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Política Nacional

Eleição de 2022 terá campanha mais curta desde 1994: veja prazos definidos para eleitores e pré-candidatos

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Com 1º turno em 2 de outubro, partidos e candidatos terão 46 dias nas ruas e na internet para apresentarem suas proposta

Arthur Stabile, G1 – A pouco mais de três meses do 1º turno das eleições de 2022, partidos e pré-candidatos se articulam para a eleição presidencial mais curta desde 1994. Neste ano, a campanha eleitoral será feita entre 16 de agosto e 1º de outubro, um período de 46 dias de ações nas ruas e internet.

O ano com intervalo mais curto até então ocorreu na última eleição, em 2018, com 50 dias liberados para distribuição de santinhos, pedidos de votos e eventos oficiais das campanhas (confira na tabela abaixo). Com mudança na lei eleitoral, o intervalo foi reduzido e criada a pré-campanha – quando os políticos podem se chamar de pré-candidatos e debaterem, mas sem pedir explicitamente voto ou apoio.

Período oficial das campanhas

Ano Intervalo
2022 46 dias
2018 50 dias
2014 92 dias
2010 92 dias
2006 85 dias
2002 91 dias
1998 88 dias
1994 89 dias

Fonte: g1

Antes da mudança na lei, os partidos e candidatos tinham período maior para apresentarem seus projetos aos eleitores, com o mínimo de 85 dias para a eleição à Presidência (o que ocorreu em 2006, na reeleição de Lula). A média entre 1994 e 2014 era de 90 dias com as campanhas nas ruas — inclui também os materiais veiculados em rádio e TV.

Eleitores e pré-candidatos têm uma série de prazos até a realização do 1º turno, em 2 de outubro, em que poderão pedir voto em trânsito e apresentarem oficialmente o registro de candidaturas, por exemplo.

Confira os principais prazos até o 1º turno:

Eleitores:

12 de julho: início da data em que os eleitores podem pedir para votar em trânsito.

18 de julho: alterações ou retirada da 1ª via do título para cidadãos com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida.

3 de agosto: nomeação dos mesários.

18 de agosto: termina prazo para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida atualizarem sua situação eleitoral.

2 de outubro: realização do 1º turno em todo país.

Pré-candidatos:

20 de julho: início das convenções partidárias e que o TSE divulga o limite de gastos para cada cargo em disputa.

5 de agosto: último dia para as convenções partidárias.

12 de agosto: TSE define o tempo de propaganda em rádio e TV para cada chapa.

15 de agosto: último dia para o registro das candidaturas.

16 de agosto: começa oficialmente a campanha eleitoral.

26 de agosto: início da campanha em rádio e TV.

1 de outubro: fim da propaganda eleitoral.

2 de outubro: realização do 1º turno em todo país.

 

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Política Nacional

Ciro diz que polarização pode criar um ‘estelionato eleitoral’ no país

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Ciro Gomes no Roda Viva
Reprodução/Youtube

Ciro Gomes no Roda Viva

Ciro Gomes , candidato do PDT nas eleições presidenciais, criticou a polarização política entre esquerda e direita observada atualmente no Brasil. De acordo com o pedetista, o país corre o risco de produzir um “estelionato eleitoral”.

“Se eu não conseguir salvar o Brasil desta absurda e despolitizada polarização, o aprofundamento dos ódios estará produzindo o maior estelionato eleitoral da história do Brasil”, afirmou. 

“Você vai ver o desastre se eu não conseguir salvar o Brasil”, completou o ex-governador do Ceará durante o programa Roda Viva, exibido na TV Cultura. 

Corrupção

Durante o programa, Ciro foi questionado sobre o fato de, mesmo tendo como um dos principais focos da sua campanha a luta anticorrupção com a intenção de atingir tanto Lula e Bolsonaro, os seus números nas pesquisas ainda estarem muito abaixo dos seus adversários nas eleições. 

Em resposta, ele lamentou o fato de alguns grupos estarem “relativizando” a corrupção no país com o intuito de continuarem apoiando tanto o candidto do PT, como o atual chefe executivo do país.

“Se você tem uma elite, intelectuais, cientistas, artistas, juventude, relativizando valores, essa sociedade está doente”, disse Ciro.

“Isso destrói uma nação. Bolsonaro e Lula são dois corruptos, dois corruptores, e nós estamos fazendo de conta que não estamos vendo isso”, completou o ex-governador. 

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Ciro Gomes afirma que Bolsonaro tem um ‘delírio golpista’ na cabeça

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Ciro Gomes (PDT) no Roda Viva
Reprodução/Youtube

Ciro Gomes (PDT) no Roda Viva

O pedetista  Ciro Gomes afirmou, nesta segunda-feira (15), que o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) tem um “delírio golpista” na cabeça, e que a democracia no país é uma “abstração marciana”.

A resposta foi dada durante o Roda Viva após o ex-governador do Ceará ser questionado se vê, hoje, que a democracia no Brasil está em risco por conta do atual cenário político. 

“Eu vejo, mas é muito menos pelo Bolsonaro, que tem um delírio golpista na cabeça dele, mas mais pelo fracasso da democracia pra vida do povo, isso que eu quero ponderar às pessoas”, afirmou Ciro Gomes.

“A democracia brasileira, hoje, é uma abstração absolutamente marciana para a esmagadora maioria do povo brasileiro que está vivendo o pão que o diabo amassou”, completou o candidato do PDT nas eleições presidenciais. 

Em seguida, Ciro chamou Lula de “corrupto, demagogo e populista”, mas afirmou que o ex-presidente da República é “do campo da democracia”.

Relação com militares

A pauta da relação com os militares em caso de eleição também foi levantada para Ciro. De acordo com o ex-govrenador, ele vai promover mudanças nas Forças Armadas, principalmente no que diz respeito aos militares que ainda estão ativos.

“O nome disso é hierarquia e disciplina, eu assumirei o comando em chefe das forças armadas, e começo com questões normativas e algumas de maior profundidade. Normativa: militar da ativa não participará mais de cargo comissionado político. Todos estarão proibidos porque haverá uma norma nos primeiros dias do meu governo”, afirmou.

“Eu vou fazer um esforço imenso de restaurar os critérios de promoção. Quando eu vejo um general como o Passuello chegar ao generalato, alguma coisa profundamente está errada, e quem promoveu foi o PT”, completou o pedetista.


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Fonte: IG Política

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