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Educadores recebem moções de aplausos pelos 50 anos do curso de pedagogia da UFMT

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Sessão Especial comemorou 50 anos do curso de Pedagogia da UFMT

Foto: Ronaldo Mazza

Quarenta e sete educadores foram homenageados na noite de quinta-feira (12), durante sessão especial que comemorou os 50 anos do curso de pedagogia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), câmpus Cuiabá. A solenidade foi requerida pelo deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) e também contou com a participação do deputado estadual e professor Wilson Santos (PSDB).

“Quero deixar meus parabéns para todos os alunos, técnicos, professores que passaram por esse curso ao longo de 50 anos. Como delegado de polícia, eu sempre procurei alinhar o trabalho de ações policiais, mas também o trabalho preventivo dentro das escolas. Acredito que se nos últimos 30 anos, o Brasil tivesse realmente investido em educação como deveria ser feito, investido na estrutura das escolas e das faculdades, dando todo apoio aos educadores e gestores educacionais, hoje não precisaríamos estar investindo na construção de mais penitenciárias ou cadeias”, afirmou o Delegado Claudinei.

Durante o discurso, o deputado Claudinei lamentou a morte de um dos fundadores da UFMT, Benedito Pedro Dorilêo, que faleceu no mesmo dia da homenagem, aos 85 anos de idade. “Deixo minhas condolências para toda a família do professor Benedito, que nos deixou hoje, mas o seu nome entra para a história de Mato Grosso, da UFMT e para a história da educação”, ressaltou.

Na oportunidade, o doutor em educação Adelmo Carvalho da Silva falou em nome dos homenageados e agradeceu à Assembleia Legislativa, em nome do presidente da Casa de Leis, Eduardo Botelho (DEM), e, em especial, ao deputado Claudinei por requerer a solenidade. “Temos muito orgulho do feito, de termos sobrevivido meio século de muitas histórias, de lutas, de lutas políticas, de responsabilidade pela educação de Mato Grosso. A caminhada que fizemos ao formarmos professores e outros profissionais da educação para funções de destaque no cenário estadual e nacional, na docência do ensino superior, pesquisa e gestão educacional. Docente, discentes, técnicos e alunos, egressos representam nos mais diversos cargos no cenário político estadual, municipal e federal”, declarou Adelmo.

O deputado Wilson Santos também parabenizou os profissionais homenageados, lembrou que o curso de pedagogia foi criado um ano antes da UFMT e depois o curso foi incorporado à universidade. “Professor é aquele que repassa tudo que sabe, rigorosamente tudo que aprendeu e também aprende com o que ensina”. O parlamentar lamentou ainda o fato de o ministro Alexandre de Moraes, membro do Supremo Tribunal Federal (STF), ter concedido medida cautelar pleiteada pelo governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), suspendendo trechos da Constituição de Mato Grosso que determinam a aplicação de no mínimo 35% da receita de impostos na educação. “Infelizmente, recebemos essa triste decisão e vamos recorrer porque sendo assim, só em 2020, a Secretaria de Estado de Educação perde no ano que vem R$ 300 milhões”, completou.

Investigador da Polícia Civil que atua na área de Polícia Comunitária, Ademar Torres destacou a iniciativa do deputado Claudinei pela realização da solenidade e de respeito, sobretudo, à figura do professor. Pela Polícia Comunitária, Ademar realiza palestras em escolas, levando projetos como o “De Cara Limpa contra as Drogas” e “De Bem com a Vida”. “O pouco que a gente faz junto com a Polícia Civil também é atuar junto à educação”.

Já o reitor em exercício da UFMT, Evandro Soares da Silva, falou que muito mais que ensinar e formar outros profissionais, os educadores, pedagogos trabalham no ensino à pesquisa, atuam na educação básica, na revisão de todos os projetos políticos pedagógicos da universidade, os projetos pedagógicos da educação infantil, entre outros. “A UFMT foi pioneira no processo de educação a distância, numa época em que ainda nem havia computadores. Íamos ao norte do estado de Mato Grosso com o curso de pedagogia, que começou esse projeto da democratização e do acesso à educação superior neste estado. Isso é motivo de muita alegria, orgulho e satisfação”, afirmou o reitor.

Entre os que receberam a moção de aplausos, além de Adelmo, estão: Alexandre dos Anjos; Ana Lara Casagrande; Ana Lúcia Nunes Vilela; Ana Luisa Cordeiro; Bárbara de Oliveira; Bárbara Pérez; Candida da Costa; Cassia dos Santos; Celso Prudente; Cleriston Petry; Cristiane Koehler; Darci Secchi; Delarim Gomes; Edson Caetano; Elizabeth Figueiredo de Sá; Elni Willms; Filomena Monteiro; Glauce Viana; Izumi Nozaki; Jorcelina Fernandes; Katia Morosov, Márcia dos Santos Ferreira; Marcos Caron; Marlene Gonçalves; Marta Darsie; Michele Tomoko Sato; Nilce Ferreira; Nilza Araújo; Ozerina de Oliveira; Rose da Silva; Rosemery Petter; Rosinete dos Reis; Rúbia Yatsugafu; Rute Palma; Sandra Lorensini; Sérgio dos Santos; Silas Monteiro; Sueli Fanizzi; Suely de Castilho; Taciana Mirna Samorano; Tatiane Dias; Terezinha de Souza; Antônio do Nascimento; Myrian Serra; Marioneide Kliemaschewsk e Jacy Ribeiro Proença.

Fonte: ALMT
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No bastidor, Taques tenta superar preferência por Leitão para disputa ao Senado

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Embora afastado da vida política desde que terminou seu mandato no governo do Estado, após ser derrotado na tentativa de se reeleger, o ex-governador Pedro Taques (PSDB), está trabalhando nos bastidores a possibilidade de disputar a eleição suplementar do Senado da República, já marcada para o próximo dia 26 de abril, com a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), por caixa 2 e abuso de poder econômico.

No seu partido, o PSDB, Taques tem como adversário o ex-deputado federal Nilson Leitão, que dificilmente perderá a condição de disputa para o ex-governador. Os dois foram derrotados na campanha de 2018. Pedro Taques era candidato à reeleição e ficou em terceiro lugar no pleito e Nilson Leitão ficou em 5° lugar na disputa ao Senado.  “Não debati isso com o PSDB. O nosso partido tem sim bons candidatos, mas precisamos aguardar a Justiça Eleitoral decidir sobre as regras”, diz o ex-governador.

Empolgado com resultado de uma pesquisa interna, na qual estaria bem pontuado, aparecendo entre os preferidos ao Senado, mesmo após deixar o cargo de governador com grande desgaste, Pedro Taques vem flertando com alguns partidos, como o Cidadania, comandado em Mato Grosso pelo seu ex-secretário Marco Marrafon, e também com o Solidariedade.

O líder do Solidariedade no Estado, o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, deseja atrai-lo para partido. Acontece que Taques perdeu espaço no PSDB, cuja maioria prefere apostar de novo na candidatura de Nilson Leitão.

Agora, o ex-governador entende que só vai conseguir ser candidato se o Tribunal Regional Eleitoral permitir filiações às vésperas do pleito suplementar de 26 de abril e concorrer por outra legenda. Na eleição de 2018, Taques, que disputou a reeleição, entrou para a história em Mato Grosso como o primeiro governador no exercício do cargo que não conseguiu se reeleger.

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Com três aliados pré-candidatos ao Senado, Mauro adia a anuncio público de quem apoia

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O governador Mauro Mendes (DEM), apesar dos apelos de aliados para que fique neutro em relação à eleição suplementar do Senado, já marcada para 26 de abril próximo, decidiu colocar um fim ao assunto: “vou, como cidadão, dizer a minha opinião, mas tenho tempo para fazer isso”, resumiu.

Conforme Mendes, “a eleição tem passos e datas definidas. Portanto, vou esperar  esses passos serem dados para ter um cenário concreto. Eu não preciso ficar antecipando um problema que vou ter daqui a 20, 30 dias”, observou.

Segundo o democrata, “uma possível declaração de apoio poderia causar ciúmes nos outros. Digo sempre: há pessoas que ficam contentes e pessoas que ficam descontentes quando assumimos um lado. Então, nesse momento, o mais sábio é que eu continue cuidando de Mato Grosso”, disse.

Mendes adiantou que na reunião do DEM que oficializou a autorização para que o ex-governador Júlio Campos movimentasse sua candidatura, decidiu ficar neutro apenas por enquanto. “O cenário não está definido. Então vamos esperar os candidatos registrarem as suas candidaturas e aí nós vamos analisar, conversar, para ver se muda alguma coisa”, comentou. “Eu acho natural os candidatos que pretendem disputar essa vaga comecem a fazer suas movimentações

“Sobre eu apoiar mais incisivamente alguém, eu acho que a população é muito sabida, muito esperta, muito conectada, então, eu tenho um voto apenas e vou dizer como cidadão qual é minha opinião, mas tenho tempo para isso”.

Mendes vem desde o início do ano sento aconselhado por aliados a se manter neutro em relação a eleição do Senado da República. O fato de o governador ter pelo menos três aliados com pretensão de disputa, o próprio Júlio Campos (DEM), o ex-vice-governador do Estado e atual representante do escritório de Mato Grosso em Brasília, Carlos Fávaro (PSD) e o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), no entendimento dos aliados, é a grande justificativa para a neutralidade do governador.

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