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Esportes

Em casa, Cuiabá vence o Oeste-SP e retoma a liderança isolada da Série B

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O Campeonato Brasileiro da Série B tem um novo líder. É o Cuiabá que venceu o Oeste, por 3 a 0, neste sábado à noite, na Arena Pantanal pela décima rodada. Agora com 21 pontos, supera o Paraná, agora vice-líder com 20, e a Ponte Preta, em terceiro com 18.O dourado nem ligou para a fumaça das queimadas da região que atingiu o estádio.E

DEFINIDO NO COMEÇO
O jogo foi praticamente definido nos primeiros 20 minutos de jogo, quando o time do Mato Grosso se impôs no ataque e marcou dois gols.

O primeiro gol saiu aos 14 minutos, quando Maxwell recebeu a bola pelo lado esquerdo do ataque, entrou em diagonal e bateu forte sem chances de defesa.

Pouco tempo depois saiu o segundo gol. Após o levantamento na área, o zagueiro Everton Sena subiu e desviou com um leve toque de cabeça. Os gols tiraram a tranquilidade do Oeste que não chegou no ataque, enquanto ainda correu riscos de sofrer mais gols.

MELHOROU NA VOLTA
O Oeste melhorou no segundo tempo e criou boas chances. Aos 22 minutos, Marlon chutou cruzado e rasteiro, com a bola tocando no pé na trave. Na sequência, o cruzamento no alto e Tite cabeceou, mas o goleiro João Carlos mandou a bola para escanteio.

O time paulista ainda teve um pênalti a seu favor. Após o chute de Bobô, a bola tocou no braço de Everton Sena. Na cobrança, Mazinho chutou bem no canto esquerdo, mas o goleiro João Carlos fez a defesa ao mandar para escanteio, aos 28 minutos.

GOL NO FINAL
No contra-ataque, o Cuiabá acertou o travessão de Glauco aos 35 minutos num chute de chapa de Jean Patrick e ampliou aos 41 minutos. Felipe Marques roubou a bola na intermediária, avançou em velocidade e, dentro da área, finalizou no alto.

EM CAMPO NA TERÇA-FEIRA
Pela 11.ª rodada, o Cuiabá já vai estar em campo na terça-feira diante do Operário, em Ponta Grossa (PR), a partir das 20 horas. O Oeste vai de novo atuar fora de casa. Desta vez vai até Salvador para enfrentar o Vitória no Barradão, sábado a partir das 16h30.

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Esportes

Estudo americano mostra como pandemia afetou saúde mental de atletas

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A pandemia do novo coronavírus (covid-19) acentuou a sensação de depressão e ansiedade de atletas profissionais de alto rendimento. A constatação é de um estudo realizado pela Universidade de Stanford (Estados Unidos) e pela plataforma esportiva Strava, que foi divulgado na última segunda (19).

O estudo “O impacto da covid-19 em atletas profissionais” analisou 131 esportistas (ciclistas, triatletas e corredores norte-americanos usuários da plataforma), que responderam a um questionário com 30 perguntas entre os dias 12 e 25 de agosto. Nas respostas, um em cada cinco relatou falta de motivação para treinar em meio às restrições impostas na pandemia.

Segundo a pesquisa, antes da covid-19, 3,9% dos atletas diziam se sentirem depressivos em mais da metade dos dias da semana. A partir de março, quando o novo coronavírus foi considerado uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e as medidas de isolamento social tiveram início, essa porcentagem subiu para 22,5%.

Ascensão parecida se observa nas respostas sobre ansiedade. O estudo indica que, antes da pandemia, 4,7% dos esportistas relataram que se sentiam nervosos ou ansiosos durante mais da metade da semana. Após as restrições nas atividades para controle da covid-19, o número saltou para 27,9%.

“O estudo trouxe a clareza de que a covid-19 teve amplas implicações na comunidade atlética, particularmente quando se trata de saúde mental”, analisou o pesquisador clínico Megan Roche, candidato a doutorado em epidemiologia na Universidade de Stanford, em comunicado à imprensa divulgado pela Strava.

No mesmo comunicado, o médico Michael Fredericson, professor de Stanford e especialista em medicina esportiva, disse que as descobertas do estudo ajudarão a guiar as abordagens para maximizar a saúde de atletas de alto rendimento durante o período da pandemia.

“Agora temos claras evidências do dano que isso está causando em sua saúde mental. O estresse descontrolado pode diminuir a resposta imunológica do corpo, bem como prejudicar a capacidade de recuperação completa dos exercícios intensos. Precisamos fornecer recursos adicionais para ajudá-los a enfrentar esses desafios”, declarou Fredericson.

“Lembro que, na primeira semana [após o adiamento da Paralimpíada para 2021], a motivação estava meio que caindo. Na quinta para a sexta semana [de quarentena], já não estava com vontade de seguir a dieta. Porque é difícil. O atleta de alto rendimento está acostumado com uma carga de treino muito alta, então, do nada, você ter essa carga inteira e nada [de competição] para fazer por muito tempo, acaba sendo deprimente”, disse o nadador paralímpico Phelipe Rodrigues em entrevista à Agência Brasil publicada em julho.

Impacto na rotina

Além da saúde mental, a pesquisa observou outros impactos da pandemia na rotina dos esportistas de elite, com o aumento na duração (31%) e na intensidade (17%) das sessões de treino. Ainda conforme o estudo, 12% dos entrevistados reportaram terem sentido sintomas da covid-19 e 8% revelaram que deixaram de se exercitar, pelo menos uma vez, por receio de estarem contaminados.

As atividades também se tornaram mais solitárias. Antes da covid-19, pouco mais de 91% dos atletas relataram que, pelo menos uma vez por semana, treinavam com um parceiro. Com as restrições sanitárias, esse número caiu para 68,9%. O percentual de esportistas que se exercitavam em grupo (uma vez a cada sete dias, no mínimo) também despencou na pandemia, de 39,7% para 11,6%.

“O primeiro semestre deste ano foi extremamente destrutivo para o esporte, com cancelamentos de eventos mundiais, incluindo a Olimpíada, e dezenas de maratonas. Entretanto, há indícios de que a comunidade esportiva está encontrando soluções para competir com segurança, incluindo a organização bem-sucedida do Tour de France e o crescente interesse por maratonas virtuais”, concluiu, em comunicado, o chefe-executivo da Strava, Michael Horvath.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Pelé afirma estar grato por chegar lúcido e saudável aos 80 anos

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Às vésperas de completar 80 anos, Pelé disse a seus fãs que está feliz e saudável, e satisfeito de alcançar a marca com lucidez.

Pelé está passando a maior parte do tempo em casa no Guarujá (SP) para se proteger da pandemia do novo coronavírus (covid-19), mas gravou uma mensagem antes de seu aniversário, na próxima sexta-feira (23), dizendo não olha para trás, mas adiante.

“Pelos 80 anos, em primeiro lugar, tenho que agradecer a Deus pela saúde de chegar até aqui com essa idade e lúcido. Muitas vezes não muito inteligente, mas lúcido”, disse Pelé, rindo, em vídeo enviado à imprensa por ocasião de seu aniversário.

“Em todos os lugares do mundo em que chego sou bem recebido, as portas sempre estão abertas no mundo todo. Espero que, quando chegar ao céu, Deus me receba da mesma maneira que todos me recebem hoje graças ao nosso querido futebol”, declarou.

Durante a maior parte de sua carreira pela seleção brasileira e Santos, além do Cosmos, de Nova York, e também durante muitos anos depois, o homem batizado como Édson Arantes de Nascimento foi considerado por muitos como o maior jogador de futebol de todos os tempos.

Primeiro Diego Maradona e depois o também argentino Lionel Messi apareceram para desafiar esta hegemonia, mas o armário de troféus do ex-atacante brasileiro é tão grande quanto o de seus rivais.

Com o Santos, ele conquistou a Copa Libertadores e a Copa Intercontinental duas vezes, além de 10 campeonatos paulistas e seis títulos brasileiros.

Ele continua sendo o único jogador que venceu a Copa do Mundo três vezes, e também fez fama marcando mais de mil gols como profissional.

Onde quer que vá, Pelé ainda é festejado como o Rei do Futebol, apelido dado pelo dramaturgo Nelson Rodrigues quando tinha apenas 17 anos.

Mas seu aniversário emblemático chega após um período difícil. Pelé foi hospitalizado diversas vezes nos últimos anos e anda com dificuldade devido a um problema no quadril.

Nada disso, porém, o impediu de lançar uma música com a dupla vencedora do Grammy Rodrigo Y Gabriela. O novo single chama-se “Acredita No Véio”.

A canção foi escrita por Pelé com o músico de jazz brasileiro Ruriá Duprat em 2005, mas recebeu um novo toque musical depois que o dueto mexicano Rodrigo Y Gabriela entrou a bordo.

Este ano marcou ainda o aniversário de 50 anos do terceiro triunfo de Pelé na Copa do Mundo, conquistado no México em 1970, atuando naquele que muitos especialistas consideram o maior time de futebol de todos os tempos.

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