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Mauro Mendes diz que MT é exemplo de que se pode produzir sem afetar o meio ambiente

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Mauro Mendes ressaltou que Mato Grosso tem dado exemplo pela capacidade de produzir e conservar

Em conjunto com o presidente Jair Bolsonaro e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, lançou o projeto “Juntos pelo Araguaia”, na manhã desta quarta-feira (5). Durante o evento, realizado na Praia do Quarto Crescente, em Aragarças (GO), foi assinado um protocolo de intenções entre o Governo Federal e os governos de Mato Grosso e Goiás.

Também foi firmado um acordo de cooperação técnica entre as Secretarias de Meio Ambiente dos Estados de Goiás (Semad) e Mato Grosso (Sema) e os Ministérios do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Regional para a execução do programa.

Em seu discurso, o governador Mauro Mendes ressaltou a importância do programa para conservar a região do Araguaia para as próximas gerações.
“O rio Araguaia une esses dois estados e está no coração do Brasil. Vamos dar o exemplo de que é possível produzir e conservar com consciência social. Nós vamos preservar nossas riquezas naturais e construir uma nação rica, capaz de promover o nosso crescimento, por nós e por nossos filhos. Esse será um trabalho que o presidente irá capitanear por todo o Brasil. O Brasil tem que parar de ser visto como o país do futuro e ser o país do presente”, disse.

Acompanhado da primeira-dama Virginia Mendes, o governador Mauro Mendes enfatizou que Mato Grosso é exemplo para o mundo de desenvolvimento sustentável e esse programa irá reforçar ainda mais a imagem do Estado nesse sentido. 

“Mato Grosso é o maior produtor do Brasil nas commodities. É o maior produtor de soja, milho, maior rebanho. E fazemos isso com apenas 36% do território. Os outros 64% do território estão intactos. Isso é um exemplo que damos ao mundo, de que somos capazes de produzir e conservar”, citou.

Já o governador Ronaldo Caiado mencionou a inovação trazida no projeto, que é a parceria com os produtores rurais para preservar a bacia hidrográfica.

“Esse será o maior projeto de recuperar bacias e rios do mundo. Nós vamos mostrar uma coisa diferente: vamos fazer uma conscientização com a participação direta dos produtores rurais. Não teremos essa política de demonizar os produtores rurais. Eles serão nossos parceiros nesse processo. Vamos retomar o Araguaia e saberemos conciliar o ambiente com a produção e com a tecnologia que implantamos no campo”, frisou.

O presidente do país, Jair Bolsonaro, destacou em sua fala que a assinatura do programa mostra que o Brasil está sim preocupado com a questão ambiental e vai trabalhar para associar preservação e desenvolvimento econômico. “Esse momento da revitalização da bacia Araguaia e de outras é o maior exemplo que podemos dar para o mundo que somos sim preocupados com o meio ambiente. Porém, nossa primeira missão é não atrapalhar quem quer produzir”, disse ele, as ações do atual governo são em prol do interesse popular e que é possível mudar o destino do país.

Também estavam presentes no evento o governador de Tocantins, Mauro Carlesse, os ministros Onix Lorenzoni (Casa Civil), Tereza Cristina (Meio Ambiente), Ricardo Salles (Meio Ambiente), Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional), Floriano Peixoto (Secretaria Geral) e Marcelo Alvaro Antonio (Turismo), além dos secretários mato-grossenses Mauro Carvalho (Casa Civil), Mauren Lazzaretti (Meio Ambiente), Silvano Amaral (Agricultura Familiar) e Basilio Bezerra (Planejamento e Gestão).

Ainda estiveram na cerimônia o senador Wellington Fagundes, os deputados federais José Medeiros, Neri Geller e Nelson Barbudo, os deputados estaduais Eduardo Botelho, Dilmar Dal Bosco, Max Russi, Dr. Eugenio, Ulysses Moraes, Delegado Claudinei, Eliseu Nascimento, Xuxu Dal Molin e Silvio Fávero, dentre outras autoridades.

“Juntos Pelo Araguaia”

Baseado na experiência comprovada do Instituto Espinhaço em Minas Gerais, o projeto é o maior programa público de recuperação e revitalização de bacia hidrográfica no país, em um esforço conjunto entre os Governos Federal, de Mato Grosso e de Goiás.

O programa prevê a recuperação de 10 mil hectares de áreas degradadas em 27 municípios da região do rio Araguaia, sendo 5 mil em cada um dos Estados, Mato Grosso e Goiás. Entre as ações previstas pelo projeto estão a reposição florestal, plantio de mudas nas margens da área e conservação do solo de áreas degradadas em toda a região do rio. O grande objetivo é assegurar a disponibilidade de recursos hídricos para as próximas gerações.

Na primeira etapa, o objetivo é recompor as florestas protetoras de áreas de preservação permanente e manejar pastagens e atividades agropecuárias com tecnologias de agricultura de baixo carbono, bem como implantar sistemas agroflorestais nas zonas de recarga de aquíferos, nas cabeceiras e nos afluentes que formam o Rio Araguaia.

Privilegiando as cabeceiras do rio que corta cinco estados em um percurso de 2600 quilômetros, a área de abrangência da atuação em Mato Grosso engloba os municípios que compõem o Comitê de Bacia Hidrográfica do Alto Araguaia: Alto Taquari, Alto Araguaia, Alto Garças, Araguainha, Ponte Branca, Ribeirãozinho, Torixoréu, Guiratinga, Pontal do Araguaia, Tesouro, General Carneiro, Barra do Garças.

 

 

 

 

 

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Senador aciona o MPF para corrigir aumento das contas de energia em Mato Grosso

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O senador Fábio Garcia (União) se reuniu com o procurador-geral da República, Augusto Aras, e solicitou que o Ministério Público Federal ingresse com uma ação direta de inconstitucionalidade para reverter o tratamento discriminatório dos consumidores mato-grossenses de energia elétrica, que pagam reajustes tarifários maiores do que os aplicados às regiões Norte e Nordeste.

“Este tratamento diferenciado é uma flagrante injustiça e um desrespeito à Constituição Federal, pois impõe um tratamento discriminatório e não igualitário aos mato-grossenses. Hoje o consumidor pobre de Mato Grosso subsidia a conta de energia do consumidor rico do Nordeste. O sr. João, morador de Mato Grosso que ganha R$ 1 mil reais, está ajudando a pagar o consumo do sr. Manuel, do Nordeste, que ganha R$ 50 mil. Esta é uma distorção criada no passado, mas que permanece há anos em franco prejuízo aos consumidores mato-grossenses. Isso é inaceitável e acionamos o Ministério Público, guardião da Constituição, para corrigir este absurdo”, disse Garcia.

A cobrança extra é gerada pela formatação da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) que impacta os reajustes do preço da energia nos estados de forma desigual. Os consumidores do  Centro-Oeste, Sudeste e Sul, pagam hoje o dobro do que paga um consumidor do Norte e Nordeste.  O impacto da CDE em Mato Grosso é de aproximadamente 4,65%, enquanto no Nordeste é de 2,41%. O senador destaca que por conta de uma legislação feita no passado de forma equivocada, os consumidores de Mato Grosso estão sendo prejudicados.

“Nós como representantes do povo de Mato Grosso, não podemos mais aceitar esta distorção que prejudica os consumidores de nosso estado.  Se o governo quiser, pode subsidiar o consumo de energia no Nordeste, mas não jogar a conta nas costas dos mato-grossenses. Infelizmente o estado de Mato Grosso vem sendo tratado de forma não isonômica quando o assunto é a tarifa de energia elétrica. Precisamos corrigir esta enorme distorção que gera um acréscimo de mais de 2% na tarifa do meu estado, quando o correto seria 3% para todo o brasil”, argumentou Fábio Garcia.

Esta situação discriminatória foi denunciada pelo senador mato-grossense durante audiência pública na Comissão de Infra-estrutura do Senado. A comissão também discutiu a proposta de Fábio Garcia de usar integralmente um crédito tributário de R$ 60 bilhões fruto da cobrança indevida de impostos nas contas de energia, reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Após a audiência o senador apresentou projeto de lei n° 1280, que disciplina a devolução de valores de tributos recolhidos a maior pelas distribuidoras de energia elétrica.  O projeto está tramitando nas comissões do Senado.

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Natasha Slhessarenko se reúne com prefeito Miguel Vaz e Marino Franz em Lucas do Rio Verde

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Em agenda no município de Lucas do Rio Verde, a pré-candidata ao Senado, Natasha Slhessarenko (PSB) esteve reunida com o prefeito do município Miguel Vaz (Cidadania), com a primeira-dama e secretária de Assistência Social, Janice Ribeiro e com os ex-gestores Marino Franz (Republicanos) e Osvaldo Martinello. Na pauta foi discutida a pujança da cidade localizada no norte do estado e também as propostas da pré-candidata.

Apesar da pandemia de covid-19, Lucas do Rio Verde foi a terceira cidade que mais empregou pessoas no país. Com o agronegócio forte, outros setores se destacaram, como a construção civil e o comércio. A maior parte da população da cidade é composta por pessoas em idade economicamente ativa. Conforme o prefeito Miguel Vaz, 75% dos habitantes de Lucas estão na faixa etária dos 16 aos 49 anos.

Natasha apresentou aos gestores sua proposta voltada à primeira infância. De acordo com a médica pediatra e patologista clínica, é preciso dar atenção especial às crianças de 0 a 6 anos. Se neste período, se elas contarem com atenção integral, sem passar “fome” de alimento, afeto e estímulo, serão adultos saudáveis tanto física como emocionalmente. Para isso, Natasha destaca que é preciso garantir à gestante todo acesso ao acompanhamento médico durante o pré-natal, os exames devem ser realizados dentro do prazo previsto, além de dar suporte também ao parceiro dessa grávida. Pontuou ainda que ao nascer, a criança deve ter o apoio de um pediatra para que não corra risco de faltar oxigênio no minuto de ouro – aquele logo depois que o bebê deixa a barriga – porque isso prejudica o desenvolvimento do cérebro infantil.

“É preciso focar nos primeiros anos, principalmente até os 2 anos. Os circuitos que não são estimulados são cortados, o que chamamos de poda neuronal. Uma vez cortadas, essas podas não se restabelecem mais. Daí teremos pessoas delinquentes, violentas. O mundo está assim hoje porque falta amor”, disse Natasha, que externou o desejo de fazer um projeto-piloto em Lucas do Rio Verde com essa abordagem para primeira infância. Esse tipo de ação já ocorre, por exemplo, em Recife (PE).

A pré-candidata ainda destacou que quer representar todos os seguimentos do estado, mas que sua bandeira maior é a medicina e a defesa do Sistema Único de Saúde. Ressaltou que é preciso melhorar a gestão e os investimentos no SUS. Recordou que em função da pandemia há uma demanda represada de cerca de 1,6 milhão de procedimentos, entre cirurgias e exames e que a essa fila precisa ganhar transparência.

“Não temos compromisso com ninguém e as nossas portas estão abertas para você. Tem excelentes referências e conhecemos as suas raízes. As mulheres precisam participar mais da política. Essa participação está fraca. Temos que ter mais mulheres”, ponderou o prefeito Miguel Vaz.

Depois de ouvir as propostas, Marino Franz apresentou à Natasha o complexo industrial FC, instalado em Lucas do Rio Verde, que gera 10 mil empregos diretos e produz farelo, óleo e etanol de milho, além de energia. A médica destacou a importância para Mato Grosso de avançar com a agroindustrialização. Esse caminho, segundo Natasha, é uma forma de gerar empregos e assim dar melhores condições de vida para a população mato-grossense, distribuindo as riquezas geradas pelo agronegócio.

No município a pré-candidata ainda esteve reunida com Helmute Lawisch e o empresário e ex-vice-prefeito de Lucas, Osvaldo Martinello, que afirmou estar “surpreso com o perfil novo” trazido por Natasha para o cenário político mato-grossense.

 

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