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Mato Grosso

“É o pontapé de um dos maiores programas de ampliação de vagas em MT”, afirma governador

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O governador Mauro Mendes afirmou que a Penitenciária de Jovens e Adultos de Várzea Grande (Complexo Penitenciário Ahmenon Lemos Dantas), inaugurada na tarde desta terça-feira (30.06), é um novo “pontapé” para um dos maiores programas de ampliação de vagas em presídios de Mato Grosso.

A inauguração foi feita de forma simbólica, de forma a não ocorrer aglomeração. Além do governador, estiveram presentes os secretários Mauro Carvalho (Casa Civil), Alexandre Bustamante (Segurança Pública) e Emanoel Flores (adjunto de Administração Penitenciária).

As obras do presídio foram iniciadas em 2008 e, após várias retomadas e paralisações, teve o andamento dado de forma definitiva pela atual gestão, já no ano passado. Em pouco mais de um ano, a obra foi concluída em definitivo, como parte do programa “Tolerância Zero”.

“Estamos inaugurando hoje aqui 1008 vagas para o nosso sistema, que estarão disponíveis para aplicar a pena àqueles que transgredirem a lei. Queremos fazer nesse momento um novo pontapé para esse que é um dos maiores programas de ampliação de vagas, de forma a aplicar a lei dentro do Estado de Mato Grosso. Agradeço a todos os servidores da Segurança, à nossa base da Assembleia que tem nos apoiado e à sociedade, que está fazendo sua parte”, ressaltou o governador.

Mauro Mendes explicou que a atual gestão investiu R$ 8 milhões para concluir a obra. Ao todo, a unidade custou R$ 23 milhões, oriundos tanto do caixa do Estado quanto do Ministério da Justiça, por meio do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

De acordo com o governador, a inauguração é uma das várias ações do Governo do Estado para ampliar em cerca de 4 mil as vagas nos presídios até o final da gestão.

“Vamos ampliar muitas vagas nos próximos anos. Temos vagas para serem ampliadas na Penitenciária Central do Estado, assim como em Rondonópolis, Sinop, Água Boa, Barra do Garças, Peixoto de Azevedo, entre outras”, relatou.

A transferência dos presos se dará aos poucos, por conta da pandemia, e os mesmos terão perfil de trabalhadores em cumprimento final da pena.

Há cerca de 15 dias, a base do Serviço de Operações Penitenciárias Especiais (SOE) foi transferida para a nova unidade penal. A unidade já funciona com servidores do administrativo e os demais servidores devem se apresentar ainda nesta semana. Eles são oriundos das unidades que foram fechadas em Dom Aquino, Poconé e Rosário Oeste.

Homenagem

A nova unidade homenageia o policial penal Ahmenon Lemos Dantas, que faleceu no dia 15 de maio deste ano, em decorrência de uma parada cardíaca. Ele foi servidor do Sistema Penitenciário por 20 anos, tendo atuado na Cadeia Pública de Alta Floresta e a Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May. Sua última lotação foi no corpo da guarda da Penitenciária Central do Estado (PCE).

Servidora da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto, viúva do policial penal homenageado, Gilmara Célia Pimenta Ferreira, disse que a homenagem é um alento e um reconhecimento por tudo o que Ahmenon representou em vida.

“É triste pelo fato da perda, mas vejo como reconhecimento. Ele foi um servidor de grandes lutas em busca de melhorias para o sistema penitenciário, ele lutou por isso durante 20 anos e tinha esse sonho de ver a categoria com grandes melhorias”.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Especialista do MT Saúde alerta sobre as complicações e formas de prevenção contra hepatites virais

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As hepatites virais são infecções causadas por vírus que agridem o fígado podendo levar a complicações como cirrose, câncer (hepatocarcinoma) e à morte. O gastroenterologista e endoscopista Dr. Roberto Barreto, credenciado ao Mato Grosso Saúde pela Clínica Vida, fala sobre os tipos de vírus, sintomas, diagnóstico e tratamento por ocasião do Dia Mundial Contra as Hepatites Virais, celebrado em 28 de agosto.

De acordo com o especialista, são conhecidos 5 vírus: A, B, C, D e E, sendo que os vírus A B e C são os mais frequentes no Brasil.

“As hepatites virais são doenças silenciosas que nem sempre apresentam sintomas, mas, quando estes aparecem, podem ser cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras”, explicou.

Dr. Roberto Barreto aproveita a data para alertar sobre a importância do diagnóstico das hepatites B e C para instituir o tratamento que é realizado por meio do teste rápido, disponível nos serviços de saúde.

Em relação à hepatite A, o médico destaca que a principal via de contágio é a fecal-oral por meio de água e alimentos contaminados. Também tem sido identificado o contágio relacionado às práticas sexuais. Sua ocorrência está relacionada ao saneamento básico inadequado e condições precárias de higiene.

“A hepatite A pode ser evitada por meio da vacinação. A vacina está disponível para as crianças a partir de 15 meses a 4 anos 11 meses e 29 dias e, para grupos especiais”.

Já a hepatite B tem como principal via de transmissão a relação sexual desprotegida, mas pode ocorrer também via parental, a exemplo da transfusão sanguínea, compartilhamento de agulhas e seringas, material de manicure, piercings, tatuagem, escova de dente, lâminas de barbear e demais instrumentos que cortam ou furam. Ainda pode ser transmitida de mãe para filho na gestação e parto.

Em relação à hepatite C, a principal via de transmissão é a parenteral. “São consideradas populações de maior risco para a infecção para a hepatite C as pessoas que fizeram uso de transfusão de sangue e hemoderivados antes de 1993, usuários de drogas injetáveis, inaláveis e pipadas, pessoas com tatuagens e piercings e que compartilham instrumentos de uso pessoal”.

Tratamento

Existe cura para a maior parte das hepatites virais. O problema é que muitas vezes a doença não é diagnosticada. Segundo o Dr. Roberto Barreto, as hepatites virais não tratadas podem evoluir para cirrose, câncer e até levar à morte.

No Brasil, a hepatite viral mais comum e mais letal é a do tipo C, responsável por mais de 70% das mortes por hepatites virais.

“O tratamento da hepatite A, que é uma doença aguda, se baseia em dieta e repouso. Geralmente melhora em algumas semanas e a pessoa adquire imunidade, ou seja, não terá uma nova infecção”, informa o especialista.

Quanto às hepatites B e D, têm tratamento e podem ser controladas, evitando a evolução para cirrose e câncer e a hepatite C tem cura em mais de 90% dos casos quando o tratamento é seguido corretamente.

Prevenção

Só existem vacinas contra as hepatites do tipo A e B. Porém, quem se protege contra a B, já se previne contra a D. Para os demais tipos, o importante é se prevenir das seguintes formas:

– Vacinar-se contra hepatites A e B

– Usar preservativos em todas as relações sexuais

– Não compartilhar seringas, alicates, lâminas ou quaisquer instrumentos cortantes ou perfurantes

– Não ingerir água não potável

– Lavar alimentos antes do consumo

– Lavar as mãos após ir ao banheiro

“A hepatite tem cura. Existem testes rápidos e exames laboratoriais para detectar a presença dos vírus. É importante registrar que todas as hepatites virais devem ser acompanhadas pelos profissionais de saúde, pois as infecções podem se agravar”, alerta o especialista.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Indea-MT ganha reforço de entidades em ações de defesa sanitária na fronteira

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O Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT) ganhou reforço de mais de 10 parceiros, que vão atuar de forma integrada na fronteira com a Bolívia. O objetivo é alcançar maior efetividade das ações de defesa sanitária na região.

O grupo composto por representantes do Indea-MT, Exército Brasileiro, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Polícia Federal, Polícia Militar, Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron), prefeituras municipais, Receita Federal, câmara municipal e sindicatos rurais da região irá elaborar uma agenda de compromissos para desenvolver as atividades de maneira coordenada.

Dentre os procedimentos previstos estão a fiscalização do trânsito, apreensão/eliminação de animais contrabandeados, vigilância veterinária, comunicação/cooperação entre instituições, harmonização dos serviços veterinários Brasil/Bolívia e regularização das movimentações.

Todas as entidades estão cientes dos requisitos relativos ao trânsito de bovinos, importação/exportação e os riscos que o contrabando ou descaminho pode ocasionar, desde a introdução de pragas e doenças, até a perda de certificação sanitária e mercados importadores.

Dados

Além da fronteira de Mato Grosso com a Bolívia estender-se por 780 km, e desse total, 480 km estarem em áreas de proteção como rios, serras e outras barreiras naturais. Há uma alta densidade de criações de bovinos em ambos os países. Atualmente, a população de bovinos e bubalinos em Mato Grosso chega a 31.989.823 cabeças.

O Estado deter o maior Valor Bruto de Produção Agropecuária (VBP) do país, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), 190 bilhões de reais em julho de 2021, correspondente a 17,3% do total produzido no Brasil.

Questões relacionadas ao Estado que, hoje, demandam trabalho de certificação sanitária pelo instituto e Mapa, de acordo com o diretor técnico do Indea-MT, Renan Tomazele.

“Temos uma fronteira muito extensa para proteger, número muito grande de bovinos e somos referência nacional em sanidade animal. Já conquistamos muito, mas isso evidencia a necessidade de colaboração com outras entidades públicas, produtores rurais, profissionais da área, agroindústria e suas representações”, conclui.

Fonte: GOV MT

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