que eles fazem questão que esteja no processo, e isso está ecoando na sociedade, então é motivo de orgulho muito grande. É um retrato e isso tudo é em detrimento do trabalho que ela vem realizando na área social em Cuiabá”.

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1 comentário

1 comentário

  1. Cida di camelô disse:

    Saia candidata ao senado dona marcia. A senhora ganha pelos trabalhos prestados do prefeito vc terá todo apoio d Cuiaba bora pra cima sem medo . Vgrande vai te apoiar por vc ser daqui…pra cima a vitoria e nossa

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CCJR realiza primeira audiência para discutir Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias

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A segunda audiência pública sobre a proposta está marcada para 10 de agosto e será conduzida pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso, por meio da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), promoveu audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2023 (PLDO-573/2022), na tarde desta quarta-feira (6). Participaram representantes da Federação das Indústrias (Fiemt), sindicatos, Defensoria Pública, Ministério Público, Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz/MT).

O secretário-adjunto de Orçamento Estadual da Sefaz/MT, Ricardo Capistrano, apresentou a estrutura da proposta elaborada pelo governo e aspectos legais e constitucionais do texto. O PLDO 2023 possui 14 capítulos, anexos, adendos e traz informações sobre renúncia fiscal, prioridades da administração pública para o próximo ano e também metas e riscos fiscais.

Representantes sindicais do funcionalismo público estadual estiveram presentes e cobraram a realização de concursos públicos, pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) e mais investimentos nos serviços públicos e no combate à desigualdade social. Também houve muitos questionamentos ao valor projetado para renúncia fiscais, de quase R$ 10 bilhões. 

O PLDO é um instrumento que norteia a elaboração do Projeto de Lei Orçamentária Anual – 2023, que deve ser encaminhado à Assembleia Legislativa até 30/9/2022. Já o PLDO-2023 foi lido em Plenário na sessão ordinária do dia 1 de junho de 2022. A primeira votação da matéria está prevista para a próxima semana. 

A segunda audiência pública sobre a proposta está marcada para 10 de agosto e será conduzida pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária. O prazo para apresentação de emendas parlamentares ao texto vai até o dia 9 de setembro.

Fonte: ALMT

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Financiamentos de shows nacionais com dinheiro público entram na mira do MP e Assembleia Legislativa

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Deputado convida PGJ a participar de reunião e audiência pública na AL

Ao ser convidado pelo deputado Gilberto Catanni (PL) para participar nesta quinta-feira (7), na Assembleia Legislativa, de dois eventos organizados pelo parlamentar, um sobre o funcionamento das casas terapêuticas de atendimento a dependentes de drogas no estado, e outro sobre a necessidade de uma regulamentação da destinação de recursos públicos para financiar shows musicais e outros eventos artísticos, o procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira se comprometeu a enviar representantes do MPMT, dada a importância dos temas a serem abordados.

O procurador não poderá estar presente porque viaja nesta quinta-feira para Rondonópolis, onde participará, na sexta-feira, da inauguração da nova sede das Promotorias de Justiça do município.

Pela manhã, na Assembleia Legislativa, será realizada uma reunião para tratar das casas terapêuticas, enquanto à tarde ocorrerá uma audiência pública sobre a destinação de recursos estaduais e municipais a eventos culturais.Reunidos no Gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça, o procurador-geral e o deputado trocaram ideias e opiniões, ambos concordando com a necessidade de se aprofundar o debate sobre os dois assuntos.

O procurador-geral José Antônio Borges Pereira, que recentemente orientou os promotores que atuam na área da probidade administrativa a acompanhar e, se necessário, investigar possíveis irregularidades na destinação de verbas por prefeituras municipais para financiar eventos culturais, disse não ser contra o incentivo do poder público ao setor cultural.

“Não sou contra o poder público apoiar financeiramente eventos culturais, ao contrário, mas desde que sejam priorizados eventos de artistas e produtores culturais do nosso estado, que precisam de apoio, e, por outro lado, que a destinação das verbas seja proporcional à capacidade financeira de cada município. O que não podemos aceitar é o município destinar valores acima da sua capacidade financeira, comprometendo, inclusive, o custeio e os investimentos que precisam ser feitos em áreas essenciais, como saúde e educação”.

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