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Em sabatina, Emanuel destaca gestão, Gisela foca no combate à corrupção, Abílio propõe redução de cargos e França exalta “experiência”

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Candidatos foram sabatinados na Fecomércio na noite de terça-feira [Foto – Reprodução]

Os quatro candidatos a prefeito de Cuiabá mais bem pontuados nas pesquisas de intenção de voto participaram de uma sabatina promovida pela Fecomércio, em Cuiabá, na noite de terça-feira (20). Emanuel Pinheiro (MDB), Gisela Simona (Pros), Abílio Júnior (Podemos) e Roberto França (Patriota) responderam a 13 perguntas elaboradas pelo setor de comércio da Capital. Cada candidato contou com 30 minutos para respostas e considerações.

Emanuel Pinheiro

O candidato à reeleição foi o primeiro a participar da rodada de perguntas. Destacou que na sua gestão, a Prefeitura alcançou o equilíbrio financeiro, com a folha salarial dos servidores em 47,3%, ou seja, dentro do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Também citou as políticas publicas para aquecer a economia durante a pandemia do novo coronavírus, como a criação de financiamento para as micro, pequenas e médias empresas que acabaram fechando as portas no período, além de não ter aumentado o valor do IPTU.

“As contas públicas em Cuiabá, ao contrário do que vendem as fakes news dos nossos opositores, estão em dia e Cuiabá está equilibrada. A cidade é um canteiro de obras. Instituição financeira nenhuma empresta para empresa falida ou CPF falido. Você só empresta para quem tem credibilidade ou capacidade de pagamento. E eu não venço a minha agenda com instituições financeiras que querem emprestar para Cuiabá”.

Gisela Simona

A candidata do Pros concentrou suas propostas no combate à corrupção e criticou a falta de transparência da atual gestão. Destacou ainda que caso eleito, irá reduzir o número de Secretarias para 16. “É preciso fazer auditorias, revisões nos contratos e principalmente na questão que envolve grandes concessões, e que infelizmente não estão prestando o serviço que deveriam prestar e não estão sendo fiscalizadas pelo poder concedente. A primeira ação nossa com relação à reforma administrativa é o combate implacável à corrupção. Infelizmente, é publico e notório que na atual gestão temos desvio de recursos público”.

Abílio Júnior

O vereador e candidato a prefeito foi o terceiro a ser sabatinado. Além das propostas, usou o tempo para criticar o prefeito Emanuel Pinheiro, lembrando a prisões de secretários e também “o caso do paletó”. Disse que a atual gestão não soube enfrentar a pandemia do novo coronavírus e voltou a dizer que caso seja eleito, irá reduzir o número de Secretarias e de cargos comissionados

“Vamos reduzir para 11 secretarias. Outros podem ter medo de falar, mas eu não. Vamos diminuir 3 mil cargos e não tenho medo de falar. Três mil cargos serão destruídos. Servidor que trabalha pode ficar tranquilo. Você que é efetivo, você que trabalha, que é técnico qualificado, pode ficar tranquilo”, disse Abílio. “Aquele servidor que é indicação política, que ficam o dia inteiro no WhatsApp, não faz nada, está utilizando aquele cargo como cabide de emprego, peço que prepare o seu currículo e envie ao Sine, pois no ano que vem vai ter que procurar emprego na vida privada”, completou.

Roberto França

O ex-prefeito por dois mandatos (1997-2000) foi o último a ser sabatinado. Também centrou críticas à gestão de Emanuel Pinheiro. Disse que atual gestão faz “manobra” ao não aumentar o valor do IPTU e que a saúde pública da Capital é muito ruim. “A saúde básica está praticamente acabada em Cuiabá. Chegou ao cúmulo de fechar a Santa Casa e precisou de ação do Governo do Estado para reabri-la.

Sobre o IPTU, a Prefeitura diz que não aumenta o IPTU, mas aumenta o valor venal da casa. A nossa ideia é atualizar a cada dois anos o valor venal de acordo com os parâmetros do mercado imobiliário, e não de acordo com a inflação”.

França também destacou o apoio do governador Mauro Mendes (DEM) e do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). “Mauro Mendes já sinalizou que vai ser um grande parceiro da nossa gestão. Se temos o apoio dos governos estadual e federal, isso facilita muito. Se temos o apoio do governo estadual, se temos o apoio do Governo Federal, isso ajuda muito. Pela experiência que tenho de dois mandatos de prefeito e um de deputado federal, por certo saberemos buscar recursos em Brasília. Recursos têm, basta ter projetos consistentes para trazer esses recursos”, concluiu.

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Colegiado define na quinta o novo presidente do TCE; Maluf e Novelli são cotados e decisão será consensual

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Respeitadíssimo entre os integrantes dos poderes constituídos, o conselheiro, José Carlos Novelli, deve ser reconduzido a presidência do Tribunal de Contas do Estado, em reunião do colegiado que acontece na próxima quinta-feira (23)

A eleição para escolha da nova Mesa Diretora do Tribunal de Contas do Estado (TCE) deve ser definida na próxima quinta-feira (23), quando o presidente da Corte, Guilherme Maluf, colocará o tema em debate durante reunião do colegiado, composto por cinco conselheiros vitalícios.

Segundo fonte da coluna, dois nomes, José Carlos Novelli, e o próprio Maluf podem presidir o TCE no biênio 22/23. Mas independente do escolhido, a eleição não terá disputa e o novo gestor será apresentado ao final do encontro, em comum acordo, seguindo a tradição da Casa.

A princípio, Maluf tem interesse em se reeleger, mas não descarta também a possibilidade de recuar em favor de Novelli. Aliás, o ex-presidente do TCE é muito respeitado não apenas no meio político, mas também pela maioria dos servidores do órgão fiscalizador.

“O Maluf fez um excelente trabalho e está credenciado para seguir na presidência do TCE. No entanto, até por uma questão de justiça, o Novelli, pela sua história de vida, merece este voto de confiança. Uma coisa é certa, a decisão da próxima quinta-feira será unânime e harmônica”, finalizou a fonte.

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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