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Política Nacional

“É perseguição contra direita”, diz Carla Zambelli ao sair de depoimento

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Carla Zambelli na CPI das Fake News
Geraldo Magela/Agência Senado

Carla Zambelli na CPI das Fake News

Após ter prestado depoimento à Polícia Federal (PF) por cerca de duas horas na tarde desta quinta-feira (3), a  deputada Carla Zambelli (PSL-SP), afirmou que as  manifestações antifascistas  e as ações do inquérito das fake news  “estão coordenadas, são perseguições contra a direita”. 

Leia também:

Carla Zambelli é alvo de um inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre disparo de fake news e ataques contra a côrte. Nele estão sendo investigados ativistas, empresários e deputados bolsonaristas.

“Quando as instituições estão funcionando, mas as pessoas que estão dentro das instituições tentam calar a voz de pessoas que estão tentando buscar justiça, significa que a gente tá no caminho certo, que a gente precisa continuar lutando”, afirmou a deputada que é fiel aliada do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Zambelli defendeu que “esses black blocs que estiveram nas ruas no domingo não são antifas. Antifascistas somos nós. Nós trazemos a liberdade. Eles são os fascistas”.

Ela afirma que os protestos de oposição ao governo são black blocs patrocinados pela esquerda. “Eles precisam ser presos. Vocês tem escrúpulos, eles não. Nós tiramos uma presidente sem quebrar uma vidraça”, afirmou Carla Zambelli , que é fundadora do movimento de direita Nas Ruas. 

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Política Nacional

Prorrogada MP que regulamenta benefícios e adia Lei de Proteção de Dados

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O presidente da Mesa do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, prorrogou por mais 60 dias a medida provisória que regulamenta o pagamento dos benefícios emergenciais criados para preservar a renda de trabalhadores que tiveram salário reduzido ou contrato de trabalho suspenso devido à pandemia do coronavírus. A MP 959/2020 também adia a entrada em vigor da Lei Geral da Proteção dos Dados Pessoais (LGPD — Lei 13.709, de 2018), de agosto deste ano para maio de 2021. O ato que oficializa a prorrogação foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (29).

De acordo com a MP, os benefícios (criados por uma medida provisória anterior, a MP 936/2020, que instituiu o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e Renda) serão custeados com recursos do Orçamento da União. Pelo texto, caberá ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal transferir os pagamentos para os bancos onde os trabalhadores beneficiados tenham conta bancária.

Isso valerá tanto no caso do benefício emergencial de R$ 600 mensais para empregados com contrato de trabalho intermitente quanto nos pagamentos de parte da remuneração para trabalhadores que tiveram salário e jornada de trabalho reduzidos ou os contratos suspensos temporariamente, para que não fossem demitidos. Nos casos de perda de salário, as parcelas referentes ao benefício não têm valor definido, podendo variar de R$ 261,25 a R$ 1.813,03, segundo o percentual de redução acordado. Já os contratos suspensos preveem o pagamento de 100% do valor do seguro-desemprego.

Ainda conforme a MP, cada empresa deverá informar ao governo os dados das contas bancárias de seus empregados, desde que tenham a concordância deles.  No caso dos beneficiados que não tenham conta bancária, caberá ao Banco do Brasil ou à Caixa abrir uma conta digital automática específica em nome de cada um, onde os pagamentos serão feitos. Para a abertura dessas contas, será dispensada a apresentação de documentos por parte dos trabalhadores e não será cobrada tarifa de manutenção. Mas nesses casos os beneficiados deverão estar atentos, pois se os recursos não forem movimentados em 90 dias voltarão para o governo.

A MP aguarda análise nos Plenários da Câmara e do Senado, que devem seguir o rito sumário de tramitação das medidas provisórias definido pelo Congresso Nacional em virtude da situação de calamidade pública.

 

 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

Reportagem da Rádio Senado é finalista do Prêmio República de Jornalismo

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A reportagem especial “Os Sonhos não Envelhecem” da Rádio Senado é finalista do Prêmio República de Jornalismo, organizado pelo Ministério Público Federal. O especial de cinco episódios, produzido pelo repórter Rodrigo Resende, conta histórias de adultos e idosos que estão aprendendo a ler e a escrever. Os episódios apresentam projetos sociais no Distrito Federal dedicados à alfabetização de adultos. “É um reconhecimento à Rádio Senado, ao jornalismo público. Afinal, tudo o que a gente faz é no sentido de informar e mostrar que o Senado está por dentro dessas discussões”, afirma Resende sobre o seu trabalho, que também foi finalista do Prêmio Estácio de Jornalismo. Mais informações na reportagem de Lívia Torres, da Rádio Senado.

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