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Durante posse, Botelho reafirma compromisso com vacinação à população

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Atuar com transparência e economicidade para ajudar o governo do Estado nas ações necessárias à melhoria da qualidade de vida da população, especialmente, consolidar a vacinação contra a Covid-19 em Mato Grosso. A afirmação foi feita pelo deputado Eduardo Botelho (DEM), durante solenidade de posse da Mesa Diretora que vai comandar o Parlamento no 2º biênio da 19ª Legislatura. Evento realizado no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour, nesta segunda-feira (1), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

Transmitida ao vivo pela TVAL e redes sociais da Casa de Leis, a cerimônia contou com o apoio do governador Mauro Mendes (DEM), que através de vídeo, reforçou a harmonia entre os poderes. Mendes confirmou a presença na primeira sessão ordinária, nesta terça-feira (2), às 9 horas.  

“Desejo que tenham um mandato nos próximos dois anos bastante profícuo, que a Casa de Leis possa cumprir o seu papel e ajudar o governo do estado. E, que juntos, possamos entregar resultados à nossa população”, disse Mendes, ao agradecer o apoio recebido à aprovação de projetos que possibilitaram a retomada do crescimento, a exemplo do programa Mais MT e que o grande desafio deste ano é a superação da pandemia.

Emocionado, Botelho foi reconduzido ao cargo para o seu terceiro mandato e relembrou as inúmeras ações realizadas para ajudar Mato Grosso avançar. A deputada Janaína Riva (MDB) permanece como vice-presidente e o deputado Max Russi (PSB) como primeiro-secretário. Também compõem a MD os deputados Wilson Santos (PSDB), como 2º vice-presidente, Valdir Barranco (PT), como 2º secretário, deputado Claudinei Lopes (PSL), como 3º secretário e Paulo Araújo (Progressistas), como 4º secretário.

“Inicio agora o meu terceiro mandato a frente desta presidência, mais experiente, mais esperançoso, mas como se fosse o primeiro porque sei que não há fórmula mágica para resolver problemas. Ao contrário, o melhor caminho para encontrar a solução é o diálogo franco, com transparência, com a verdade, sem rodeios. E esta é minha promessa: dialogar para resolver”, discursou Botelho.

Ele também falou à imprensa sobre a continuação em busca de medidas que contribuam à vacinação contra a Covid-19. Bem como o fortalecimento do trabalho das comissões permanentes da Casa de Leis. “Temos condições de ter um estado melhor para todos. Vou fazer o que for possível para honrar meu mandato e ajudar a população. Tanto que a Assembleia Legislativa vai participar de todas as formas necessárias para viabilizar e colaborar com o governo na compra de vacinas contra Covid-19,  ainda neste semestre”, afirmou Botelho.  

Também destacou que o sucesso do passado é o combustível para a esperança de dias melhores. Ele se referiu a atitude adotada como presidente nos últimos quatro anos, agindo com transparência e rigor na administração do dinheiro público.

“Desde o inicio no comando desta Casa era esse nosso maior propósito: dar transparência. Isso foi e está sendo feito todos os dias. Tanto que já nos primeiros anos fomos classificados pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), entidade ligada ao Ministério da Justiça, como a sexta Assembleia mais transparente do Brasil. Mas não paramos e aprimoramos os conteúdos do portal da transparência, em atendimento à Lei 12.527/2011, que facilita o acompanhamento da população sobre nossos gastos, bem como o conhecimento das ações desenvolvidas pela ALMT”, destacou, ao acrescentar que seguirá o mesmo rigor para ficar entre as três mais transparentes do país.

Fonte: ALMT

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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