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Em Várzea Grande, Mauro Mendes bate todos os adversários com folga e vence Emanuel por 40,5% contra 16,5%

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Governador, Mauro Mendes (DEM): líder isolado em disputa pelo Governo, segundo apontou PercentBrasil

Caso o atual governador, Mauro Mendes (DEM), decida concorrer à reeleição em 2022, existe uma forte tendência de que ele liquide a fatura já no primeiro turno, como revela pesquisa PercentBrasil realizada entre os dias 28 e 29 de outubro, em Várzea Grande.

Encomendada pela TV Cuiabá e portal ODOCUMENTO, a sondagem quantitativa simulou diversos cenários com adversários de peso que podem enfrentar o governador nas urnas, entre eles o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB).

Num confronto direto com o chefe do Alencastro, Mauro lidera as intenções de votos com 40,5%, contra 16,5% de Emanuel. Neste quadro, 21% estão indecisos e 22% votariam em branco ou nulo.

Governador Mauro Mendes (DEM) abre frente considerável em possível confronto com o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB)

Quando a disputa é com o ex-deputado federal, Nilson Leitão (PSDB), a vantagem do governador é ainda maior. De acordo com a Percent, Mauro vai a 42% contra 13,3% de Leitão. Indecisos somaram 23,1% e 21,6% optaram por anular ou votar em branco.

Ex-deputado federal, Nilson Leitão (PSDB), não empolga eleitor de Várzea Grande

Em um cenário mais ampliado, Mauro segue na frente, alcançando mais do que o dobro do segundo colocado. Neste quadro, Mendes tem 30%, o senador Wellington Fagundes é o segundo com 13,8%, seguido por Emanuel Pinheiro com 12,5% e a deputada federal, Rosa Neide (PT), que abocanhou 12,3%. Os indecisos somaram 17,3% e não responderam 3,8%. Por fim, brancos e nulos totalizaram 10,3%.

Mesmo com vários adversários, Mauro Mendes lidera com folga disputa pelo Governo do Estado

A PercentBrasil investigou também a rejeição dos principais nomes que podem eventualmente concorrer ao Governo. Pinheiro é o mais rejeitado com 32,5%, seguido pelo governador que registrou 15,3%, número baixo se levar em consideração o desgaste que ele teve no processo de recuperação fiscal de Mato Grosso. Os demais ficaram assim: Nilson Leite 6,5%, Rosa Neide 4,8%, Wellington Fagundes 1,8%, ninguém 6,1% e não responderam 33%.

Por conta de operações na Saúde Pública, prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), foi o mais rejeitado em eventual disputa ao Governo na cidade de Várzea Grande

“O Mauro (governador) está consolidado, oscilando entre 30 e 42% dos votos em Várzea Grande. Entre os seus possíveis concorrentes, faço um alerta: a deputada federal, Rosa Neide, conseguiu absorver a forte popularidade do ex-presidente Lula. Se ele colocar as mãos nela, entendo que deputada do PT será a principal adversária do governador, em 2022”, analisou Ronye Steffan, diretor-geral da PercenteBrasil.

Para sondar como anda a lembrança dos eleitores quanto aos possíveis candidatos ao Governo, a Percent ouviu ainda os entrevistados na modalidade espontânea, quando não é apresentado nomes no momento da abordagem. O quadro ficou assim: Mauro 9%, Emanuel 3,5%, Wellington 3,5%, Rosa Neide 1,5%, Nilson Leitão 1%, nulos e brancos 6,8% e indecisos 74,7%.

Mais de 74% dos entrevistados ainda estão indecisos quanto ao voto para governador de Mato Grosso

 

 

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1 comentário

1 comentário

  1. Walacce disse:

    Olhando bem essa pesquisa aí se percebe que o povo e louco mesmo, esse Mauro Mendes não fez nada mais que aumentar impostos no mandato dele e o povo aínda aprova isso, cadê a redução do ICMS do óleo diesel que prometeu na campanha e não cumpriu, cadê os reajustes dos servidores, ele não cumpriu nada que prometeu

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Jaime Campos faz 40 anos de vida pública e segue como político mato-grossense mais influente

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Jaime faz comício na campanha para governo: Pedra 90, slogan que remete ao ano 1990 e frisa su pulso e determinação para governar o Estado

JORGE MACIEL

Em novembro deste ano, o senador, Jaime Campos (União Basil) completa 40 anos de vida pública, tendo ocupado diversos cargos, de prefeito de Várzea Grande a governador do Estado,  e com dois mandatos (incluindo o atual)  de sanador.  Político reservado e independente, Jaime forjou sua marca como um gestor de realizações e posições firmes como legislador no mais alto cargo da República – em se tratando se legislativo.

Sua trajetória começa em abril de 1982, ainda como empresário do Grupo Futurista. Ele deixava, naquele ano, o comando dos negócios da família Campos, cujo patriarca era “Seo Fiote”, para galgar a carreira na política mato-grossense.

À direita, no final dos anos 80 com o pai Fiote e o irmão Júlio Campos

Jaime foi vitorioso em todas as eleições que disputou. Nunca foi para a “bola dividida” e venceu o primeiro embate derrotando o advogado Celso Mendes, o Quintela, morreu baleado. Campos ganhou , então, em 1982, o primeiro cargo como prefeito de Várzea Grande.

Governou a cidade por seis anos, uma vez que os mandatos dos gestores eleitos naquela época foram prorrogados pela ditadura militar. Nas décadas seguintes, Jayme elegeu os demais prefeitos da “cidade industrial”. Foram eles: Carlos Gomes (1989 a 1992) e Nereu Botelho (1993/96).

Antes, em 1990, Jayme conquistou o cargo de governador, com votação expressiva, com o ‘slogan que grudou em seu nome”, Jaime Pedra 90″. Depois, em 96, quando todos apostavam em uma candidatura à Câmara dos Deputados, ele retorna ao comando do Paço Couto Magalhães, permanecendo até dezembro de 2004.

Em 2006 ganhou o primeiro mandato de senador, e regressou ao Congresso Nacional, em fevereiro de 2019. Passados quatros nos do seu segundo mandato, Jayme tirou licença de 121 dias, e abriu espaço ao jovem ex-deputado federal, Fábio Garcia, o Fabinho. Com a cassação do ex-prefeito de Várzea Grande, Walace Guimarães, Jaime emplacou sua esposa, Lucimar, com prefeita da sua cidade natal, Várzea Grande.

De licença e recluso em Cuiabá, ele mudou de Várzea Grande, no final do ano passado, Jayme emite sinais de descontentamento com o atual governador, Mauro Mendes, mesmo partido, mas são divergências que devem se dissipar nos próximos dias. “ Faço política de baixo para cima, e não ao contrário. Por isso, posso exigir respeito a minha história”, diz ele, mostrando seu estilo, que lhe colocou na posição do político mato-grossense mais influente da atualidade.

Em 2026, ele completa 16 anos de Senado Federal

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Empurrado pela adesão de Bolsonaro ao PL, Wellington lidera disputa ao Senado com 23% em Cuiabá, revela Percent

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A exemplo de Várzea Grande, o senador, Wellington Fagundes (PL), apareceu na liderança também em Cuiabá, aponta pesquisa contratada pelo portal ODOCUMENTO e TV Cuiabá

Prestes a concluir o sétimo mandato no Congresso Nacional, seis como deputado federal e oito anos no Senado, Wellington Fagundes (PL), pegou carona na popularidade do presidente, Jair Bolsonaro, que se filiou ao mesmo partido dele no início deste mês.

A pesquisa da PercentBrasil, contratada com exclusividade pelo portal ODOCUMENTO e TV Cuiabá, aponta Wellington na liderança com 23% das intenções de votos na Capital de Mato Grosso. O deputado federal, José Medeiros (Podemos), é o segundo colocado com 13,8%, seguido por Neri Geller (PP), que obteve 8,2% de preferência popular. Nulos e brancos somaram 25,2%, indecisos 20,5% e não souberam responder 9,3%.

ESTIMULADA

A sondagem quantitativa avaliou o índice de rejeição dos principais nomes na disputa pela única vaga de senador, em 2022. O deputado federal, Neri Geller, é o mais recusado em Cuiabá com 13,2%, seguido pelo senador Wellington com 10,8% e o também deputado federal, José Medeiros, que teve a recusa de 9,7% dos eleitores. Outros 14,2% não responderam, 17,5% estão indecisos e 34,6% disseram não rejeitar nenhum nome citado.

REJEIÇÃO

Diretor-geral da PercentBrasil, Ronye Steffan: “o senador Wellington Fagundes tem o nome massificado no interior de Mato Grosso, mas sempre encontrou dificuldades em Cuiabá e Várzea Grande; com as duas últimas eleições majoritárias, ele se tornou mais conhecido na Baixada Cuiabana”, explicou Ronye

“A tendência é o senador Wellington Fagundes ampliar a liderança nas próximas pesquisas, uma vez que os seguidores do presidente Bolsonaro devem aderir ao seu projeto de reeleição. Pelo apurado, os 23% de preferência em Cuiabá, são votos do próprio Wellington. O efeito da filiação de Bolsonaro ao PL deve aparecer no início do próximo ano”, asseverou, Ronye Steffan, diretor-geral da Percent.

Metodologia

A Percent ouviu 600 pessoas presencialmente nas cinco maiores regiões da Capital nos dias 01 e 3 de dezembro de 2021. A margem de erro é de 4% para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%.

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