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Esportes

Cuiabá desperdiça pênalti aos 42 do segundo tempo e a chance de ficar perto do G4

Publicado

JORGE MACIEL

Não era o dia do Dourado. Neste sábado, em partida válida pela 22ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o Cuiabá perdeu um pênalti, aos 42 da etapa final e empatou com Paraná e Cuiabá em 0 a 0, no Estádio Durival de Britto.

O resultado foi negativo para ambas as equipes, que poderiam encostar na parte de cima da tabela. No caso do Tricolor, a vitória significaria a entrada no G4. O Dourado perdeu uma penalidade com Paulinho e saiu frustrado com o empate fora de casa, pois encostaria de vez na parte de cima. O Cuiabá fica em 9º e o Paraná em 6º.

Mesmo jogando fora de casa, foi o Cuiabá quem teve o domínio do jogo na primeira etapa. Enquanto o Paraná não conseguia colocar a bola no chão, os visitantes chegaram com velocidade ao ataque. O atacante Rodolfo teve as duas principais chances de gol da primeira etapa, parando em defesas importantes de Thiago Rodrigues.
O mesmo Rodolfo voltou a assustar o Paraná logo no primeiro lance da etapa complementar. O atacante recebeu na área, fintou o zagueiro e carimbou o travessão. Aos 43 minutos, o Cuiabá teve a chance de sair com a vitória após o árbitro assinalar pênalti de Bruno Rodrigues em Toty. Paulinho bateu no canto direito e Thiago Rodrigues saltou para defender.
Com o empate, o Paraná permaneceu na sexta colocação, com 33 pontos somados. Na próxima rodada, a equipe visita o Guarani, no sábado que vem, às 11h. Enquanto isso, o Cuiabá caiu para a nona posição, com 32 pontos. O próximo compromisso do time é contra o Oeste, no sábado, às 19h.
FICHA TÉCNICA
PARANÁ X CUIABÁ
Local: Estádio Durival de Britto, em Curitiba (PR)
Data: 14 de setembro de 2019, sábado
Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Luiz César de Oliveira Magalhães (CE)
Assistentes: Nailton Júnior de Sousa Oliveira (CE) e Jailson Albano da Silva (CE)
Cartões amarelos: Rodolfo (Paraná) Anderson Conceição, Alê (Cuiabá)
PARANÁ: Thiago Rodrigues; Éder Sciola , Eduardo Bauermann, Rodolfo e Guilherme Santos; Jhony Douglas, Luiz Otávio (Fernando Neto), Alesson (Pimentinha), João Pedro (Judivan) e Bruno Rodrigues; Jenison.
Técnico: Matheus Costa
CUIABÁ: Victor Souza; Toty, Hélder Maciel, Anderson Conceição e Paulinho; Jean Patrick, Marino, Alê (Escudero) e Mateus Anderson; Felipe Marques e Rodolfo (Lucas Braga).
Técnico: Itamar Schülle

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Esportes

Corinthians se posiciona oficialmente contra o retorno do futebol

Publicado


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O Corinthians se posicionou oficialmente hoje (26) contra o retorno do futebol brasileiro, paralisado em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Em carta aberta assinada pelo presidente Andrés Sanchez, o clube entende que ainda não é o momento de a bola voltar a rolar, e que há a necessidade de alinhamento de ações coletivas.

Sanchez ressalta a legitimidade dos clubes em procurarem saídas junto aos governos federal, estaduais e municipais e federações no intuito de tentar impedirem um aprofundamento da crise, porém, argumenta que o Brasil vive um cenário muito diferente dos países que retomaram suas ligas.

A carta cita o exemplo do Campeonato Alemão, que só voltou a ser disputado após o diálogo entre todos os agentes políticos e esportivos, mantendo responsabilidade com seu produto, astros e público. Andrés Sanchez salientou que, na Bundesliga, havia um princípio claro: “O futebol não pode se antecipar ao controle da pandemia”.

Ouça na Rádio Nacional

 

Ao comparar com a situação no Brasil, o Corinthians lembra que a Série A conta com 20 clubes de nove estados, cada um com um panorama distinto do novo coronavírus. Isto exigiria um trabalho coordenado entre governo, clubes e federações. O presidente do Timão finaliza a carta afirmando que qualquer retorno apenas adiará “uma pausa forçada, em que os clubes vão, de novo, agonizar”.

Confira a carta na íntegra:

Depois de 23 mil mortes causadas pela Covid-19, todo debate é menor. Por isso, em nome do Corinthians, manifesto antes nossa solidariedade a cada brasileiro afetado por doença, luto, ou prejuízo profissional. Tudo isso importa. 
 
E é legítimo que o futebol – como qualquer setor – procure saídas junto ao governo federal e a seus respectivos estados, prefeituras e federações, a fim de impedir um aprofundamento da crise na atividade. É preocupante, porém, que o Brasil viva um cenário muito diferente daqueles países que retomam suas ligas. 
 
A queda de receitas já obrigou muitos clubes a executar cortes e demissões. O Corinthians tem adotado medidas de austeridade, como a redução temporária de salários e jornada, apoiada na MP 936. Fazemos e refazemos as contas diariamente, mas somos realistas: trata-se da pior epidemia no país nos últimos 100 anos, e nenhuma atividade econômica sairá dessa sem transformações inevitáveis. 
 
No Corinthians, não será diferente. O que não muda é o nosso compromisso com um futebol forte como carro-chefe e a parte social como tradição, e é para isso que estamos trabalhando. Como também vemos o clube como um veículo capaz de impactar mais de 30 milhões de torcedores via mídias digitais, levamos informação útil e iniciativas solidárias, com o sonho de terminar a pandemia sem nenhum torcedor a menos.  
 
Somos testemunhas dos elogiáveis esforços da CBF, da Federação Paulista de Futebol e de outros clubes. Mas é preciso repensar, de forma ampla, o papel do futebol e sua influência nesse jogo. 
 
Na Alemanha, houve diálogo intenso entre todos os agentes políticos e esportivos, e um princípio foi claro para a Bundesliga: o futebol não pode se antecipar ao controle da pandemia. Quando a sociedade confiou no sucesso do combate alinhado entre governo e estados alemães, a Bundesliga finalmente retomou seus jogos em sincronia, no último dia 16. Houve responsabilidade com seu produto, seus astros e seu público. 
 
O futebol brasileiro, porém, caminha para outra direção. 
 
Se o combate ao vírus não tem alinhamentos entre os governos, no futebol as reações estão ainda mais fragmentadas. Com decisões facultadas aos Estaduais, criam-se ruídos. O futebol perde muito como produto quando transmite que, para a bola rolar, basta decidir qual clube está mais pronto, ou qual estado está mais disposto a riscos, enquanto se somam mais de mil óbitos por dia.
 
Em 2020, a Série A tem 20 clubes de nove estados, cada um com panoramas distintos da doença. Isso pede um trabalho mais coordenado entre governos, clubes e federações. Num esporte coletivo, não dá para jogar sozinho.
 
Sem isso, qualquer retorno apenas adiará a próxima pausa forçada, em que os clubes vão, de novo, agonizar. Como negócio sustentável, o futebol só poderá voltar depois de uma articulação eficiente, focada tanto no bem-estar das pessoas quanto na segurança da Saúde nos estados envolvidos.

 
 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Federação anuncia fim da temporada de futebol feminino na Inglaterra

Publicado


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A Football Association (Federação de Futebol da Inglaterra) anunciou na última segunda (26) que decidiu encerrar a temporada 2019/2020 da Superliga Feminina e do Campeonato Feminino por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

“Após um feedback esmagador dos clubes, a decisão de encerrar a temporada 2019-20 foi tomada no melhor interesse do jogo feminino. Isso também permitirá que clubes, a Superliga Feminina e o Conselho de Mulheres da Football Association planejem, preparem e se concentrem na próxima temporada, quando o futebol voltar para a temporada 2020/2021″, informou a Football Association em comunicado.

Contudo, mesmo com a decisão de encerrar a temporada, a Football Association afirmou que ainda não decidiu qual será o resultado da temporada 2019/2020. Assim, também ficou em aberto quais serão as equipes inglesas estarão na próxima edição da Liga dos Campeões.

Segundo a entidade, a medida foi tomada como forma de proteger as atletas: “Apoiar o bem-estar dos clubes e jogadoras continuará sendo nossa principal preocupação durante todo esse processo, que também envolveu um exame robusto e completo dos desafios logísticos, operacionais e financeiros que o jogo enfrenta atualmente”.

Ameaça ao desenvolvimento do futebol feminino

Em abril, a Federação Internacional de Jogadores de Futebol (FIFPro) lançou um alerta para o que chamou de ameaça ao crescimento do futebol profissional feminino, como uma indústria forte e viável, em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Segundo o secretário-geral da FIFPro, o holandês Jonas Baer-Hoffmann, “vivemos tempos sem precedentes e, como comunidade global do futebol, temos a responsabilidade de nos unir e apoiar nossa indústria (…) Caso clubes, ligas e competições de seleções nacionais comecem a falir, eles poderão desaparecer para sempre. Nosso objetivo final deve ser não apenas impedir que isso aconteça, mas construir uma base mais sólida para o futuro”.

Edição: Fábio Lisboa

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