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Em declaração à TV Creci, Abílio deprecia e desrespeita corretores de imóveis de MT; veja vídeo

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DA REDAÇÃO

Entidades e profissionais e ligados à profissão de corretores de imóveis em Mato Grosso encaminharam à imprensa, na tarde desta terça-feira 22, carta em que repudiam colocações expressas do candidato a prefeito de Cuiabá do partido Podemos, Abílio Júnior, que ofendeu a categoria ao sugerir que a profissão é um “bico”, uma atividade de “quebra-galho” e inferior a outras tantas categorias regulamentadas no País.

Na carta, os corretores de imóveis, que são mais de 13.000 no Estado, destacam que para ser um profissional do setor, é preciso cursar curso universitário, graduação em licenciatura como tantas graduações sobo Ministério da Educação. E que há cursos técnicos que exigem aulas presenciais ou em sistema de EAD por dez meses.

No vídeo, Abílio fala que engenheiros, arquitetos e outros podem fazer bicos como corretores de imóveis, depreciando a formação de tantos profissionais. “Para quem já ofendeu as mulheres, quem ofendeu servidores públicos municipais, agora atacar nossa categoria n torna-se até comum. Mas isso representa despreparo e falta de respeito”, disse um corretor.

Entidades e profissionais e ligados à profissão de corretores de imóveis em Mato Grosso encaminharam à imprensa, na tarde desta terça-feira 22, carta em que repudiam colocações expressas do candidato a prefeito de Cuiabá do partido Podemos, Abílio Júnior, que ofendeu a categoria ao sugerir que a profissão é um “bico”, uma atividade de “quebra-galho” e inferior a outras tantas categorias regulamentadas no País.

Na carta, os corretores de imóveis, que são mais de 4.000 no Estado, destacam que para ser um profissional do setor, é preciso cursar curso universitário, graduação em licenciatura como tantas graduações sobo Ministério da Educação. E que há cursos técnicos que exigem aulas presenciais ou em sistema de EAD por dez meses.

No vídeo, Abílio fala que engenheiros, arquitetos e outros podem fazer bicos como corretores de imóveis, depreciando a formação de tantos profissionais. “Para quem já ofendeu as mulheres, quem ofendeu servidores públicos municipais, agora atacar nossa categoria n torna-se até comum. Mas isso representa despreparo e falta de respeito”, disse um corretor.

Veja a carta e assista ao vídeo.

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Prezado senhor candidato Abílio Júnior:

De forma bem objetiva , deixamos claro nossa indignação com suas propostas em especial a esta do vídeo acima .

Suas palavras demonstram  seu despreparo, pois mesmo sabendo que estaria em um autarquia federal, categoria  esta que detém 13 mil profissionais e três mil empresas inscritas , que ajuda fomentar uma das principais receitas do município ( ITBI E ISS).

O sr não procurou estudar o tema para falar um absurdos como estes. A profissão de corretor de imóveis é criada por uma Lei Federal, in casu, Lei n. 6530/78 . Ou seja temos 42 anos de existência . E a nossa profissão não é para “bicos” de outras profissões,  como sugeriu no vídeo .

Ainda mais, sr Abílio Júnior, não basta uma “provinha” no CRECI para se tornar corretor de imóveis: a profissão exige, para ser apenas técnico, um curso para quem tem duração de dez  10 meses em escolas credenciadas, Na questão de graduação universitária, o profissional para por dois anos na faculdade a fim de ser habilitado a operar no sistema, como qualquer outra profissão.

Ser corretor de imóveis não significa fazer um “bico” sendo arquiteto, engenheiro, médico etc, pois é uma profissão regulamentada, que com expedição de diplomação e colação de grau como qualquer outra.

Sentimo-nos profundamente ofendidos com as suas palavras que em nada contribuem para o engrandecimento e fortalecimento da mesma, mas fere profundamente, só em Mato Grosso, milhares de profissionais e seus familiares.

Então solicitamos que respeite nossa classe e nossa história.

Corretores de Imóveis de Mato Grosso

Cuiabá, 23 de Novembro de 2020

 

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2 Comentários

2 Comments

  1. wendell rodrigues silva disse:

    nao vi nada ofensivo.

  2. Lúcio Cezar Silva disse:

    Vocês da redação poderiam fazer o favor de pelo menos revisar a matéria antes de publicá-la?
    Afinal, revisão faz parte de trabalho do editor… 🤦🏻‍♂️
    Vergonhoso!!

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MP recorre para aumentar pena de réu que ateou fogo em namorado de 17 anos que recusou relação sexual

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Jean Alexandre dos Santos morreu após quase duas semanas internado no HMC de Cuiabá

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 2ª Promotoria de Justiça Criminal da Comarca de Jaciara, ingressou com recurso de apelação para aumentar a pena de 16 anos imposta ao réu José Augusto Ludwinski dos Santos, vulgo “Pepê”. Ele foi condenado por homicídio qualificado por ter jogado gasolina e ateado fogo no corpo do jovem Jean Alexandre dos Santos, 17 anos, com quem mantinha um relacionamento homoafetivo. O crime aconteceu em abril do ano passado, na residência do réu, na cidade de São Pedro da Cipa.

No recurso, a promotora de Justiça Cynthia Quaglio Gregório Antunes questiona o fato de o réu ter sido beneficiado com o reconhecimento da confissão como atenuante. “Não se trata de confissão pura e simples, mas sim qualificada, uma vez que o acusado levantou tese de legítima defesa, sendo a informação de autoria revelada tão somente com o nítido propósito de esquivar-se da responsabilização penal, tendo em vista que é inerente à própria tese”, argumentou.

A promotora de Justiça sustenta que a confissão qualificada, de acordo com a doutrina, ocorre quando o réu confessa o crime, mas alega uma excludente de ilicitude, que no caso concreto foi a legítima defesa. Nessa situação, segundo ela, não pode ser reconhecida como atenuante.

“Os requisitos para a concessão da atenuante são a confissão espontânea e que seja perante a autoridade. No caso em apreço, em momento algum o réu confessou o delito, mas tão somente alegou legítima defesa, não lhe cabendo, portanto, o benefício da atenuante”, acrescentou.

O caso – O julgamento do réu José Augusto Ludwinski dos Santos foi realizado no dia 25 de maio deste ano, quando foi condenado a 16 anos por homicídio qualificado (por motivo fútil e com emprego de fogo). Segundo o MPMT, o réu e a vítima mantinham um relacionamento homoafetivo e, naquela noite, após o adolescente se recusar a manter relação sexual, o réu o atacou com um galão de gasolina e ateou fogo em seu corpo. O adolescente foi socorrido, mas não resistiu às graves queimaduras de 2º e 3º grau em mais de 50% de seu corpo.

Na manhã seguinte o réu foi preso em flagrante, mas conforme consta na denúncia do MPMT, não demonstrou qualquer arrependimento e tinha um comportamento de absoluta indiferença ao sofrimento da vítima.

Os familiares do adolescente que foram ouvidos como testemunha no plenário afirmaram que as pessoas da comunidade tinham conhecimento da orientação sexual da vítima e que todos o respeitavam, sendo que dias antes do homicídio o adolescente tinha contado feliz para sua tia que ele estava namorando o réu. No entanto, o réu estava incomodado com os comentários no bairro de que ele e José Augusto estariam em um relacionamento, o que também teria motivado o crime de ódio.

A prisão preventiva do réu foi mantida e o MPMT recorreu da sentença visando o aumento da pena fixada.

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Operação da Lei Seca prende quatro motoristas por embriaguez ao volante

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A 59ª Edição da Operação Lei Seca prendeu quatro pessoas por embriaguez ao volante e autuou 11 por conduzir veículo sob efeito de álcool. As abordagens ocorreram na noite de domingo (26.06), na Avenida Beira Rio, bairro Grande Terceiro, em Cuiabá.

Conforme relatório final do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), foram abordadas 109 pessoas, que tiveram seus veículos fiscalizados e gerou 47 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo, 10 pessoas dirigindo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e 18 com licenciamento atrasado e tiveram seus veículos removidos.

Do total, 40 pessoas tiveram seus veículos removidos, sendo 37 autuados por apresentarem alguma irregularidade perante o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Também foram recolhidos 16 CNHs, das quais, os condutores apresentaram porcentagem de álcool durante o teste de alcoolemia.

A operação é realizada pelo GGI, vinculado à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), que dessa vez, contou com o apoio do Batalhão de Trânsito da PM, Delegacia de Delitos de Trânsito, Departamento Estadual de Trânsito (Detram) e Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob).

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