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Saúde

Em São Paulo, vacinas serão destinadas a pessoas de 47 a 49 anos

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Após a falta de doses para a vacinação contra a covid-19, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, diz que haverá vacinas suficientes para imunizar pessoas entre 49 e 47 anos até o final desta semana.

“Nós recebemos hoje 181 mil doses da vacina. Receberemos, na quinta-feira, 120 mil doses e também outras 30 mil doses na data de hoje. O que soma 331 mil doses, o que é suficiente e necessário para que façamos a vacinação das pessoas de 49, 48 e 47 anos, com total de 314.073 pessoas”, disse o prefeito, em coletiva de imprensa ao lado do governador João Doria.

No final da tarde de segunda-feira (21), diversos postos de vacinação em São Paulo já não tinham doses para imunizar a população. Com isso, a vacinação na capital foi suspensa ontem (22) para reabastecimentos dos postos. Hoje (23), a vacinação foi retomada na capital paulista para pessoas com 49 anos. Amanhã (24) serão vacinadas pessoas de 48 anos e, na sexta-feira, pessoas de 47 anos. No sábado (26) acontece uma repescagem para as pessoas com idades entre 49 e 47 anos que não conseguiram ir nos dias propostos.

De acordo com a coordenadora estadual de vacinação, Regiane de Paula, a paralisação na vacinação na capital não deve voltar a acontecer. “Foi a primeira vez que isso aconteceu no município de São Paulo. Já havia acontecido em várias outras capitais, inclusive com falta de D2 (segunda dose). Mas isso não vai acontecer novamente”, garantiu.

“Não faltará vacina, nós estamos ajustando o calendário. Esta população, de 50 a 59, foram mais de 1,4 milhão de pessoas, ou seja, é uma pirâmide, conforme vai diminuindo a idade, a pirâmide vai aumentando o número de pessoas, e isso precisa ser ajustado e alinhado, que é algo absolutamente natural. É isso que nós estamos fazendo. A população pode ficar tranquila, há muita sintonia governo do estado e prefeitura para vacinar as pessoas”, disse Nunes.

Para as demais faixas etárias, disse o prefeito, está sendo feito um ajuste. “De 46 [anos] para frente, não estamos falando agora. Nós vamos alinhar de novo, a gente vai fazer uma boa comunicação com a população, qual vai ser a data, se vai manter, se vai antecipar”, afirmou Nunes.

Na capital, até o dia 21 de junho, foram aplicadas 6.306.698 doses de vacina contra a covid-19. Foram 4.614.337 primeiras doses (D1), o equivalente a mais de 50% da população acima de 18 anos de idade da capital. Até a mesma data, 1.692.361 de segundas doses (D2) haviam sido aplicadas.

Cobertura vacinal no estado

A coordenadora geral do Plano Estadual de Imunização (PEI) de São Paulo, Regiane de Paula, disse que o estado superou a meta de vacinação contra a covid-19 em idosos. Segundo ela, o estado ultrapassou a cobertura vacinal de 90% desse público-alvo, que tomou as duas doses de imunizantes.

“Atingimos a meta de 90%, que é a meta do PNI [Programa Nacional de Imunizações] de cobertura vacinal completa [ou seja, com a aplicação das duas doses], em toda a população com mais de 70 anos”, disse Regiane.

A cobertura vacinal para a faixa etária acima de 90 anos foi de 100%, segundo o governo paulista. Essa mesma taxa foi atingida pelo público entre 85-89 anos e na faixa entre 75-79 anos. Já a cobertura vacinal para o público de 70 a 74 anos foi de 97,39%. Na faixa de 80 a 84 anos, a cobertura foi de 94,49%. Mais de 3,1 milhões de pessoas têm mais de 70 anos no estado de São Paulo.

Entre as pessoas com idade de 65 a 69 anos, a cobertura é, até este momento, de 42,46%. Segundo o governo paulista, esse número deve crescer até agosto, com a aplicação da segunda dose. Na faixa etária de 60 a 64 anos, a cobertura vacinal é de 11,44%. A maior parte das pessoas nessa faixa etária, disse Regiane de Paula, tomou a vacina Oxford/AstraZeneca/Fiocruz, que tem intervalo de três meses entre as doses. Esses dois grupos totalizam mais de 4 milhões de pessoas.

Considerando-se todas as faixas etárias liberadas para vacinação até o momento, a cobertura vacinal no estado é de 13,05%, com 6.040.923 pessoas que já tomaram as duas doses dos imunizantes.

Escolha de imunizantes

O Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, juntamente com as autoridades estaduais e municipais, pedem que a população do estado não escolha imunizante na hora de se vacinar.

Segundo eles, todas as vacinas são seguras e eficazes contra o novo coronavírus. A exceção é para grávidas, que não devem tomar o imunizante Oxford/AstraZeneca/Fiocruz. Atualmente, os imunizantes em uso no estado são a AstraZeneca/Fiocruz, a CoronaVac (Sinovac/Butantan) e a Pfizer/BioNTech.

Outra orientação da prefeitura é para que a pessoa procure tomar a segunda dose da vacina no mesmo local onde tomou a primeira, o que facilita a logística, evitando que falte vacina em um lugar e sobre em outro.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Chile: Pessoas que foram vacinadas com a CoronaVac receberão dose reforço

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A população do Chile com a vacinação completa deverá tomar um reforço a partir de 11 de agosto
André Biernath – @andre_biernath – Da BBC News Brasil em São Paulo

A população do Chile com a vacinação completa deverá tomar um reforço a partir de 11 de agosto

A partir do dia 11 de agosto, os cidadãos do Chile que recebram as duas doses da vacina CoronaVac tomarão uma dose reforço dos imunizantes AstraZeneca e da Pfizer. A infromação foi dada nesta quinta-feira (5) pelo presidente do país, Sebastián Piñera. 

Segundo o presidente do Chile, a decisão foi baseada na baixa efetividade da vacina, que mostra uma queda ao longo do tempo.

“Considerando a evolução no tempo da efetividade das vacinas que estão estudando no mundo inteiro e também no Chile, e tomando em conta o risco da variante Delta, que está atacando com muita foça em vários lugares do mundo – e depois de termos consultado e recebido recomendações dos especialistas mais qualificados tanto em nível mundial como do nosso próprio país, tomamos a decisão de reforçar a vacinação de todas as pessoas que receberão as duas doses da vacina SinoVac”, afirmou Piñera.

Os residentes do Chile com mais de 55 anos que foram vacinados com a CoronaVac, receberão uma terceira dose do imunizante entre os dias 11 e 20 de agosto. Além disso, pessoas imunossuprimidas, vacinadas com qualquer uma das marcas usadas no país terão também um reforço na vacinação.

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A dose extra da AstraZeneca será destinada aos  vacinados com CoronaVac com mais de 55 anos. Já os imunossuprimidos com mais de 16 anos receberão a dose de reforço da vacina da Pfizer. 

“É preciso recordar que a vacinação massiva feita no nosso país foi, majoritariamente, com a vacina SinoVac”, relembrou a subsecretária de Saúde Pública, Paula Daza.

A subsecretária também afirmou que os profissionais da saúde vacinados com CoronaVac também terão um reforço na vacinação. Em setembro, outras pessoas devem ser incluídas no planejamento.

O Chile tem mais de 80% da população com a vacinação completa, o que corresponde a 12,4 milhões de pessoas. O índice de pessoas com pelo menos uma dose é de 87% dos adultos, 13,3 milhões de pessoas. 

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Fiocruz alerta para possível aumento nos casos de síndrome respiratória aguda

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Fiocruz divulgou novo boletim alertando sobre SRAG
TECPAR

Fiocruz divulgou novo boletim alertando sobre SRAG

O último Boletim InfoGripe Fiocruz aponta uma possível reversão na queda do número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil. Embora os dados indiquem uma tendência de diminuição a longo prazo, indicadores das últimas três semanas mostram “sinal moderado de crescimento”.

De acordo com o estudo, divulgado nessa quarta-feira (4), a quantidade de mortes por SRAG está caindo, mas os estados do Acre, Mato Grosso do Sul e Pará ainda apresentam sinais de crescimento para as próximas seis semanas.

Segundo pesquisadores, apesar de São Paulo “também apresentar sinal moderado de crescimento na tendência de curto prazo”, o estado tem registrado um decréscimo nas últimas seis semanas.

No Brasil, 11 estados indicam estabilidade na SRAG: Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro e Rondônia.

Em relação apenas às capitais, Porto Alegre (RS) e Rio Branco (AC) chamam atenção por apresentarem fortes sinais de crescimento na tendência de longo prazo e indicadores moderados a curto prazo.

— Com informações do jornal O Estado de S. Paulo

Fonte: IG SAÚDE

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