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ELIZEU NASCIMENTO – CPI da Energisa

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Fui eleito para legislar em prol da população, principalmente, para os menos favorecidos pela sorte, os expropriados do capital, pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade social.

A população precisa estar atenta, e entender a importância da criação de uma, Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que é um organismo de investigação e apuração de denúncias que visa proteger os interesses da coletividade (da população brasileira).

Eu, na condição de deputado estadual recebo reclamações diuturnamente, principalmente pela minha atuação, nas periferias da capital, assim como, em grande parte dos municípios estaduais.

As demandas mais prementes têm como vertente a atuação pouco ortodoxa por parte da Energisa, concessionária responsável pela distribuição de energia em Mato Grosso, trata-se de sociedade Holding.

Em função disso, resolvi instalar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), na sessão ordinária da terça-feira (8), para investigar com profundidade, possíveis irregularidades da empresa Concessionária de Energia Elétrica Energisa S/A, principalmente, no aumento abusivo nas contas de energia elétrica nos municípios do Estado, bem como, o enxugamento nos quadros de funcionários e a má prestação dos serviços concessionados.

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Esta Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) é resultado, de um grande número de pessoas que estão reclamando dos serviços prestados pela empresa Energisa, tendo como elemento norteador do mesmo, levantamentos realizados pelo  Procon  Estadual, aonde a concessionária sempre vem liderando o ranking de reclamações.

Só para que vocês possam sentir a amplitude dessa situação de ranking negativo da referida empresa; basta olharmos, a atuação da mesma de forma negativa.

Dados provenientes do Procon, referente ao período de janeiro a 30 de junho de 2019, dão conta que a Energisa foi alvo de 503 reclamações o que corresponde a 14,98% do total isto representa, mais que o dobro de reclamações em relação à segunda colocada no ranking, a Vivo/Telefônica, com 250 reclamações, que correspondem a 7,42% do total.

Além, da existência de uma petição pública de abaixo-assinado nas redes sociais encabeçada pelo jovem Lucas Barros com mais de 9 mil assinaturas,  solicitando a CPI da Energisa.

Diante do que foi dito, meus pares, entendendo a magnitude e proposição da criação da referida Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Energisa.

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Dezoito deles, já colocaram seus nomes no requerimento que foi protocolado, junto a Mesa Diretora.

Para execução da mesma, seriam necessárias apenas oito assinaturas, porém essa adesão expressiva dá mostras da importância da mesma e a vontade popular em diminuir essa aberração, nas cobranças das contas de energia.

O cair é do homem, o levantar é de Deus!

Elizeu Nascimento é deputado estadual

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Maria Izabel Alcântara de Miranda

Obrigado

Maria Izabel Alcântara de Miranda
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Maria Izabel Alcântara de Miranda

Obrigado Deputado Elizeu Nascimento por pegar está causa que atinge toda população Cuiabana que sofre com este abuso da Energisa

Valéria Chavier
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Valéria Chavier

Precisamos de mais pessoas lutando pela classe maioritária. Parabéns!!!

Opinião

DIRCEU CARDOSO – STF, Tóffoli e a prisão em segunda instância

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Se nada mudar, o Supremo Tribunal Federal deverá decidir nesta quinta-feira (17) sobre a prisão (ou não) dos condenados em segunda instância. A definição poderá alterar a jurisprudência e levar à libertação de 170 mil condenados nesta situação em todo o país. Porém, o grande indutor dessa mobilização é o ex-presidente Lula, preso desde 7 de abril do ano passado em função da condenação no caso do apartamento triplex do Guarujá, em que foi apenado pela 13ª Vara Federal de Curitiba, cuja sentença teve confirmação no TFR-4 (4º Tribunal Federal de Recursos). É decisão intrincada, já que os cinco ministros tidos como “garantistas” da presunção de inocência (Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Rosa Weber) devem votar pela não execução da sentença nesse nível do processo, enquanto outros cinco (Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luiz Fux, Luís Barroso e Cármen Lúcia) continuarão defendendo a prisão dos réus assim que se decide o recurso de segunda instância. Assim, ficará nas mãos do presidente da corte, Dias Toffoli, o solitário e importante voto de desempate.

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O veredito de Toffoli ganha importância e visibilidade. Existem abalizadas opiniões tanto para um quanto ao outro lado da questão. A suprema corte e seus ministros sofrem severo ataque e pressões de todos os lados. As redes sociais, nova e influente tribuna da sociedade, trazem pronunciamentos que vão desde a defesa contra ou a favor até a temerária intervenção militar com o fechamento do STF e, também, do Congresso Nacional. O momento exige muita reflexão e grandeza. O melhor é fortalecer e manter respeitáveis as instituições em vez de bani-las. Assim preceitua a democracia.

Apesar de sua reconhecida notoriedade no cenário nacional, Lula não deveria ser o motivador de um quadro crítico como esse. Qualquer decisão – que o beneficie ou penalize – merecerá as críticas dos divergentes; a crítica é garantida, vindo de um lado ou do outro. Logo, o que se espera das autoridades e dos poderes é serenidade e até uma certa dose de patriotismo. Que os ministros do STF, ao decidirem a questão mirem exclusivamente o viés da justiça efetiva e, sem se preocupar que sejam os diretos beneficiados ou prejudicados, decidam pelo que for melhor ao país e sirva à efetiva prática da Justiça.

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Uns pregam o direito de o réu defender-se em liberdade até a condenação transitada em julgado. Outros advertem que isso leva à impunidade dos que têm dinheiro para pagar bons advogados e abusar de recursos protelatórios. Aí reside o problema. Que Deus ilumine os responsáveis pela decisão e todos pensem exclusivamente no País, jamais em réus, interesses ou ideologias…

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves – dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo) 

[email protected]                                                                                                     

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Opinião

JOSÉ DE PAIVA NETTO – Jesus, Nicodemos e a indesmentível eternidade da Vida

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Do terceiro volume das Sagradas Diretrizes Espirituais da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo (1991), apresento resumo do marcante colóquio entre Jesus e Nicodemos:

João Evangelista relata, no capítulo terceiro de seus registros evangélicos, o fato de que, certa feita, na calada da noite, Nicodemos foi visitar o Sublime Professor à procura de conhecimento espiritual. E se estabeleceu um dos mais famosos diálogos da História, pois o fariseu, um dos maiores de Israel, reconheceu em Jesus autoridade, ao dizer-Lhe: “Rabi, sabemos que és Mestre vindo da parte de Deus; porque ninguém pode realizar estes sinais que Tu fazes, se Deus não estiver com ele”. (João, 3:2)

E as lições do Cristo subiram a tal patamar, que Nicodemos, deslumbrado, Lhe perguntou: “Como podem suceder estas coisas?” (João, 3:9)

Ao que Jesus acudiu: “Tu és mestre em Israel e não compreendeis estas coisas? Em verdade, em verdade te digo que nós afirmamos o que sabemos e testificamos o que temos visto; contudo, não aceitais o nosso testemunho. Se, tratando de coisas terrenas, não me acreditais, como crereis, se vos falar das celestiais?” (João, 3:10 a 12)

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Infelizmente, algumas religiões têm falhado na preparação dos seus fiéis para as surpresas que os aguardam ao retornarem para o Plano Espiritual. Sim, como dizia Zarur, e é importante repetir: “Não há morte em nenhum ponto do Universo”.

É necessário bradar às consciências que a Vida continua, que o Mundo Espiritual não é uma abstração nem um dormitório. À beira do terceiro milênio (o livro citado foi lançado em 1991), o ser humano precisa realmente aprender que “Deus não nos criou para nos matar”, conforme ensinava o ilustre proclamador da Religião Divina, Alziro Zarur (1914-1979).

E a ignorância das coisas que interessam ao Espírito, a parte eterna de todo ser vivente, incrédulo ou não, atrapalha enormemente o seu progresso espiritual.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. [email protected] — www.boavontade.com

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