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Durante perseguição, viatura capota e policial fica ferido

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Policiais seguiam motociclista suspeito quando ocorreu o acidente arrow-options
Rafael Silvestrini/ Divulgação

Um policial se feriu e a viatura ficou destruída após acidente.


Uma viatura ficou destruída e um policial militar ferido depois de um capotamento em uma estrada de terra em Peabiru, no Paraná . O acidente ocorreu na manhã de domingo (20) quando os policiais perseguiam uma motocicleta suspeita. 

Segundo a Polícia Militar , o condutor da viatura perdeu o controle ao tentar alcançar o motociclista. 

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Após o acidente, o policial foi levado com escoriações para o Pronto Socorro de Campo Mourão, uma cidade próxima ao local onde ocorreu o acidente. 


Fonte: IG Nacional
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Bebê morre após motorista atropelar família no Rio; mãe está em estado grave

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Atropelamento arrow-options
Reprodução

Bebê, de apenas um ano, acabou não resistindo aos ferimentos e morreu

Maria Janaína dos Santos Lopes, de 32 anos, e seus dois filhos, Maria Luiza dos Santos Lopes, de 1, e um menino, de 7, foram atropelados no Itanhangá , na Zona Oeste do Rio , na noite deste domingo. A menina não resistou aos ferimentos. Maria Janaína está internada no Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha, na Zona Norte, com traumatismo craniano. O estado de saúde dela é grave. O menino se encontra no Hospital municipal Miguel Couto, em estado estável.

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O motorista atropelador foi preso e indiciado na 16ª DP (Barra da Tijuca) por lesão corporal culposa qualificada e homicídio culposo (quando não há intenção de matar), segundo a Polícia Civil. A corporação informou ainda que ele foi encaminhado para a audiência de custódia. A delegacia pediu à Justiça a prisão preventiva do motorista.

Uma câmera de um posto de gasolina perto do local do atropelamento mostra o momento em que um grupo de pessoas atravessa a Estrada da Barra da Tijuca, no trecho perto do acesso ao Morro do Banco. Logo em seguida é possível ver um carro de cor clara passando e atingindo mãe e filhos — o momento não está no vídeo por ser muito forte.

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O motorista não parou para prestar socorro após o atropelamento . O carro foi perseguido e parado por motociclistas.

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Fonte: IG Nacional
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Brasil registra 124 assassinatos de pessoas transgênero em 2019

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Agência Brasil

Bandeira nas cores azul, branco e rosa representam a comunidade trans arrow-options
Eduardo Viana/ParadaSP

Bandeira nas cores azul, branco e rosa representam a comunidade trans


Em 2019, pelo menos 124 pessoas transgênero , entre homens e mulheres transexuais, transmasculinos e travestis , foram assassinadas no Brasil, em contextos de transfobia . Os dados estão no relatório da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) divulgado hoje (29). De acordo com organização, em apenas 11 dos casos os suspeitos de terem cometido os crimes foram identificados. No relatório, a Antra faz um alerta também para o problema da subnotificação já que a real motivação dos crimes nem sempre é explicitada.

O relatório aponta que, em 2018, foram registrados 163 assassinatos . Já em 2017, foram 163 assassinatos. De acordo com a associação, a redução dos números não representa exatamente uma queda nos índices de violência contra a nossa população. Para a Antra, existe aumento da subnotificação das ocorrências.

Os dados mostram ainda que, a cada dia em 2019, 11 pessoas transgênero sofreram agressões. A mais jovem das vítimas assassinadas tinha 15 anos de idade, encaixando-se no perfil predominante, que tem como características faixa etária entre 15 e 29 anos (59,2%) e gênero feminino (97,7%). A desigualdade étnico-racial é outro fator em evidência, já que 82% das vítimas eram negras (pardas ou pretas).

São Paulo é a cidade onde mais se mata pessoas trans

Em números absolutos, o estado que apresentou o mais alto índice de homicídios foi São Paulo, com 21 homicídios, quantidade 66,7% superior ao registrado no ano anterior (14). O território paulista se destaca como um dos quatro que se tornaram mais violentos para pessoas transgênero , em 2019, ao lado de Pernambuco, Rondônia e Tocantins, e também lidera o ranking quando o período de 2017 a 2019 é considerado.

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Em segundo lugar na lista de 2019, está o Ceará, com 11 casos. Em seguida, vêm Bahia e Pernambuco, com 8 casos, cada; Paraná, Rio de janeiro e Rio Grande do Sul, com 7 casos, cada; e Goiás com 6 casos. Amazonas, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso e Paraíba empatam com 5 casos; Espírito Santo, Pará e Rio Grande do Norte, com 4; Alagoas, Rondônia e Tocantins, com 2; e Mato Grosso do Sul, Roraima, Sergipe e Piauí, com 1.

Para combater os crimes contra pessoas transgênero , a associação cita exemplos de ações que podem ser adotadas como campanhas de prevenção à violência, denúncias que possam enfrentar a impunidade e a omissão, e a luta pela efetivação da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que, reconheceu a discriminação da população LGBTI como uma forma de racismo.

América Latina e Caribe

A Antra cita que, em 2018, passou a representar o Brasil no Sistema de Monitoramento da Violencia contra pessoas LGBTI na América Latina e Caribe (SinViolenciaLGBT) e que esta rede contabilizou a 1416 registros de assassinatos contra pessoas trans nos dez países que compõe a articulação (Bolívia, Brasil, Colômbia, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Paraguai, Peru e República Dominicana). O balanço contou ocorrências comunicadas entre 1º de janeiro de 2014 e 20 de novembro de 2019, quando o Brasil totalizou 844 casos e teve um aumento de 60%.

Na América Latina e Caribe, lembra a Antra, a expectativa de vida de uma pessoa trans é de 35 anos. “O México ocupa o segundo lugar no mundo em crimes de ódio por transfobia . Pessoas trans nesses países não têm identidade, direitos são restritos, são constantemente expostas e violadas, sendo mortas e desamparadas. Como se isso não bastasse, também há setores da população determinados a atacá-las, machucá-las e, pior ainda, garantir que seus direitos nunca sejam garantidos”, acrescenta.

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Para coibir as violências, a recomendação é de que haja engajamento do poder público e da sociedade civil.

Aplicativo

Em dezembro de 2019, a Antra lançou o aplicativo Dandarah , em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT). A proposta é facilitar à comunidade LGBTI ( lésbicas, gays, bissexuais, travestis, mulheres transexuais, homens trans e intersexos ) que se informe sobre as diversas formas de violência às quais está sujeita e como pode denunciá-las.

A plataforma foi projetada, inicialmente, para rodar em celulares com sistema Android, já estando disponível para download na Play Store. O nome do aplicativo foi escolhido para homenagear a travesti Dandara Ketlyn, assassinada brutalmente em 2017, no Ceará.

Conforme explica a Organização das Nações Unidas (ONU), as pessoas trans possuem uma identidade de gênero diferente do sexo que lhes foi designado no momento do nascimento. A ONU esclarece também que uma pessoa transgênero ou trans pode se identificar como homem, mulher, trans-homem, trans-mulher, como pessoa não-binária ou com outros termos, tais como terceiro gênero, dois-espíritos, travesti, gênero queer ou transpinoy. O organismo internacional ressalta ainda que a identidade de gênero difere da orientação sexual e que, portanto, pessoas trans podem ter qualquer orientação sexual, incluindo heterossexual, homossexual, bissexual e assexual.

Fonte: IG Nacional
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