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Edição 2020 do ENEM já  tem 5,8 milhões de inscritos

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enem
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Uma consulta está aberta até o dia 30 de junho para os participantes opinarem sobre a data


O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) teve 5,78 milhões de inscritos . O balanço foi divulgado nesta quarta-feira (23) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Destes, 5,68 milhões se cadastraram para fazer o exame impresso e outros 96 mil para a versão digital, que ocorrerá pela primeira vez

Confira também:

O Enem ainda não tem data para ocorrer. Uma  consulta está aberta até o dia 30 de junho para os participantes opinarem sobre a data.

Segundo o Inep, o total marca um aumento de 13,5% em relação ao ano passado. O Instituto credita a ampliação dos participantes a fatores como a modalidade digital, extensão do período de pagamento e gratuidade automática. A modalidade sem custo foi utilizada por 83% dos inscritos .

Do total, 65,6% terminaram o ensino médio em anos anteriores, mais da metade tem mais de 20 anos de idade e 60% são mulheres. No recorte por cor, 47% são pardos, 34,7% são brancos, 13,3% são pretos e 2,2% são amarelos.

Consulta

A data depende agora da consulta aos participantes, promovida após reclamações de alunos diante do cenário da pandemia do novo coronavírus.

Os estudantes podem escolher entre três alternativas de adiamento: Enem impresso: 6 e 13 de dezembro de 2020/Enem Digital: 10 e 17 de janeiro de 2021, Enem impresso: 10 e 17 de janeiro de 2021/Enem Digital: 24 e 31 de janeiro de 2021 e Enem impresso: 2 e 9 de maio de 2021/Enem Digital: 16 e 23 de maio de 2021.

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Nacional

Homem compra tijolos pensando ser maconha: “Não existe mais traficante honesto”

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policial segurando tijolo
MagaiverTv/divulgação

O homem comprou dois tijolos comuns pensando ser maconha

Nesta quinta-feira (26), em Minas Gerais , um traficante foi preso após comprar tijolos comuns pensando que eram de maconha . A polícia acompanhou o trâmite para a troca do material. Além desse, outros três homens e uma mulher foram presos. As informações são do jornal Correio Braziliense .

O caso aconteceu durante uma operação das Polícias Civil e Militar em quatro cidades do Sul de Minas. Segundo os agentes, o trabalho começou por causa de denúncias anônimas e, além do tráico de drogas, a operação também prendeu pessoas por violência doméstica e roubo.

Durante a operação, também foram apreendidos 35 papelotes de cocaína e duas pedras da mesma droga, que não estavam fracionadas, dois tabletes de maconha, cigarros, balança de precisão, materiais para embalar a droga, dois celulares, um veículo e mais de R$3,5 mil. 

Tijolos 

De acordo com os policiais, uma das pessoas que foram detidas teria comprado um tijolo comum pensando que era de maconha e teria pago cerca de R$ 1,5 mil. O homem de 35 anos foi preso em Bom Jesus da Penha, junto com esposa dele, de 24.

“Durante a investigação, captamos a transação e o homem estava muito bravo com outro traficante, que vendeu o tijolo falso. Ele estava cobrando uma postura ética desse traficante. ‘Não existe mais traficante honesto hoje em dia’. Ele tinha dado o prazo para outro traficante fazer a troca desse tijolo”, ressalta delegado.

Ainda de acordo com a polícia, o homem seria um dos articuladores do tráfico da região. Ele é de Nova Resende e estaria morando em Bom Jesus da Penhas. “Ele achou que estando em uma cidade menor, não seria descoberto”, afirma.

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Caso João Alberto: polícia pede prorrogação das investigações

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carrefour
Reprodução / Twitter

O prazo do inquérito se encerraria nesta sexta-feira (27).

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul pediu nesta quinta-feira (26) a prorrogação das investigações sobre o  espancamento seguido de morte de João Alberto Silveira Freitas , 40 anos, no estacionamento do  supermercado Carrefour na Zona Norte de Porto Alegre.

O prazo do inquérito se encerraria nesta sexta-feira (27), mas a polícia entende que ainda faltam  testemunhas a serem ouvidas e aguarda o laudo do óbito feito pelo Instituto-Geral de Perícia.

Na semana passada, o primeiro resultado da necropsia feita pelos peritos indicou morte por asfixia .

Já foram ouvidas cerca de 20 testemunhas e alguns dos funcionários do supermercado Carrefour relataram, mas sem provas, que João Alberto já teria tido desavenças anteriores no estabelecimento .

Eles não souberam informar as datas desses outros possíveis conflitos, o que dificulta a eventual comprovação dessas informações, segundo a polícia.

O Ministério Público se manifestou a favor da prorrogação das investigações. Agora, falta a Justiça analisar o pedido e dar aval ao prosseguimento do caso.

Nesta sexta-feira, o policial militar temporário Giovane Gaspar da Silva deve ser ouvido no inquérito.

Ele e Magno Braz Borges cumprem mandado de prisão preventiva desde a semana passada, quando foram detidos em flagrante após as agressões a João Alberto .

A defesa de Giovane tem dito que ele não teve intenção de matar João Alberto. Magno preferiu não prestar depoimento .

A diretora do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), delegada Vanessa Pitrez, frisa que ainda trabalha na apuração da motivação do crime .

Além dos dois segurançasa polícia ainda prendeu a fiscal de caixa de supermercado Adriana Alves Dutra na última terça-feira (24).

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