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Em parceria com Assembleia Legislativa, governo entrega armamento e fardas para PM

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

O trabalho em parceria com a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) possibilitou ao governo do estado a aquisição de armamento e fardas para a Polícia Militar de Mato Grosso. A solenidade de entrega do material foi realizada na tarde desta terça-feira (02.02), na sede do Comando Geral da Polícia Militar, em Cuiabá.  

Oportunidade em que o presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (DEM), foi homenageado com um kit simbólico da corporação como reconhecimento à dedicação e empenho para ajudar no desenvolvimento do estado. Isto porque a sua gestão tem sido pautada na economicidade e rigor na aplicação do dinheiro público. Com isso, os recursos economizados estão sendo devolvidos ao governo para ajudar a melhorar setores essenciais como o da Segurança Pública, Saúde também é prioridade. Tanto que em anos anteriores, a ALMT ajudou na compra de viaturas, ambulâncias e reforma de presídios. Botelho informou que a Polícia Civil também será beneficiada.

A Polícia Militar é formada por 7,3 mil homens e ontem recebeu 1,3 mil pistolas Glock. A ALMT ajudou na compra de mais mil pistolas que serão entregues nos próximos meses. O material bélico padronizado, segundo a corporação, dará maior agilidade e segurança na execução do trabalho diário.  

“Em nome do deputado Botelho, agradeço a todos os deputados que ajudaram na aquisição desse material”, disse o secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, que também anunciou mais investimentos em breve.  

“Estamos felizes por participar desse momento tão importante para a PM. Todos os deputados participaram dessa aquisição. A comissão de Segurança Pública nos encaminhou a solicitação e, hoje, consolidamos esse investimento. Então, priorizamos corte nos gastos para que sejam devolvidos à população. Vamos continuar com esse trabalho e tenho certeza que todos os deputados estão empenhados nisso. Temos confiança na nossa polícia e nos sentimos honrados por isso”, afirmou Botelho.

O governador Mauro Mendes agradeceu a participação e lamentou a situação difícil quando assumiu o governo. Disse que o momento é para celebrar, pois, antes, nem uniforme o estado tinha condições de oferecer. “Que não seja apenas uma entrega simbólica, mas sim o início do tempo de tratar com respeito à polícia de Mato Grosso”, disse Mendes, ao garantir muito trabalho para que cada policial tenha o seu próprio armamento. “Já estamos fazendo uma verdadeira revolução na Segurança Pública. Obrigado senhores deputados que estão ajudando o governo, à população”, finalizou.

A PM recebeu 1.300 pistolas Glock; 12.274 fardas; 14.254 camisetas; 6.137 coturnos e 6.216 gorros. Também tramita um processo para a aquisição de mais 4 mil pistolas.

Fonte: ALMT

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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