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Internacional

Em clima tenso, aeroporto de Hong Kong é reaberto após protestos

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O Aeroporto Internacional de Hong Kong foi reaberto, mas centenas de voos acabaram sendo cancelados nesta terça-feira (13).

Considerado um dos grandes centros de conexão regional, o terminal suspendeu as operações na segunda-feira à tarde por causa de protestos. Mais de 170 voos foram cancelados.

Protestos, Hong Kong. REUTERS/Tyrone Siu

Protestos em Hong Kong atingiram a cidade e paralisaram o aeroporto  (REUTERS/Tyrone Siu/Direitos Reservados)

Muitos manifestantes deixaram o local, mas dezenas permaneceram no saguão de chegada exibindo placas.

Segundo as autoridades, os voos foram retomados antes das 7h, hora local. No entanto, elas dizem que mais de 300 voos acabaram sendo cancelados em razão  da falta de aeronaves e outros problemas.

Cidadãos de Hong Kong protestam contra um projeto de lei que prevê a extradição de suspeitos de crimes para a China continental para serem julgados. Já os protestos sentados ocorreram para denunciar a violência policial contra os manifestantes.

A chefe-executiva de Hong Kong, Carrie Lam, em entrevista, criticou os manifestantes por prejudicarem as operações do aeroporto e pediu o fim de protestos violentos.

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Na terça-feira desta manhã, Lam declarou que a sociedade de Hong Kong corre o risco de enfrentar uma situação de perigo, caso o estado de direito não seja restaurado.

No entanto, manifestantes convocam manifestações adicionais no aeroporto, criticando as tentativas do governo e da polícia de reprimir suas atividades.

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Fonte: EBC
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Internacional

Presidente do Uruguai passará por exames devido a tumor pulmonar

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O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, anunciou que está com um nódulo em seu pulmão direito, identificado durante exame de rotina. Ele disse que há chances “muito firmes” de que o tumor seja maligno.

“Tanto os procedimentos e diagnósticos como os possíveis tratamentos, vou realizar no meu país, porque temos um corpo médico de excelência e tecnologia avançada, instituições de acordo com o que é necessário”, disse o presidente, que também é médico oncologista. “Sinto-me perfeitamente bem e não tive quaisquer sintomas visíveis”, informou Vásquez, em entrevista coletiva no final da tarde de ontem (20), em seu gabinete.

O médico do presidente, o cardiologista Mario Zelarayán, afirmou que nos próximos dias Vásquez será submetido a exames que vão definir o tratamento. Os resultados devem ficar prontos em 15 dias. A suspeita é de que o presidente esteja câncer. “O nódulo tem todas as características tomográficas de ser um câncer maligno, mas temos que estudá-lo”, disse o médico.

Há menos de um mês, Vásquez perdeu a mulher, María Auxiliadora Delgado, que morreu de infarto. Eles estavam casados há mais de 50 anos. Na década de 1960, ele perdeu a mãe, o pai e a irmã, todos vítimas de câncer. Nos anos 1970, Vázquez ingressou no Serviço de Radioterapia da Faculdade de Medicina em seu país e, partir de então, dedicou a sua vida à oncologia.

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Apesar de já ter sido fumante, ele não fumava há mais de 50 anos. E, após ter deixado o hábito, se tornou um crítico atroz do tabaco. No primeiro mandato como presidente, em 2008, aprovou a lei que proíbe o fumo em locais fechados e impõe restrições severas à publicidade de cigarros.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC
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Internacional

Trump cancela visita após Dinamarca rechaçar venda da Groenlândia

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O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, surpreendeu o governo da Dinamarca ao cancelar nesta terça-feira (20/08) uma visita de Estado ao país, após a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, qualificar de “absurda” a intenção expressa pelo americano de comprar a Groenlândia.

A proposta de Trump foi inicialmente recebida com uma mistura de incredulidade e escárnio pelos políticos dinamarqueses, com o ex-primeiro ministro Lars Lokke Rasmussen chegando a afirmar que se isso “deve ser alguma piada de 1º de abril”. Outros ficaram ofendidos com as intenções do americano. Mas o cancelamento da visita, marcada para os dias 2 e 3 de setembro, pegou muitos de surpresa.

“A Dinamarca é um país muito especial, com pessoas incríveis, mas com base nos comentários da primeira-ministra Mette Frederiksen, de que ela não teria interesse em discutir a venda da Groenlândia, eu decidi adiar nosso encontro, marcado para daqui a duas semanas, para outra data”, disse Trump através do Twitter.

“Ao ser tão direta, a primeira-ministra conseguiu economizar enormes gastos e esforços, tanto para os Estados Unidos quanto para a Dinamarca”, disse Trump. “Lhe agradeço por isso e anseio por remarcar [a visita oficial] para alguma data no futuro”, completou.

Líderes políticos do país reagiram com choque e perplexidade. Martin Lindegaard, ex-ministro dinamarquês do Exterior, disse que o comportamento do americano é “grotesco”, e chamou o episódio de uma “farsa diplomática”. A ex-primeira-ministra Helle Thorning-Schmidt disse que, com o cancelamento, Trump “insulta profundamente o povo da Groenlândia e da Dinamarca”.

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Kristian Jensen, também ex-ministro do Exterior, disse se tratar de um “caos total”, e que a situação se transformou “de uma grande oportunidade para reforçar o diálogo entre aliados em uma crise diplomática”. “Todos devem saber que a Groenlândia não está á venda”, ressaltou.

Na última segunda-feira, Frederiksen reagiu de forma categórica às declarações de Trump sobre a compra do território autônomo. “A Groenlândia não está à venda. A Groenlândia não é dinamarquesa, é groenlandesa. Espero, de verdade, que não tenha sido algo dito com seriedade”, disse Frederiksen, durante visita à Groenlândia. “É uma discussão absurda e Kim Kielsen (premiê groenlandês) deixou claro que não está à venda. E aí termina a discussão”, afirmou Frederiksen.

Trump e a primeira-dama americana, Melania, haviam sido formalmente convidados a visitar o país pela rainha Margrethe, em julho. Uma porta-voz disse que a família real recebeu com surpresa o cancelamento, mas, muitos no país veem a atitude do americano como uma ofensa à rainha.

A Groenlândia tem 2,2 milhões de quilômetros quadrados, dos quais 1,7 milhão estão sob uma cobertura de gelo, abaixo da qual estão recursos naturais como carvão e urânio. Mas, apesar de suas riquezas potenciais, a ilha é altamente dependente da Dinamarca, que arca com dois terços de seu orçamento. A população local também sofre com o desemprego e altas taxas de suicídio.

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Os americanos mantêm interesse estratégico na região desde a Segunda Guerra Mundial, quando os montaram várias instalações militares na ilha. Um tratado de defesa, de 1951, entre a Dinamarca e os EUA, permite aos americanos manterem no norte da ilha a Base Aérea de Thule, onde os militares operam um sofisticado sistema de detecção de disparos de mísseis contra o território americano.

Os Estados Unidos já tentaram no passado comprar a Groenlândia, a última vez em 1946, quando Harry Truman era presidente.

A Groenlândia possui desde 1979 um estatuto de autonomia, ampliado 30 anos depois – com o apoio em massa em referendo consultivo dos groenlandeses – até incluir todas as competências, salvo defesa, política externa e monetária, entre outras; além do direito de autodeterminação.

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Fonte: EBC
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