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Direitos Humanos

Eleições para conselheiro tutelar tem aumento de participação no DF

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A participação da população nas eleições para os conselheiros tutelares do Distrito Federal aumentou em relação ao pleito anterior. Mais de 155 mil pessoas foram às urnas ontem (6) na capital do país para escolher os novos integrantes. O número superou o pleito anterior, em 2015, quando 132 mil pessoas ajudaram a definir os mandatos que terminam neste ano. O voto para eleger os conselheiros não é obrigatório.

No total, foram eleitos 200 novos conselheiros e 400 suplentes, distribuídos em 40 conselhos tutelares nas regiões administrativas do Distrito Federal. Eles terão mandato de quatro anos, de 2020 a 2023. A votação foi realizada em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral, que ficou responsável por fornecer o sistema de urnas eletrônicas e realizar a apuração, que durou algumas horas.

Para concorrer, os interessados tiveram de apresentar documentos visando comprovar os requisitos exigidos, como a atuação na área de infância e adolescência. O processo seletivo envolveu também uma prova objetiva para medir os conhecimentos dos potenciais candidatos em relação ao tema.

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Antes de assumir, os eleitos farão um curso sobre o assunto, com duração de 40 horas. Eles receberão remuneração de R$ 4.684 e deverão ter dedicação exclusiva, não podendo manter atividade remunerada que concorra com os mandatos.

Os mais votados foram Keka Bagno, de Brasília (1.865 votos), Izaquiel Souza, de Santa Maria (1.224), Wesley Fraga, de Planaltina, (847), Danuza Santos, de Ceilândia (806), Ellen da Silva, do Recanto das Emas (764), Cláudia Vasconcelos, do Paranoá (753), Wallysson Lourenço, do Gama (742), Lucas Nunes, de Samambaia (718), e Paulo Humberto, de Brazlândia (705).

Edição: Fábio Massalli

EBC
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Direitos Humanos

São Paulo inaugura unidade da Casa da Mulher Brasileira

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Foi inaugurada hoje (11) uma unidade da Casa da Mulher Brasileira na região central da capital paulista. O programa do governo federal busca reunir em uma mesma estrutura diversos serviços de atendimento às mulheres vítimas de violência.

O governo estadual transferiu para o prédio uma Delegacia de Defesa da Mulher e a prefeitura vai ofertar serviços de assistência social e psicológica às pessoas que procurarem atendimento. O Tribunal de Justiça de São Paulo também instalou um anexo judiciário no local para dar mais agilidade nos pedidos de medidas protetivas prevista na Lei Maria da Penha.

O projeto inicial da Casa é de 2013. No entanto, segundo a secretária Municipal de Desenvolvimento Social, Berenice Giannella, devido a problemas no contrato com a empreiteira responsável pela obra, os trabalhos foram paralisados, só sendo retomados no ano passado. “Nesse meio tempo, a parte interna se deteriorou e foi necessário fazer uma reforma”, explicou sobre a retomada do projeto que contou com o apoio de empresas privadas.

O Instituto Avon fez doações de equipamentos para o projeto e capacitou as atendentes. A empresa de cosméticos se comprometeu ainda, de acordo com o governador de São Paulo, João Doria, a ajudar na manutenção do espaço. De acordo com a secretária Berenice, o governo federal disponibilizou R$ 12 milhões para a manutenção das atividades e da infraestrutura durante dois anos. Depois desse período, os custos deverão ser pagos pela prefeitura.

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A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, disse que o equipamento faz parte de um esforço para o enfrentamento da violência contra mulher. “Nós querermos zero de feminicídio, zero de violência contra a mulher. Nós queremos um país em que todas as mulheres sejam protegidas. Um país seguro para todas as mulheres”, enfatizou durante a inauguração.

 
Edição: Fernando Fraga

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Direitos Humanos

Caminhada promove debate sobre diversidade na deficiência auditiva

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O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez foi comemorado hoje (10) com uma caminhada na Praia de Copacabana, organizada pelo projeto Surdos que Ouvem. O evento teve por objetivo promover a inclusão e o debate sobre a diversidade existente na deficiência auditiva.

Segundo a fundadora do Surdos que Ouvem, Paula Pfeifer, a ideia é conscientizar sobre a variedade de graus que existem dentro da surdez e a necessidade de falar em prevenção. “Os índices da abrangência da deficiência auditiva são alarmantes e precisamos falar sobre isso”.

Paula citou dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) segundo os quais 466 milhões de pessoas em todo o globo têm deficiência auditiva de grau incapacitante. As projeções da OMS indicam expansão desse número nos próximos anos, atingindo 630 milhões de pessoas, em 2030, e 900 milhões, em 2050.

“O Brasil já é o sexto país entre os 12 mais populosos do mundo com mais deficientes auditivos. Pulamos de 10 milhões de surdos, em 2008, para 13 milhões, em 2018”, informou Paula. Revelou que o surdo não é somente aquele que não ouve nada. A surdez tem graus: leve, moderado, severo e profundo. Todos são passíveis de tratamento e reabilitação, disse Paula, que perdeu a audição quando adolescente e, graças à tecnologia, voltou a ouvir.

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Escritora, palestrante e residente no Facebook Community Leadership Program, iniciativa global que capacita líderes de todo o mundo que estão construindo comunidades por meio de aplicativos e serviços do Facebook, Paula Pfeifer fez dois implantes cocleares que permitem que ela ouça os sons e as palavras. “Não existe cura para a surdez ainda, mas meus implantes cocleares, enquanto estão ligados, me permitem ouvir tudo”.

A caminhada de hoje serviu para mostrar à população surda e a toda a sociedade o que a tecnologia é capaz de fazer pelas pessoas surdas hoje. Para Paula, tecnologia é qualidade de vida e independência.

Edição: Bruna Saniele

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