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Política MT

“Ele nunca nos pediu nada que não fosse republicano”, diz Mauro Mendes após deputado ser denunciado pelo MP

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Dilmar Dal”Bosco foi denunciado por corrupção passiva pelo MPE; governador vai avaliar situação

O governador Mauro Mendes (DEM), em entrevista com jornalistas no Palácio Paiaguás, no final da tarde de quarta-feira (21), depois do lançamento do programa Imuniza Mais MT, questionado sobre o envolvimento do seu líder de governo na Assembleia Legislativa, deputado Dilmar Dal Bosco, denunciado em ação penal por crime de corrupção, disse que desconhece o assunto, ainda, mas que não pode julgar Dal Bosco por conta de um fato que aconteceu antes de assumir o governo.

“O que eu gosto de dizer sempre é que a relação que nós temos com o deputado Dilmar Dal’Bosco é muito boa. Ele nunca nos pediu nada que não fosse republicano, atende bem ao governo, trabalha de forma diligente na Assembleia Legislativa. Não posso julgá-lo por eventual culpa que está sendo imputada pelo Ministério Público em momentos pretéritos a minha presença como governador”, disse Mendes.

O democrata fez questão de destacar que desconhece o assunto. “Eu desconheço isso, ainda não chegou ao meu conhecimento. Confesso a vocês que às vezes, nas minhas atribuições, o excesso de demanda que eu tenho não me permite ficar olhando o noticiário. Mas, vou tomar conhecimento para ver se demanda ao Governo fazer ou não alguma coisa”, adiantou.

Dal Bosco e outras 18 pessoas foram arroladas em uma ação penal do Ministério Público por suposto envolvimento em uma organização criminosa originada pela operação Rota Final, da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Deccor), da Polícia Civil.

As investigações apontaram uma organização criminosa liderada pelo empresário do setor de transportes, Éder Augusto Pinheiro, com o objetivo de impedir a implantação do novo Sistema de Transporte Coletivo Rodoviário Intermunicipal de Passageiros do Estado de Mato Grosso.

A denúncia foi do coordenador do Naco Criminal, procurador Domingos Sávio de Barros Arruda, e aponta crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, impedimento e perturbação à licitação, afastamento de licitantes e crime contra a economia popular.

 

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Política MT

Jaime vê polarização em 2022, nega 3ª via e diz que DEM pode caminhar com Bolsonaro

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O senador Jaime Campos (DEM), vice-presidente nacional do partido,  sobre as eleições de 2022 no cenário nacional, disse que não vê dificuldade de o partido marchar com o presidente Jair Bolsonaro, sem partido. “Eu não vejo nenhuma dificuldade do DEM caminhar com o Bolsonaro. Acho que é o melhor caminho, o ideal”, disse o senador.

Conforme Jaime Campos, a água com óleo não se misturam. “O democratas foi sempre contra o PT e como é que vai? Até porque no Brasil falam em terceira ou quarta via, mas na verdade está polarizado. Queira ou não queira, é Bolsonaro e Lula. Mas só no ano que vem vamos ter uma certeza e eu recomendaria que o DEM vá com Bolsonaro”, argumentou quando questionado.

Sobre a sucessão estadual, Jaime Campos disse que “não vejo porque Bolsonaro não apoiar Mauro e Mauro não apoiar Bolsonaro. Eu sei que o presidente tem muita simpatia pelo Medeiros. Todavia, o que se pode fazer é o Mauro, que é candidato a governador, fazer uma articulação. Se lhe interessar. Mas acima de tudo, o Bolsonaro tem que se preocupar com eleição dele para presidente. Muitas vezes, não pode abrir mão de um apoio, em hipótese alguma, de um governador em detrimento de uma candidatura que ainda vai ser lançada, de um candidato a governador”.

O senador mato-grossense entende que no Brasil “não tem mais ambiente para golpe e nem nada. Talvez o presidente precise fazer uma melhor colocação. Vivemos em um estado democrático de direito em que a liberdade de expressão está garantida e foi uma luta de muitos anos, mas conquistamos. Eu não acredito em retrocesso dentro do processo democrático”, completou.

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Política MT

Jaime defende voto auditável e fim do fundo eleitoral: “tem que fazer campanha com seu dinheiro e sola do sapato”

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Senador sugeriu ao presidente Bolsonaro para vete fundo eleitoral

O senador Jaime Campos (DEM), em entrevista na rádio Vila Real nesta quinta-feira (29), disse que é favorável ao voto auditável nas próximas eleições e posicionou-se contrário ao fundo eleitoral da forma como foi aprovado. Jaime disse que sugeriu ao presidente para vetar a matéria.

“Voto auditável é um assunto que surgiu e merece uma ampla discussão, através da Câmara e do Senado. Feito isso aí, tudo que for transparente, ético e republicano, eu sou favorável. Não tenho dificuldade nenhuma de afiançar que sou favorável, isso é ter um recibo, é transparência. Mas há um debate, o próprio Tribunal Superior Eleitoral está defendendo a tese de que isso é desconsiderar todas as eleições que foram feitas e causa uma desconfiança infinita em relação ao cidadão que votou”, esclareceu, acrescentando que “da minha parte, não sou eu quem decide, mas sou favorável ao voto auditável. Eu não posso falar sobre a urna eletrônica, defendo a tese de que tudo que for para deixar mais transparente tem o apoio do senador Jaime Campos”, destacou.

“Defendi em audiência com o presidente para ele vetar o fundo eleitoral. Hoje é R$ 2.7 bilhões, com a LDO foi para R$ 5.7 bilhões. Temos que acabar com o fundo eleitoral, temos que acabar com essa abundância de partidos políticos, temos 37 partidos, e muitos são partidos familiares para fazer balcão de negócio”, disse.

Segundo o senador democrata, “é inadmissível que o cidadão brasileiro trabalha 138 dias por ano só para pagar imposto e depois para financiar caixa de campanhas políticas. Não! O cidadão tem que fazer campanha com seu dinheiro ou com a sua proposta, com a saliva, com a sola do sapato. Eu sou contra. Pode pegar minha declaração eleitoral da campanha de senador que eu fiz, não recebi um centavo de real de fundo partidário. Sou contra porque esse dinheiro é fruto do suor do brasileiro. Disse ao presidente que ele tem que vetar urgentemente porque nós temos que acabar com esse escândalo no Brasil. Tudo leva a crer que o fundo deverá ficar na casa de R$ 3 a 4 bilhões”.

 

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