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Política Nacional

Eleitor já pode informar à Justiça Eleitoral onde irá votar

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Inicia hoje (18) o prazo para quem estará em trânsito, no dia da votação, informar à Justiça Eleitoral local, fora do seu domicílio eleitoral, onde votará.

O voto em trânsito é permitido somente para eleitores que estão com o título regularizado e estejam, no dia do pleito, em municípios com eleitorado acima de 100 mil pessoas. O prazo final é até 18 de agosto.

Quem estiver fora de seu estado poderá votar somente para presidente da República. Já o eleitor fora de sua cidade, mas em outro município no mesmo estado, poderá votar para todos os cargos em disputa.

Essa modalidade de voto não vale para urnas eletrônicas instaladas no exterior, porém, o eleitor brasileiro que mora fora do país, mas estará no Brasil no período de eleições poderá solicitar o voto em trânsito.

O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro, quando os eleitores vão às urnas para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Um eventual segundo turno para a disputa presidencial e aos governos estaduais será em 30 de outubro.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Política Nacional

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Política Nacional

Molon: ‘Nosso país foi destruído nos últimos 4 anos’

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Candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro, Alessandro Molon (PSB-RJ), em ato pela democracia na PUC-Rio
Luis Felipe Azevedo/IG

Candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro, Alessandro Molon (PSB-RJ), em ato pela democracia na PUC-Rio

O deputado federal e candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro, Alessandro Molon (PSB-RJ), participou do ato Pilotis pela Democracia na PUC-Rio na manhã desta quinta-feira (11). O evento foi marcado pela leitura da  carta em defesa do estado democrático  organizada por juristas da Faculdade de Direito da USP.

Em entrevista, Molon afirmou que o Brasil vive um momento delicado, em que a democracia está em risco. Ele enfatiza a necessidade de manifestações a favor do Estado Democrático de Direito como forma de combate ao constante ataque do presidente, Jair Bolsonaro, às urnas.

“O Brasil tá dizendo a Bolsonaro que pare, que ele já passou de todos os limites e que a democracia brasileira vai resistir. As eleições vão acontecer e o seu resultado terá que ser respeitado”, disse Molon. Ele acrescenta que a partir da manutenção do sistema democrático “iremos começar a reconstruir o nosso país que foi destruído nos últimos 4 anos.”

O pessebista também reafirmou a importância da participação dos jovens na política e disse ser necessário derrubar a “farsa” que questiona a legitimilidade do sistema eleitoral brasileiro. 

Candidatura ao Senado:

Molon confirmou que pretende manter a sua candidatura ao Senado no Rio. Ele afirmou que a campanha ainda irá realizar muitos atos em defesa da democracia. O pessebista acredita que essa mobilização de pessoas será uma ação fundamental para conseguir vencer as eleições.

“O Rio tem três senadores, todos do PL. Nesse ano, haverá apenas a renovação de um deles. É fundamental que o estado consiga substituir um bolsonarista por um democrata”, afirmou Molon.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Ex-ministro do STF diz que votará em Bolsonaro num eventual 2° turno

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Ex-ministro do STF diz que votará em Bolsonaro num eventual 2° turno
Fellipe Sampaio/SCO/STF

Ex-ministro do STF diz que votará em Bolsonaro num eventual 2° turno

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello afirmou que votará no presidente Jair Bolsonaro (PL) em caso de segundo turno contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No primeiro turno, o jurista declarou voto em Ciro Gomes (PDT), se ele tiver alguma viabilidade na disputa. Em entrevista ao UOL, ele argumentou que o governo federal buscou “dias melhores”, mas negou que seja bolsonarista.

“Não imagino uma alternância para ter como presidente da República aquele que já foi durante oito anos presidente e praticamente deu as cartas durante seis anos no governo Dilma Rousseff (PT). Penso que potencializaria o que se mostrou no governo atual e votaria no presidente Bolsonaro, muito embora não seja bolsonarista”, afirmou o ex-ministro, que elogiou o candidato do PDT.

“Reconheço que ninguém conhece mais o Brasil do que Ciro Gomes. Eles, às vezes, é um pouco açodado na fala… Mas, paciência, creio que é um bom perfil”.

Para Marco Aurélio, um dos pontos positivos do governo Bolsonaro foi a escolha dos ministros, com destaque para Paulo Guedes, que comanda a economia do país.

“Cito, por exemplo, a atuação, que é digna de elogio, do ministro da Fazenda, Paulo Guedes. Se formos realmente fazer um levantamento, vamos ver que houve práticas de atos positivos buscando dias melhores”, disse.

O ex-ministro do STF foi indicado para ocupar a vaga no Supremo em 1990 pelo primo e então presidente Fernando Collor de Mello, hoje senador pelo PTB-AL e atualmente aliado de Jair Bolsonaro.

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Fonte: IG Política

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