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Durante Alzheimer da mãe, Alexandre Borges pausou carreira para cuidar dela

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Alexandre Borges e Rosa Borges
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Alexandre Borges e Rosa Borges

Morreu nesta quinta-feira, dia 16, a mãe de Alexandre Borges, Rosa Linda Maria Borges, aos 83 anos.  Ela lutava contra o Mal de Alzheimer desde 2019. Desde então, por quase dois anos, o ator, de 55 anos, decidiu pausar a carreira para se dedicar a ela.

“Percebi que a cabeça da minha mãe estava começando a falhar no Natal de 2019. Sempre tão lúcida e ativa, ela apresentava os primeiros lapsos de memória, falava coisas desconexas e já não lembrava que havia almoçado. Pela experiência na família, conhecia de perto o doloroso processo de desligamento que vai ocorrendo naturalmente. Tentei não entrar em um espiral de desespero. Era preciso reunir forças para cuidar dela e tranquilizá-la. Decidi então parar tudo, mudar para Santos, onde nasci e ela vive até hoje, para ficarmos juntos”, relembrou Alexandre Borges em depoimento dado à “Veja”, em agosto.

O mês da entrevista era o momento em que o artista retomava os trabalhos. Alexandre fez parte do elenco do “The masked singer”, da TV Globo. Ver a mãe com uma doença incurável causava um misto de sentimentos no artista.

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“É claro que não é fácil ver alguém que você ama com todas as forças adoecer desse jeito. Dizem que cuidar de idoso e criança dá trabalho semelhante, mas discordo. A criança a gente cria e prepara para o futuro, enquanto, no caso de uma velhinha, com uma doença sem cura, a tensão e o desgaste são permanentes”.

Em entrevista no “Encontro com Fátima Bernardes” nesta quarta (15), Borges disse que revelou o segredo do “The masked singer Brasil” para Rosa Linda: “No último dia, contei para minha mãe”.

Uma das músicas cantadas por ele no programa, “Anunciação”, foi uma homenagem a ela, que gostava de ouvir canções de Alceu Valença.

Fonte: IG GENTE

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Sônia Braga: “Gilberto foi um dos autores mais revolucionários da TV”

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Sônia Braga, atriz e roteirista
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Sônia Braga, atriz e roteirista

Poucos anos após estrelar a adaptação de “Gabriela” (1975), Sônia Braga viveria uma das personagens mais famosas de sua carreira na TV, a Julia Mattos de “Dancin’ Days”, marcando também o primeiro grande sucesso de Gilberto Braga como novelista.

A atriz de 71 lembrou o amigo, que morreu nesta terça-feira (26), aos 75 anos, após enfrentar uma infecção sistêmica a partir de perfuração de esófago, sem conseguir resistir as complicações. Ele estava nternado no Hospital Copa Star, Zona Sul do Rio.

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“Em 1978, Daniel Filho me chamou para uma novela e fiz um teste para a personagem com (a querida) Glorinha Pires. E ali nasceu o que seria um dos papéis mais importantes da minha vida, a Julia Mattos de ‘Dancin’ Days’. Como falar de alguém que nos deu esse presente tão importante, que foi dividido com o Brasil inteiro? Gilberto foi um dos autores mais revolucionários da tevê brasileira. A sua fina ironia e a imensa capacidade de radiografar a sociedade brasileira em histórias marcantes e bem engendradas farão falta”, iniciou ela.

“Mas sentirei ainda mais falta do amigo. Gilberto passou a fazer parte de mim, da minha vida, da minha história. As nossas conversas eram ótimas e divertidas. Gostávamos de filmes de época, dos dramas e romances. Amávamos o amar. Voltamos a nos ver em ‘A força de um desejo’, um breve mas lindo reencontro. É triste saber que Gilberto partiu. Segue aqui todo o meu carinho para o Edgard, seu marido e companheiro por tantas décadas, e para toda a sua família”, completou a atriz.

Fonte: IG GENTE

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Irmã de Gilberto Braga lamenta morte do autor: “Ele escrevia o que sentia”

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Rosa Maria Araujo e Gilberto Braga
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Rosa Maria Araujo e Gilberto Braga

Historiadora e diretora do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, Rosa Maria Araujo lembra da relação com o irmão Gilberto Braga e da força de sua obra. O novelista morreu na terça-feira (26), aos 75 anos, após enfrentar uma infecção sistêmica a partir de perfuração de esôfago , sem conseguir resistir as complicações. Ele estava internado no Hospital Copa Star, Zona Sul do Rio.

“O Gilberto era o sonho de consumo de irmão. Porque ele era muito ligado à família, gostava muito de tradições. Ele era o irmão mais velho, nós somos três. Sempre foi muito estudioso, muito curioso, muito inteligente e apaixonado por cinema, por música, por cultura, por televisão. Era muito original, foi aluno do Colégio Pedro II, foi professor da Aliança Francesa, foi crítico de teatro e depois um escritor de televisão. Ele escrevia o que ele sentia, o que ele pensava, o que ele pesquisava. Foi um discípulo de Janete Clair, muito brilhante e muito verdadeiro. Nós éramos muito companheiros. E o Edgar, seu marido, vai continuar sendo o líder dessa relação familiar tão bonita do Gilberto com todos nós, irmão, sobrinhos e amigos muito queridos”.

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Autor de novelas que marcaram época na TV, como “Vale Tudo”, Gilberto foi um dos maiores sucessos da Globo na década de 80. Há algum tempo, o carioca sofria de Alzheimer. Além da irmã, ele deixou o decorador Edgar Moura Brasil, com quem era casado.

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