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Internacional

Em reta final, Trump e Biden levam luta eleitoral à decisiva Flórida

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu rival democrata, Joe Biden, falarão a apoiadores nesta quinta-feira (29) no Estado-chave da Flórida, visitando a mesma cidade com horas de intervalo e explicitando suas abordagens contrastantes para a pandemia ressurgente de coronavírus.

Pesquisas de opinião mostram Biden com uma vantagem considerável nacionalmente, mas esta dianteira é menor nos Estados cruciais. Uma sondagem Reuters/Ipsos divulgada na quarta-feira apontou que Trump está em um empate virtual com Biden na Flórida — 49% dizem que votarão em Biden e 47% no presidente.

Com seus 29 votos eleitorais, o Estado é um grande prêmio na eleição da próxima terça-feira.

Trump realizará um comício ao ar livre em Tampa. Milhares de pessoas se reuniram em comícios recentes do republicano, muitas delas sem máscaras, apesar das recomendações de saúde pública.

Em contraste, o comício que Biden realizará mais tarde em Tampa será no formato de drive-in, no qual os espectadores permanecem em seus carros. Ele tinha um evento semelhante agendado mais cedo no condado de Broward, no sul da Flórida.

A pandemia que causou uma reviravolta na vida de todo o país, matando mais de 227 mil pessoas e tirando milhões de empregos, está voltando com força nas vésperas da eleição.

Nesta semana, Trump refutou diversas vezes a ameaça da pandemia, afirmando que seus rivais e a mídia noticiosa pararão de lhe dar atenção após a eleição, ao mesmo tempo em que líderes da Europa correm para reagir ao ressurgimento da doença naquele continente.

Edição: Maria Claudia

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Internacional

Manifestantes tomam as ruas da França em protesto contra lei de segurança

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Reprodução/TV5 Monde

Manifestantes se reuniram na Praça da República


Na manhã deste sábado (28), milhares de franceses foram às ruas para protestar contra um projeto de lei de segurança, logo após câmeras de segurança registrarem o espancamento de um músico negro por três policiais. O governo vive instabilidade por causa destes casos e de outros envolvendo violência policial e política .


Os protestos vão contra três artigos da lei de Segurança Global aprovada pela Assembleia Nacional na semana passada, que enolvem o uso de drones, o compartilhamento de imagens da polícia e a realização de filmagens de agentes de segurança com o uso de celulares .

Os manifestantes se reuniram nas cidades de Lille (norte), Montpellier (sudeste) e Paris. Na capital, centenas de manifestantes marcharam da Praça da República até a Praça da Bastilha. 

O artigo 24 do projeto está entre os mais criticados por punir com um ano de prisão e multa de até 45 mil euros (US$ 54 mil) a veiculação “mal-intencionada” de imagens de agentes de segurança pública . Recentemente dois casos de violência policial chocaram a França.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Polícia atira gás lacrimogêneo em protesto em Paris

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A polícia lançou gás lacrimogêneo e granadas de atordoamento durante uma passeata de protesto contra a violência policial em Paris, neste sábado (28), depois que manifestantes mascarados dispararam fogos de artifício onde os policiais estavam posicionados, ergueram barricadas e atiraram pedras.

A maioria dos milhares de manifestantes marchou pacificamente, mas vários pequenos grupos entraram em confronto com a polícia. Dois carros, uma motocicleta e materiais de construção foram incendiados, o que gerou nuvens de fumaça negra visíveis a quilômetros de distância.

Milhares de pessoas também protestaram em Lille, Rennes, Estrasburgo e outras cidades.

Os protestos ocorrem após a divulgação, nesta semana, de uma filmagem da CCTV da agressão ao produtor musical negro Michel Zecler por três policiais em Paris em 21 de novembro.

O incidente também gerou irritação sobre um projeto de lei que é visto como destinado a restringir o direito dos jornalistas de reportar sobre a brutalidade policial.

O projeto de lei torna crime a circulação de imagens de policiais em certas circunstâncias, o que, segundo opositores à medida, limitaria a liberdade de imprensa.

Muitos manifestantes carregavam cartazes com slogans como “Quem vai nos proteger da polícia”, “Pare a violência policial” e “Democracia espancada”.

As imagens de Zecler sendo espancado circularam amplamente nas redes sociais e na imprensa francesa e estrangeira. O presidente Emmanuel Macron disse na sexta-feira (27) que as imagens eram vergonhosas para a França.

Quatro policiais estão detidos para interrogatório como parte de uma investigação sobre o espancamento.

“O que está acontecendo em Paris é extremamente preocupante e não podemos deixar isso passar. Passei dois anos com os coletes amarelos e vi toda a violência”, disse a manifestante Caroline Schatz à Reuters na passeata em Paris.

Organizações de jornalistas e grupos de liberdade civil que organizaram os atos receberam o reforço de militantes de extrema-esquerda, ativistas ambientais e manifestantes de colete amarelo. Estes últimos têm protestado contra as políticas do governo há dois anos.

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