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Em reunião com Mauro, Kalil diz que Várzea Grande foi a mais prejudicada e pede que obra do BRT comece pelo município

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Favorável ao VLT, prefeito diz apoia troca de modal, desde que atenda as necessidades da população

O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), que esteve com o governador Mauro Mendes (DEM), em reunião no Palácio Paiaguás, na manhã desta quarta-feira (13), para tratar sobre o modal entre Cuiabá e Várzea Grande, e da vacinação contra o coronavírus, disse que sua gestão não vai se opor caso o BRT atenda a necessidade da região metropolitana.

“É de fundamental importância a definição sobre o modal. O VLT está parado ao longo dos anos, e Várzea Grande foi prejudicada. A gente vem aqui ouvir e ver quais são os estudos. Vamos ouvir e tomar uma decisão. O que não pode, eu sou favorável ao VLT, falei durante a campanha, mas se o outro modal atender a necessidade da região metropolitana, não tenho dificuldade nenhuma”, adiantou.

Kalil Baracat adiantou que não pode ver os estudos em dezembro, quando o governador Mauro Mendes anunciou a troca do modal. “Eu não vi os estudos porque estava em isolamento. O governador mandou me chamar. Estou aqui para ouvir, daí formaremos a nossa opinião ouvindo a Câmara e a população”, afirmou.

“O que eu quero e vou pedir ao governador é que comece por Várzea Grande. A Várzea Grande foi a maior prejudicada com esse esqueleto aí, vidas foram ceifadas, comércio foi prejudicado, então, que comece por Várzea Grande. O que precisa é uma definição. A cidade de Várzea Grande perdeu muito e, com essa definição, a cidade volta a ganhar”, disse.

Eu tenho tanta coisa para cuidar. Prefiro deixar isso para outro momento. Confio, não tem briga nenhuma com o Hazama, é meu parceiro, meu companheiro, isso não interfere em nada. Confio na minha esposa, na competência dela, é uma servidora pública ilibada.

Questionado sobre o desentendimento entre a esposa do vice-prefeito de Várzea Grande, Karol Hazama, e a primeira-dama do município, Januária Dorileo, o prefeito foi taxativo: “Eu tenho tanta coisa para cuidar. Prefiro deixar isso para outro momento. Confio, não tem briga nenhuma com o Hazama, é meu parceiro, meu companheiro, isso não interfere em nada. Confio na minha esposa, na competência dela, é uma servidora pública ilibada”, completou.

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Jayme Campos engaveta ações contra senador e filho do presidente no Conselho de Ética

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Jayme ao lado dos senadores Flávio Bolsonaro e Davi Alcolumbre

O GLOBO – A duas semanas do fim de seu mandato como presidente do Conselho de Ética do Senado, não tem pressa para despachar os casos de Chico Rodrigues (aquele do dinheiro na cueca) e de (aquele das rachadinhas). Diz Campos: “Sou legalista. Estou seguindo os passos”.

Campos argumenta que espera pareceres da Advocacia do Senado sobre as representações. Essa etapa, porém, não é obrigatória (e rima com protelatória).

Vai terminar sem decidir se eles serão arquivados ou seguirão ao conselho?. Desconversa Campos: “A culpa foi da pandemia”.

Jayme Campos diz que não tem a intenção de compor o novo Conselho de Ética, mas, se for indicado pelo partido, aceitará. Os colegas estão na torcida por ele.

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Emanuel cobra contribuição do agronegócio para o desenvolvimento dos municípios da Baixada Cuiabana

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Questão foi levantada pelo prefeito de Cuiabá nesta sexta-feira ao ser eleito
presidente do Consórcio do Vale do Rio Cuiabá [Foto – Luiz Alves]

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), em discurso de posse como presidente do Consórcio do Vale do Rio Cuiabá, na sexta-feira (15), subiu o tom em relação ao agronegócio mato-grossense. Conforme Pinheiro, é necessário discutir o agronegócio. Pinheiro quer que o agronegócio, um dos mais importantes setores da economia mato-grossense, retorne mais divisas para os municípios da Baixada Cuiabana.

“O agronegócio está explodindo, um vetor importantíssimo para a balança comercial e desenvolvimento do País, por isso, é necessário entender o que a nossa região está ganhando com o boom do agronegócio. É necessário discutir o agronegócio. Temos que ver o que o agronegócio está retornando para a Baixada Cuiabana”, questionou.

“Preparamos esse desenvolvimento para o Estado, renunciamos investimentos para a nossa região. Precisamos de uma distribuição melhor de renda”, disse o prefeito.

“Não sou contra a concentração de renda, mas é preciso distribuí-la melhor. Os municípios do Vale do Rio Cuiabá precisam ter esse tema em pauta”, destacou.

“Só entendo o processo desenvolvimentista da região da Grande Cuiabá com um plano de desenvolvimento integrado entre os 13 municípios consórcio. Nós temos história, tradição”, afirmou.

Criado em dezembro de 2005, o Consórcio Vale do Rio Cuiabá é formado por Cuiabá, Várzea Grande, Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Jangada, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Poconé, Rosário Oeste e Santo Antônio de Leverger. Com uma área aproximada de 76 mil quilômetros quadrados, esses municípios somam mais de 1 milhão de habitantes.

 

 

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