conecte-se conosco


Política MT

AL aprova e Governo pode fazer empréstimo de US$ 40 milhões junto ao Banco Mundial

Publicado

A Assembleia Legislativa aprovou nesta quarta-feira (18) em segunda votação, o Projeto de Lei que autoriza o Governo do Estado a contrair empréstimo de US$ 40 milhões junto ao Banco Mundial. A proposta passou em primeira votação na semana passada. Na manhã de hoje, a equipe técnica da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz) esteve na ALMT e se reuniu com os deputados.

O empréstimo será utilizado pelo Executivo para promover a melhoria da administração das receitas e da gestão fiscal, orçamentária e patrimonial da administração por meio de medidas que visem a redução e a racionalização do gasto público para contribuir para a sustentabilidade fiscal do Estado. De acordo com os técnicos da Sefaz, o projeto aumentará a arrecadação estadual.

A proposta recebeu cinco votos contrários: Valdir Barranco e Lúdio Cabral, ambos do PT, Ulysses Moraes (PTB),Delegado Claudinei (PL) e Faissal Calil (Cidadania). Os parlamentares alegaram que o Governo já possui recursos suficientes para modernizar a gestão e não seria necessário contrair um novo empréstimo para subsidiar o programa.

 

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política MT

Médica diz que pedirá votos para Mauro, mas descarta apoio a Wellington ou Neri: “Eles não me representam”

Publicado

Fora da disputa ao Senado, Natasha Slhessarenko ainda revelou voto na chapa Lula-Alckim para a presidência

Após anunciar o recuo da disputa ao Senado, a médica e professora universitária Natasha Slhessarenko (PSB) confirmou que vai pedir votos para o governador Mauro Mendes (UB), candidato majoritário escolhido pelo PSB para compor aliança, e para a chapa presidencial Lula/Alckmin, visto que o vice pertence à sigla. Ao ser questionada, em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (8), como se posicionaria para o Senado, Natasha foi enfática ao dizer que nenhum dos candidatos colocados a representam. Diante disso, não fará campanha para Wellington Fagundes (PL), que integra o grupo liderado por Mauro Mendes.

“Para senador, não voto em nenhum, porque nenhum deles me representa”, disparou. “Eu não sou mais candidata e isso me dói muito. Minha maior tristeza é dia 2 de outubro o eleitor ter que escolher entre os que estão aí. Queria estar lá para disputar, para ser um nome diferente, uma opção para a população”, completou.

Natasha explicou que não declarou apoio à chapa Lula/Alckmin antes porque estava sentindo o comportamento da federação em Mato Grosso. “Eu precisava sentir um pouco daqui. Nunca consegui ter aproximação com a federação, apesar de ter tentado, ter conversado com várias pessoas do PT, do PV, na tentativa de estar próxima da federação, dentro da lógica de estar mais alinhada à nacional, mas isso nunca foi possível. É tão duro você enquanto candidata abraçar sem ser abraçada. Por que eu iria assumir se eu não seria a candidata dele?”, argumentou.

A médica afirmou que esperava ter sido a escolhida para ser a majoritária da federação em Mato Grosso, levando em consideração a lógica, uma vez que nacionalmente o PSB caminha com a federação.  “Só que dentro da política a lógica não é uma premissa”, asseverou.

Apesar de ter musculatura para disputar uma vaga proporcional, seja ela para a Assembleia Legislativa ou Câmara Federal, Natasha ponderou que seria desleal com todos os pré-candidatos e pré-candidatas com quem esteve no decorrer da pré-campanha. Por isso, decidiu não disputar qualquer cargo nas eleições deste ano.

O presidente estadual do PSB, deputado Max Russi, acentuou que a candidatura de Natasha fortaleceria o partido, mas entende o posicionamento da médica. “É da minha essência. Eu tinha combinado com todas as pessoas na pré-campanha. Eu entrei na casa delas, falei com familiares, amigos. Seria desleal e antiético. Para mim não é demérito algum, daqui a dois anos posso sair vereadora, mas a questão é o compromisso. Tenho valores arraigados. Eu fui dentro da casa das pessoas, me apresentei. De repente vou retroceder e concorrer com aquela pessoa que estava ali”, explicou.

Já para disputar a federal, Natasha teria que retirar a sua mãe da chapa, a ex-senadora Serys Slhessarenko, possibilidade fora de cogitação, uma vez que Serys atendeu a uma convocação do partido.

 

Continue lendo

Política MT

Deputado federal Dr. Leonardo critica planos de saúde e defende derrubada do rol taxativo

Publicado

Em entrevista concedida ao jornalista Carlos Alexandre de Souza, editor de política do jornal Correio Braziliense, o deputado federal Dr. Leonardo (Republicanos) falou sobre a luta para a derrubada, na Câmara Federal, do chamado Rol Taxativo.
A matéria passou pela Câmara e agora vai para a análise do Senado. Caso seja novamente aprovada, a medida irá beneficiar muitas famílias brasileiras que lutam para que determinados tratamentos médicos, para doenças raras ou graves, sejam plenamente atendidos pelos planos de saúde.
Médico de profissão e pai de um filho autista, o deputado Dr. Leonardo acompanha de perto o drama das famílias brasileiras, que ficaram consternadas com a recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que liberou os planos de saúde da obrigatoriedade de cobrirem alguns tipos de tratamentos ou medicações.
“Isso é um absurdo! Até porque o rol taxativo mata”, declarou o deputado Dr. Leonardo, que é o coordenador da Bancada Federal de Mato Grosso. Ele destacou a luta das famílias contra os planos que se recusaram a cobrir o tratamento de doenças que não estão na lista oficial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
“Houve uma movimentação muito grande dos pais e mães de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o meu filho é autista também, porque os planos passaram a se recusar principalmente algumas terapias, porque é multifatorial este tipo de tratamento”, explicou o deputado.
“Queremos a derrubada do rol taxativo que foi aprovado pelo STJ, e defendemos o rol exemplificativo que garantirá sempre o melhor tratamento para o paciente”, disse o deputado, ressaltando que a decisão do Congresso poderá possibilitar a continuidade de tratamentos de saúde que poderiam ser excluídos da cobertura dos planos particulares.

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana