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Política Nacional

Em 2021, Agência Senado teve 36 milhões de acessos e ampliou produtos para leitores

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Em 2021, o Portal Senado Notícias registrou 36,6 milhões de visualizações, uma média de mais de 100 mil acessos por dia, dos seus 18,4 milhões de usuários. O movimento respondeu por cerca de 20% de todo o tráfego na página do Senado Federal, que inclui os projetos de lei, e o acompanhamento das sessões e a participação popular.

Responsável pelo Portal, a Agência Senado, que faz 25 anos em 2022, também conseguiu ampliar a sua produção jornalística em 2021 — apesar das restrições sanitárias impostas pela pandemia de covid-19 ao trabalho presencial e às atividades legislativas. Além de ter conseguido aumentar em 45% o número de itens publicados no Portal Senado Notícias, em comparação com 2020, a Agência inovou ao lançar novos formatos para publicação de conteúdo que pudessem atender ao interesse do público com informações instantâneas por meio do microblog e com a veiculação de webstories com temáticas especiais.

Houve também um aumento de mais de 100% na publicação de infomatérias, que são publicações mais aprofundadas sobre grandes temas em discussão no Legislativo. No total, foram 104 publicações, ante 50 veiculadas em 2020.

A equipe da Agência, que é responsável por fazer a cobertura das atividades institucionais e legislativas do Senado, mesmo estando em sua grande maioria em regime de teletrabalho, produziu e publicou 14,2 mil conteúdos informativos, entre matérias, posts e Senado Agora. Um aumento de 45% em relação a 2020, quando foram publicados 8,4 mil itens.

Os dez conteúdos da Agência mais lidos em 2021 — considerando apenas as matérias de texto e infomatérias — tiveram entre 114 mil e 323 mil visualizações. No topo das mais acessadas estão matérias relacionadas ao afastamento da gestante de trabalho presencial, a promulgação do salário mínimo de 2021 e o piso salarial para profissionais da enfermagem, todos disponíveis no Portal Senado Notícias, que publica diariamente matérias da equipe de repórteres, além de conteúdos produzidos pela TV e pela Rádio Senado.

A coordenadora-geral da Secretaria de Comunicação Social (Secom) do Senado, Luciana Rodrigues, explica que o volume de trabalho dos veículos institucionais sinaliza e acompanha a importância que as discussões políticas ganharam no dia a dia das redes durante a pandemia.

— O aumento das publicações nos nossos canais de notícias e em nossos perfis mostra que as iniciativas legislativas não param, mesmo com a diminuição das atividades presenciais no Senado nos dois últimos anos. De alguma maneira, a política tem nos pautado no universo virtual, e isso mostra a nossa relevância, já que damos a notícia sem intermediários. A população reconhece nosso papel e nossa representatividade como fonte de informação isenta.

Fotografia

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Já a produção de fotos triplicou em relação ao ano anterior. Foram 528 mil, frente a 165 mil em 2020. Das 528 mil fotografias produzidas, 129 mil foram catalogadas no acervo e 64 mil foram publicadas no Senado Fotos, no Flickr. A quantidade de fotos publicadas no Flickr foi a maior desde que a plataforma passou a ser utilizada, em 2010. Desde a sua criação, a conta da Agência no Flickr acumula mais de 348 mil fotos disponibilizadas e mais de 88 milhões de visualizações.

Acessos ao portal

Na avaliação da diretora da Agência Senado, Paola Lima, os números registrados em 2021 (36,6 milhões de visualizações) acompanham a trajetória de crescimento, em linha com o que vinha sendo observado nos anos que antecederam à pandemia. Em 2018, o portal registrou 29,4 milhões de visualizações e, em 2019, 39,9 milhões. 

— Na verdade, mantivemos nossa média de acessos de 2019, que vinham crescendo no ritmo esperado. O que ocorreu em 2020 (ano em que foram registradas 52 milhões de visualizações) foi uma situação extraordinária. Tínhamos uma pandemia começando e a atuação do Senado, mesmo com todos trabalhando em regime remoto, foi fundamental. A população precisava de informações sobre o que estava acontecendo no país e sobre as ações do poder público, e a Agência, como veículo oficial, teve um papel muito importante nisso.

Novas formas de distribuição

Em meio ao aumento do interesse da população em acompanhar a cobertura jornalística da CPI da Pandemia, a Agência lançou novas ferramentas de distribuição de conteúdo. 

Uma delas foi o microblog, uma página vinculada ao Portal Senado Notícias, que passou a ser alimentada com notas (posts) em tempo real. A partir de junho de 2021, o microblog foi disponibilizado para acompanhamento mais ágil dos fatos, em formato multimídia: textos, fotos, documentos oficiais, vídeos e áudios, além das transmissões ao vivo no canal da TV Senado no YouTube. Tudo numa mesma página e acessível por celular ou desktop e com a possibilidade de compartilhamento de toda a cobertura ou de notícias específicas pelas redes sociais. A mesma ferramenta também foi utilizada para acompanhar a sabatina de autoridades em comissões permanentes.

Somente sobre a CPI da Pandemia, foram publicados 1,8 mil posts que geraram 354 mil acessos no período de 30 de junho a 27 de outubro.

Luciana Rodrigues observa que a atualização constante é uma exigência tanto da atividade jornalística quanto da responsabilidade institucional da Secom.

— Temos buscado acompanhar os novos formatos de divulgação de notícias. Isso é fundamental. Acompanhar novas mídias, ampliar a forma de nos apresentar a diferentes públicos. Mesmo o público cativo adere a novos formatos de ler a informação, então, é essencial acompanhar as inovações para continuar cumprindo o nosso papel de dar transparência às atividades do parlamento.

Perfil no Instagram

Outro mecanismo de comunicação e interação com a população foi a criação do perfil da Agência Senado no Instagram. Com menos de nove meses de funcionamento, a conta @agenciasenado bateu a marca de 10 mil seguidores. No ano, foram 822 posts, 37 vídeos, 46 reels (vídeos curtos) e centenas de stories publicados.

Webstories

Inspirados no formato de entrega de conteúdos com mais uso de imagens em carrossel e menos texto, a Agência Senado lançou em julho do ano passado as webstories. Publicadas no Portal Senado Notícias e no perfil da @agenciasenado no Instagram, as temáticas seguem uma linha do tempo com explicações curtas, acompanhadas de fotos que ajudam na compreensão do assunto.

Temas como a PEC dos Precatórios, Auxílio-Inclusão e Real Digital foram trabalhados nessa nova ferramenta e estão entre os assuntos que tiveram maior número de acesso.

Portal do Senado

Já o Portal do Senado Federal, que engloba todos os setores da Casa, desde a Comunicação à Secretaria Geral da Mesa, registrou 206,5 milhões de visualizações em 2021, um aumento de 23,3% em relação a 2020. Enquanto o número de usuários subiu 2,6%, chegando a 44,8 milhões.

A sessão que esteve entre as mais acessadas no último ano foi o Portal e-Cidadania. O Portal, que estimula a participação da população nas atividades legislativas e orçamentárias, é a responsável por 62,9% dos acessos às páginas do Senado Federal, com 130,9 milhões de visualizações. Em segundo lugar está a seção de notícias, com 19,6%.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

Apenas seis ministros de Bolsonaro não contraíram Covid-19; veja quem

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Seis ministros de Bolsonaro ainda não testaram positivo para Covid-19
Agência Brasil

Seis ministros de Bolsonaro ainda não testaram positivo para Covid-19

A maioria dos ministros do governo de Jair Bolsonaro já teve diagnóstico positivo para a Covid-19 desde o início da pandemia. Dos 23 ministros, 17 já informaram ter contraído a doença em algum momento. O último a ter contraído o vírus foi o ministro do Turismo Gilson Machado, que anunciou em uma rede social neste sábado ter testado positivo para o novo coronavírus.

Machado afirmou que está assintomático e seguirá o protocolo do Ministério da Saúde, que inclui a recomendação de isolamento para impedir a contaminação de outras pessoas. O ministro já havia recebido duas doses da vacina.

“Testei positivo para Covid. Estou assintomático. Seguirei o protocolo de recuperação do Ministério da Saúde e do meu médico”, escreveu em uma rede social.

Ele teve uma agenda com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto na última quarta-feira e, em seguida, participou de uma cerimônia no local, sem usar máscara de proteção facial. Bolsonaro tem afirmado publicamente que não tomou nem pretende tomar a vacina contra a Covid-19.

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Na última semana, a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) também anunciou ter contraído Covid-19 e disse estar com sintomas leves.

Além de Machado e Damares, já contraíram a doença Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Marcelo Queiroga (Saúde), Tereza Cristina (Agricultura), Bruno Bianco (Advocacia-Geral da União), Fábio Faria (Comunicações), Braga Netto (Defesa), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União), Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovações), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Milton Ribeiro (Educação), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Bento Albuquerque (Minas e Energia).

Os ministros Ciro Nogueira (Casa Civil) e Anderson Torres (Justiça) tiveram Covid-19 em agosto de 2020, quando ocupavam, respectivamente, os cargos de senador e secretário de Segurança Pública do Distrito Federal.

Dentre os ministros que não foram diagnosticados ou não anunciaram publicamente estão Carlos Alberto França (Relações Exteriores), Flávia Arruda (Secretaria de Governo), João Roma (Cidadania), Joaquim Álvaro Pereira Leite (Meio Ambiente), Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e Paulo Guedes (Economia).

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“Todos terão que aceitar o resultado”, diz Lula sobre eleições

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Lula criticou falas de Bolsonaro sobre as Eleições de 2022
O Antagonista

Lula criticou falas de Bolsonaro sobre as Eleições de 2022

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste sábado (15) que “todos deverão aceitar resultado das eleições” e lembrou da rejeição do autoritarismo no país. Possível candidato no pleito de 2022, Lula ressaltou a necessidade de diálogo entre os poderes para a recuperação do país.

Em publicação nas redes sociais, o petista relembrou uma entrevista dada ao jornal The Telegraph, do Reino Unido, em que criticou as falas do presidente Jair Bolsonaro (PL). Em diversas oportunidades, Bolsonaro questionou a confiabilidade da urna eletrônica, tentou implantar o voto impresso e insinuou que não aceitaria o resultado do pleito.

“A democracia brasileira sairá mais forte de 2022, e todos terão que aceitar o resultado das eleições. A maioria dos brasileiros rejeita o autoritarismo e o desastroso desgoverno atual”, disse Lula.

O petista ainda afirmou ser necessário conversas para melhorar o desenvolvimento econômico do país. Na declaração, Lula ensaiou críticas as falas de Bolsonaro contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Na última quarta-feira (12), o presidente atacou os ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes ao acusa-los ameaçar e cassar “liberdades democráticas” para beneficiar Lula.

“O próximo presidente do Brasil terá que enfrentar o desafio de reconstruir o país, recuperar o crescimento econômico e a inclusão social, dialogando e trabalhando com a sociedade”.

“E que nosso mundo precisa de mais cooperação e menos conflito entre os países para enfrentar os desafios globais — pandemia, proteção do meio ambiente, combate à pobreza”, concluiu.

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