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É possível fazer uma reforma em pouco tempo, como no programa Irmãos à Obra?

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O programa Irmãos à Obra, dos gêmeos Jonathan e Drew Scott, faz sucesso em diversos países e desperta o desejo dos fãs por ilhas na cozinha, conceito aberto e muito mais. Recentemente, em um evento realizado pelo canal Discovery Home & Health, em São Paulo, eles falaram sobre os bastidores da atração e a verdade sobre o tempo de reforma das casas. 

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Divulgação/Discovery Home & Health

O programa Irmãos à Obra mostra que a reforma da casa pode ser rápida. Mas, afinal, como isso funciona no Brasil?

De acordo com Jonathan, eles selecionam de três a quatro cômodos para a reforma de sete semanas (um mês e meio) no programa e que, quando aceitam projetos por fora da atração televisiva, o tempo de trabalho fica mais extenso e gira em torno de seis a sete meses para que o trabalho seja completo.

Mas, como já sabemos, as construções nos Estados Unidos são a base de madeira e drywall, o que facilita e diminui o tempo de demolição e reconstrução. Mas e no Brasil? Com as casas e apartamentos de alvenaria, como funcionam as reformas? O Delas foi atrás de especialistas para esclarecer algumas questões sobre o tema. 

Para você que pensa em fazer uma reforma em casa, é importante partir das suas necessidades. Segundo a designer Marília Veiga, a organização é o início. “É importante ter um bom projeto que determine todas as mudanças, materiais, serviços e tudo mais que interesse para a obra em questão”, aponta.

Assim como os irmãos Scott falaram em suas dicas para reforma, leve em consideração a opinião de todos dentro de casa. Crianças e idosos precisam ser incluídos nos projetos da nova casa.

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Se você mora em apartamento, sabe que não é possível modificar elementos de fachada, alterar janelas ou questões hidráulicas. Por esse motivo, a reforma nesse ambiente é mais restritiva e complicada. “As alterações hidráulicas que dependam de trocar vasos sanitários vão quase que 100% precisar da autorização do vizinho de baixo”, destaca Cris.

Já nas casas, a imaginação pode ir um pouco mais longe. Marília lembra que é muito importante checar toda a documentação e projetos da edificação, principalmente no caso de construções muito antigas.

Quanto tempo, em média, dura uma reforma residencial no Brasil?

O tempo de duração de uma reforma residencial no Brasil é relativo. A arquiteta Cris Paola explica o porquê. “Depende do tamanho do imóvel, o que será feito e a verba para a reforma. Mas, normalmente uma média de três a seis meses, quando a meta não é derrubar tudo”. Quando o projeto é maior, o tempo pode se estender até dez meses. 

Se você assiste ao programa Irmãos à Obra , com certeza já viu as famílias serem pegas de surpresa por problemas no encanamento, mofos ou outros impecílios estruturais. Na vida real é da mesma forma e Cris Paola dá uma dica.  “A forma de manter o orçamento inicial [mesmo com os imprevistos] é alterar alguma especificação para que, mesmo com o imprevisto, o valor final da obra se mantenha”, afirma.

Investir em uma construtora especializada em reformas também é um tópico importante e que pode evitar dores de cabeça durante o trabalho. O cuidado com o material também é essencial para evitar o desperdício e a recompra dos insumos.

Quais são as etapas de uma reforma?

 Segundo a designer Marília Veiga, uma reforma residencial se dá em duas frentes. Primeiro, o planejamento e, depois, a entrada na obra. Confira os detalhes abaixo: 

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Planejamento:

  1. Estudos (anteprojeto)
  2. Projeto Executivo
  3. Orçamentos
  4. Fechamento de pedidos 

Entrada na obra:

  1.  Demolição
  2.  Construção de novas paredes
  3. Infraestruturas necessárias, elétricas, hidráulicas, ar condicionado
  4. Instalação de revestimentos
  5. Execução de forro
  6. Instalação de iluminação
  7. Instalação de pedras, bancadas
  8. Instalação de Marcenaria
  9. Instalação de box e espelhos
  10. Pintura
  11. Limpeza de obra
  12. Cortinas, papel de parede, tecidos, cabeceiras, mobiliários etc
  13. Produção 

Como balancear sonho com orçamento?

Todo mundo tem uma ideia de casa na cabeça que, às vezes, não é possível ser reproduzida por questões de orçamento ou de estrutura. Por isso, uma conversa prévia entre arquiteto/designer é essencial para balancear os dois.

“Ter um briefing muito claro do sonho do cliente é fundamental. O nosso repertório é amplo sobre revestimentos, papel de parede, mobiliário, entre outros itens e, assim, o cliente pode escolher a melhor opção alinhado ao sonho e ao orçamento ”, explica Cris.

Como o programa Irmãos à Obra influencia nas reformas reais? 

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Divulgação/Discovery Home & Health

Os Irmãos à Obra mexem com o imaginário das pessoas, ma sé importante destacar que há diferenças dos EUA com o Brasil

Segundo Marília, o programa passa a ideia que uma reforma é algo muito rápido. “A forma de construção norte-americana é totalmente diferente da brasileira, o que interfere no tempo do processo. Por exemplo, nos Estados Unidos, quase tudo é drywall, diferente da nossa, que é alvenaria”, destaca. 

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A profissional ainda destaca que outro exemplo que afeta a reforma é a fabricação de móveis sob medida, uma tendência vista por ela como muito forte na decoração brasileira. “Seja um móvel, uma marcenaria ou mesmo a reforma, tem um tempo maior para isso, além do cuidado de não sobrepor alguns serviços”, pontua.

Fonte: IG Delas
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Bebê tem clavícula trincada durante o parto: “Ele gritava de dor”

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Em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, o filho de Kimberly Fernandes, 19 anos, sofreu uma lesão na clavícula durante o parto. “Quando o peguei nos braços, percebi que ele gritava muito de dor, até achei que tivesse quebrado o braço. Então, pedi para a pediatra fazer um raio-x para saber se estava tudo bem”, relata à Crescer .

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bebê chorando após o parto arrow-options
shutterstock

Em Campo Grande, bebê tem clavícula fissurada durante o parto

Segundo a mãe, a médica afirmou que era normal o bebê chorar, pois fica dolorido quando nasce. “Insisti para fazer o exame e foi comprovado que ele teve a clavícula quebrada durante o parto”, relata.

“A enfermeira ainda me disse que isso era normal acontecer e que o osso ia ‘colar rápido’, era só eu fazer a mobilização dele em casa e levar para a fisioterapia em outro hospital. Se é normal isso acontecer eu não sei, mas, para nós que somos mães, é desesperador”, desabafa.

Kimberly diz que sua mãe sabe fazer a imobilização, pois, caso contrário, o bebê ficaria 15 dias com dor, já que ela não teve a assistência necessária. “Só conseguimos marcar atendimento em outro hospital para essa semana”.

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A família será atendida no Hospital Universitário de Campo Grande nesta quarta-feira. “Não quero que isso aconteça com mais nenhuma criança. Dá muita dó. Meu filho chora muito de dor”, diz ao afirmar que denunciará o caso.

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Este não foi o primeiro caso de bebê com a clavícula fraturada durante o parto. Também em Campo Grande , dia 2 de novembro, segundo o site Midiamax , os médicos da Maternidade Cândido Mariano utilizaram um fórceps para ajudar a saída da criança, o que teria causado a lesão.

“Não deram nenhuma justificativa. As enfermeiras ainda comentaram: ‘O bom é que o osso cola rápido’. Dá uma dó dela, ela chora o tempo todo com dores”, fala a tia da criança.

Posicionamento dos hospitais

A assessora do Hospital Santa Casa de Campo Grande afirma que Kimberly passou por um parto normal sem intercorrências nem qualquer sintoma de gerasse desconfiança da anormalidade por parte dos profissionais. “O bebê nasceu com uma fissura (trincado) na clavícula direita, não houve fratura, que foi avaliada pela equipe da ortopedia”.

Eles ainda acrescentam: “Bebês choram normalmente após o parto sobre fraturas e/ou fissuras de clavícula, embora, seja uma situação desagradável e que gera transtornos, o evento apontado é fato fortuito, bem estabelecido na literatura e com estatística relevante na prática obstétrica, não configurando, desta forma, má assistência ou ato violento. Portanto, não há qualquer evidência de erro no atendimento prestado à referida paciente e seu recém-nascido”.

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A Maternidade Cândido Mariano também se posicionou. Apesar da evolução normal, em dado momento, ”quando estava com dilatação total e o bebê bem encaixado no canal de parto, houve dificuldade para expulsão espontânea do mesmo, apesar de todo o esforço feito pela paciente”. A assessoria ainda diz “para evitar que o bebê entrasse em sofrimento fetal, o médico plantonista se utilizou de um fórceps de alívio, abreviando o nascimento”.

“De imediato, o bebê foi avaliado pelo pediatra de plantão que constatou uma fratura na clavícula e imediatamente já iniciou o tratamento (imobilização). Esse tipo de complicação pode ocorrer subitamente, já no período expulsivo do parto, quando os ombros não tem espaço suficiente para atravessar o canal.

E como o bebê já estava muito encaixado, não havia mais como realizar uma cesariana. Hoje, o bebê está em boas condições e será encaminhado para acompanhamento especializado até recuperação completa da fratura”.

Fonte: IG Delas
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Não erre! Veja como escolher a bolsa certa para você

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Há escolhas extremamente pessoais na vida de toda mulher. E a bolsa é uma delas . O que não quer dizer que uma ajudinha não seja bem-vinda. Escolher a bolsa certa pode ser optar por diversas bolsas para ocasiões distintas ou escolher uma versátil para todas as ocasiões possíveis. Vai da mulher, da sua relação com acessórios, da rotina, etc.

É possível, no entanto, estabelecer alguns critérios para orientar essa escolha. Em primeiro lugar é preciso definir o que se espera da bolsa. Ela é apenas um utilitário ou um complemento do seu look? Há mulheres que preferem ter uma bolsa de grande qualidade para bater e outras que preferem variar diária ou semanalmente.

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Para as primeiras, o ideal é uma  bolsa de couro em tons neutros. Para as outras, dá para apostar em  materiais sintéticos e cores e tamanhos variados.

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Pequenos dilemas

É importante considerar as roupas e o ambiente na hora de decidir por uma bolsa. Se a opção for por roupas coloridas e casuais, a bolsa deve ter um tom neutro como caramelo, marrom, bronze ou preto. Se o look for mais monocromático, vale a pena apostar em cores fortes para o acessório como o vermelho, bordô ou azul escuro.

O tamanho, claro, depende muito do que a pessoa costuma carregar, mas não exclusivamente disso. É importante ter em mente que as bolsas ajudam na percepção sobre quem as usa e, portanto, uma bolsa grande para uma mulher baixa e gordinha pode não ser o ideal. Por isso, o mais recomendável é fazer o teste do espelho e, se for o caso, resistir à tentação de comprar apenas porque gostou do produto.

Listras , por exemplo, se ajustam bem a mulheres esguias, que podem apostar sem medo em bolsas com alças transversais . Franjas e fivelas são boas pedidas para aquelas que gostam de expressar personalidade em seus acessórios e de variar rotineiramente suas bolsas.

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Fonte: IG Delas
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