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Política Nacional

Em nota a Doria, partidos dizem que buscam ‘aliança mais ampla’

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Doria e Simone Tebet
reprodução/montagem iG – 18/05/2022

Doria e Simone Tebet

Os presidentes do PSDB, MDB e Cidadania publicaram nesta quinta-feira uma “nota conjunta” para reafirmar que estão unidos na escolha de “um nome” para lançar à Presidência da República a partir da “compreensão” de “algo maior do que uma escolha partidária”. O texto é um claro recado ao ex-governador João Doria, que já emitiu sinais de que não aceitará ser preterido na chapa presidencial pela senadora Simone Tebet (MDB). A parlamentar foi a pré-candidata escolhida pelos dirigentes Bruno Araújo (PSDB), Baleia Rossi (MDB) e Roberto Freire (Cidadania) em reunião ocorrida ontem, a portas fechadas.

O nome de Tebet ainda não foi oficializado, porque ainda precisa passar pelo crivo das Executivas das três siglas, o que deve acontecer na próxima semana. Para abrir o caminho à emedebista, a diretoria dos três partidos deflagrou um movimento para convencer Doria a desistir da disputa presidencial. Ele, no entanto, não cogita ceder sob o argumento de que a vitória nas prévias do PSDB legitima a sua candidatura. A nota divulgada hoje faz parte dessa estratégia.

“A partir desse momento, o resultado das prévias do PSDB estava vinculado a uma aliança mais ampla”, diz o texto, frisando que a decisão da coligação se sobrepõe ao das primárias tucanas. “Estamos também convictos de que isso só pode ser feito a partir de uma aliança partidária, representada, sim, por um nome, mas sobretudo, pelo desejo de lutar por um Brasil melhor para todos os brasileiros”, acrescenta.

A nota, que cita o nome do ex-governador seis vezes – mais do que a escolhida Tebet, mencionada duas vezes – relembra que a construção do nome de consenso da terceira via envolveu “várias reuniões promovidas” na casa de Doria. E que as conversas se iniciaram em um encontro na residência do ex-presidente Michel Temer em que o ex-governador estava presente.

Os dirigentes também recordaram declarações antigas de Doria em que ele dizia “não se priorizar nem excluir nenhuma alternativa”.

A opção por Tebet ocorreu após Araújo, Baleia e Freire analisarem os dados de uma pesquisa quantitativa e qualitativa encomendada pelas três siglas. Segundo esse levantamento, que não foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a senadora apresentava uma rejeição menor do que a de Doria (de 20% ante mais de 50%), apesar de o paulista estar à frente nas intenções de voto (3% a 1%).

Apesar disso, a leitura que imperou entre os dirigentes é que Simone teria mais espaço para crescer assim que se tornasse mais conhecida no país. Pesou também a favor dela a percepção de que uma figura feminina menos afeita a conflitos tenha mais condições de romper a polarização entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) – os dois lideram as pesquisas eleitorais até agora.

“O Brasil terá nova uma candidatura, competitiva, para vencer, que será oficializada em breve. O povo brasileiro – e não disputas ideológicas e partidárias – estará no centro do debate político nas eleições de outubro. Para problemas reais, soluções reais”, afirma o texto.

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Política Nacional

Comissão de Cultura promove novo debate sobre a Lei Paulo Gustavo

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Beto Morais/Governo do Espírito Santo
Jovens cantam com microfones
Lei repassa verbas federais a estados e municípios para promoção de atividades culturais

A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados realiza audiência pública na próxima quinta-feira (25) para debater os impactos da Lei Paulo Gustavo, criada para incentivar a cultura e garantir ações emergenciais, em especial em função das dificuldades geradas pela pandemia de Covid-19, o que impactou significativamente o setor nos últimos dois anos.

A norma autoriza repasse de cerca de R$ 3,86 bilhões em recursos federais a estados e municípios para fomento de atividades e produtos culturais, como forma de atenuar os efeitos econômicos e sociais da pandemia de Covid-19. Do total a ser liberado pelo Poder Executivo, cerca de R$ 2,8 bilhões devem ir para o setor de audiovisual; outro R$ 1 bilhão será repartido entre outras atividades culturais.

O debate foi solicitado pela presidente do colegiado, deputada Professora Rosa Neide (PT-MT). A audiência integra o “Expresso 168”, espaço permanente de diálogo e fiscalização das políticas públicas, na forma de encontros com gestores, produtores e artistas de todas as linguagens para debater a política cultural.

Promovidos desde 2013, os encontros do “Expresso 168” têm como objetivo detectar gargalos e propiciar a interlocução entre a sociedade civil organizada, o Poder Executivo e o Parlamento.

Foram convidados para debater o assunto o gestor cultural Márcio Tavares e a produtora cultural Chris Ramirez.

A audiência será realizada no plenário 10, a partir das 9 horas.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados Federais

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Política Nacional

Comissão debate como aprimorar a Lei Maria da Penha

Publicado

Depositphotos
Segurança - violência doméstica - mulher - mulheres - Lei Maria da Penha
Casos de violência contra a mulher subiram na pandemia

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados realiza audiência pública na próxima quarta-feira (24) com o tema: “Agosto Lilás – Os Desafios da Aplicação da Lei Maria da Penha”.

O debate será realizado às 14 horas, no plenário 14, e poderá ser acompanhado de forma virtual e interativa pelo portal e-Democracia.

A audiência atende requerimento apresentado pelas deputadas Tereza Nelma (PSD-AL) e Vivi Reis (Psol-PA). Elas lembram que a Lei Maria da Penha, que completa 16 anos agora em agosto, é considerada legislação de referência em todo o mundo no combate à violência contra a mulher.

As deputadas destacam ainda que uma das consequências da pandemia de Covid-19 foi o crescimento das taxas de violência doméstica e familiar contra a mulher, e que a audiência pretende debater formas de aprimorar a Lei Maria da Penha e demais legislações e políticas públicas de combate à violência contra a mulher.

Debatedoras
Confirmaram presença na audiência:
– a assessora de Apoio Interinstitucional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Maria Cristiana Ziouva;
– a coordenadora institucional do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), Juliana Martins; e
– a coordenadora de Violência contra Mulheres, Pesquisa e Impacto no Instituto Avon, Beatriz Accioly.

Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados Federais

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