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Duda Beat fala sobre próximo disco, desilusões amorosas e parcerias musicais

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A pernambucana Duda beat surgiu na cena musical em 2018 com seu disco de estreia “Sinto Muito”, que acabou de completar um ano. A relação com a música vem desde criança, mas foi depois de um retiro espiritual que ela se deu conta que devia seguir esse caminho profissionalmente.


duda beat
Reprodução/Instagram

Duda Beat

“Dei tudo de mim e me envolvi totalmente no processo de música”, conta Duda Beat
. Foi assim que ela desenvolveu as faixas que resultaram no álbum, muitas delas falando sobre relacionamentos que não deram certo, amores e desejos. Foi justamente a maneira honesta e cortante com que trata o tema, embalada por batidas brega e pop, que a tornaram uma das artistas para ficar de olho.

Leia também: Potência feminina e cancelamentos marcam participação brasileira no Lolla 2019

A identificação com sua música é imediata, e ela sabe disso: “todo mundo sofre, todo mundo gosta de alguém e não é correspondido”, comenta. Por isso é possível se relacionar quando Duda fala sobre um amor que não deu certo em Egoísta
, discute a superficialidade das relações em Ninguém Dança
ou se entrega em Bixinho
.

Sinto Muito


cantores jallo duda beat e mateus carrilo no palco
Reprodução/Instagram

Com Mateus Carrilho e Jallo no Lollapalooza em março. Os três lançam “Chega” em maio

O disco de estreia logo entrou nas listas de melhores do ano. De lá para cá, ela conta que não parou de produzir coisas novas. Antes de entrar em estúdio ela estreou uma nova turnê, maior, mais sofisticada, com novos figurinos e “todo mundo bem vestido”, como ela define. O repertório também tem crescido com as novas parcerias que surgiram ao longo do ano.

Com a cantora Illy ela gravou Só Eu e Você na Pista
. Com Tomás Tróia, seu parceiro musical e namorado há mais de dois anos, e Lux Ferreira ela fez um remix de Bixinho
além da inédita Meu Jeito de Amar
. Em março ela subiu ao trio de Ivete Sangalo no Carnaval de Salvador, e em maio sai Chega
, gravada com Mateus Carrilho e Jaloo, produzida por Tomás.

As músicas
surgiram desses encontros, e da necessidade da cantora de não parar. Ela conta que desde o lançamento de “ Sinto Muito
” segue trabalhando em novo material, e em junho ela entrar no estúdio para começar os trabalhos de seu segundo álbum, que deve ser lançado apenas no próximo ano. “Eu gosto de fazer disco com calma porque, como vai ficar pra sempre, não gosto de me arrepender de nada”, conta.


duda beat e baco exu do blues
Reprodução/Instagram

Baco Exu do Blues já está confirmado no próximo disco da cantora

Embora o disco ainda esteja só nos planos, ela já adianta uma parceria certa no próximo trabalho: o rapper Baco, que assim como ela, surgiu na cena recentemente e estourou com “Esú”. Ela conta que amiga do Exu do Blues e o “intimou” para dividir os vocais.

Até lá, porém, ela ainda tem uma longa jornada que inclui shows da nova turnê e dois festivais, o MECAInhotim e o Cultura Inglesa, onde se apresenta antes de Lilly Allen. Em março ela estreou no Lollapalooza
com um set curto, mas que deixou um gostinho do que está por vir. “Foram 40 minutos de muita emoção”, comenta sobre sua apresentação no festival paulista.

Apesar da experiência, ela promete que as próximas apresentações serão mais longas, conforme o setlist também aumenta. Mas uma certeza em seus shows, e que foi apresentada no Lolla é Chapadinha na Praia
, versão de High By The Beach
, da cantora americana Lana Del Rey.

Duda tenta, há quase um ano, conseguir os direitos da música para gravar sua versão, por enquanto só disponível em vídeos dos shows. O imbróglio permanece junto a Sony: “o pedido foi feito em julho e na época me deram meses pra resolver e nada. As pessoas amam, todo mundo sabe cantar. A Sony ia ganhar muito dinheiro”, defende.

Todo mundo dança


cantoras ivete sangalo e duda beat em cima do trio elétrico
Reprodução/Instagram

Com Ivete Sangalo no trio elétrico durante o carnaval de Salvador de 2019

Pop, Duda Beat não foge do estilo, mas confessa ter uma mistura de influências que impactam sua música. De Rihanna a Duran Duran, passando pelo brega pernambucano, tudo serve como referência para a cantora criar sua própria sonoridade. “Eu sou pop porque ser pop é se comunicar com muita gente, com pessoas que gostam de coisas diferentes”, explica.

O estilo não a define por que não a limita, e Duda consegue transformar as referências em músicas que fazem os fãs cantarem e dançarem junto. “Isso é a maior alegria do meu trabalho, tocar as pessoas. Não adianta fazer arte e não tocar ninguém”, confessa. 

Apesar de colocar todo mundo para dançar, seu próximo projeto, antes do novo disco, é diminuir o ritmo – das músicas, não de trabalho. Ela conta que deve lançar, ainda no segundo semestre, um EP com versões acústicas de “Sinto Muito”, com a participação de convidados.

Leia também: Iza, Marcelo D2 e os 10 melhores discos nacionais de 2018

A estreia de Duda Beat
fez barulho e a colocou na cena, mas esse ainda é só o começo para a cantora, que já cravou seu espaço no pop com cara de Brasil.

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Diego, da dupla com Henrique, se emociona ao falar da internação da mãe

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Diego%2C que faz dupla com Henrique
Divulgação/Smoke

Diego, que faz dupla com Henrique


Após ter ficado em coma por causa da Covid-19, Marizete Barros Lima, mãe do Diego, que forma dupla com Henrique, está curada. De acordo com o artista, tudo começou no final de maio, quando seus pais ligaram dizendo que estavam com sintomas da doença. “Pedi para que procurassem um médico e fizessem os testes. Mas, chegando lá, os dois ficaram internados. Meu pai evoluiu muito bem com as medicações e, no décimo segundo dia, teve alta, já ela não apresentou evolução. Pelo contrário, foi piorando, até que chegou ao ponto de ser levada para a UTI com 75% dos pulmões comprometidos”, relembrou o cantor, ressaltando o seu sentimento de impotência, já que estava a mais de 700 km de distância, sem poder ir vê-los. “Recebia poucas notícias, pois o hospital só emitia um laudo por dia”, argumentou.

Henrique e Diego
Divulgação/Smoke

Henrique e Diego


Assim como diz um dos trechos da letra de “O Bêbado e o Equilibrista”, de Elis Regina,  “o show tem que continuar”, e Diego focou a primeira live. “Decidimos dar continuidade ao projeto, mesmo sabendo que, a qualquer momento, poderíamos ter uma informação não tão boa assim, mas ela queria tanto que fizéssemos que tirei força de onde já não tinha. Por um milagre de Deus, no dia 21 de junho, bem na data da apresentação, recebi a melhor notícia da vida: minha mãe havia saído do coma. Nesse momento, senti um alívio tão grande que a única coisa que passava pela cabeça era: ‘Deus teve misericórdia, e todas as nossas preces foram atendidas’. Ajoelhei e agradeci ali mesmo, ao vivo. Henrique também se emocionou e agradeceu junto comigo esse milagre”, relatou o sertanejo. Uma semana depois, porém, Marizete saiu da UTI, foi para o quarto e, em seguida, para casa.

Fonte: IG GENTE

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Evandro Santo considera a possibilidade de selar a paz com Ana Paula Renault

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Evandro Santo
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Evandro Santo


Os dias de confinamento em “A Fazenda 10” continuam rendendo para Evandro Santo e Nadja Pessoa. Isso porque, de acordo com o site “Notícias da TV”, Ana Paula Renault, uma das apresentadoras do “Triturando”, do SBT, foi à justiça pedir uma indenização de R$ 100 mil por danos morais por ter sido chamada pelo humorista de Annabelle, boneca que tem poderes sobrenaturais e faz parte do universo de “Invocação do Mal”.

Um parêntese: ela não havia entrado na brincadeira e gravado um vídeo de divulgação do filme “Annabelle 3” em junho do ano passado? Pelo sim, pelo não, uma coisa é certa: sobrou até para Britto Jr., ex-apresentador do reality show rural da RecordTV, que opinou sobre o processo no Twitter. Mas, a fim de ouvir uma das partes envolvidas, a Coluna Marcelo Bandeira fez contato com o intérprete de Christian Pior, dos extintos “Pânico na TV” e “Pânico na Band”. Vem ver!

Evandro Santo
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Evandro Santo

1) O que você achou da discussão acalorada entre Britto Jr. e Ana Paula?

Eu penso apenas que figuras públicas discutem entre elas, que assuntos causam mídia, e que respeito o Britto. Até porque as pessoas podem expressar sua opinião, né? E tudo o que falamos ressoa para o bem ou o para o mal, e que a indústria do entretenimento se alimenta disso, ou seja, fazemos parte desse circo.

2) O que acontece na sede fica na sede ou vem para o lado de cá também?

Em um reality, não estamos no nosso normal e somos espremidos para dar resultados dramáticos. Quando topamos fazer esse tipo de trabalho, sabemos que “barracos” acontecerão. E, se cada pessoa que entrar no programa quiser processar por causa de brigas, a justiça do Brasil ficará sobrecarregada. Também me ofenderam, mas não processei ninguém, porque sabia onde estava pisando, ou seja, o que se faz lá fica lá!

3) Achou exagero por parte dela insistir no caso?

Como disse anteriormente: se só você pode fritar, causar, aprontar e lacrar, e o outro, não, fica desconexo. Até porque, se tenho ou crio um personagem polêmico, tenho que arcar com ele, e não me vitimizar quando não ganho na “minha” polêmica.

4) Aceitaria tomar um café com a Ana Paula e colocar tudo em pratos limpos?

Por que não? Honestamente, não guardo mágoas de ninguém de “A Fazenda”, até porque já se passaram dois anos. Falo com o Caíque, com quem briguei muito lá dentro, mas acredito na evolução do ser humano. Não somos os mesmos da época do reality, falo isso por mim. Lembrando que um dos focos do programa é gerar conflito.

5) Este momento que estamos vivendo não seria uma boa época para deixar as mágoas de lado?

O de pandemia? Acho perfeito, porque todos temos que repensar o porquê de nossas vidas, que não existimos sem o outro e que nossas ações refletem em todo mundo. Esperar que o melhor das pessoas apareça é uma boa, ou sou só um tolo otimista?

6) Participaria de um novo reality show?

Dependendo de qual e do cachê, mas adianto que precisaria ser muito dinheiro. Nunca digo nunca, mas é muito desgastante.

Evandro Santo
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Evandro Santo

7) Como tem se segurado neste recolhimento?

Com trabalho, amigos, música e muitas lives.

8) O que você ainda quer fazer profissionalmente?

Estou vivendo o momento. Hoje, por exemplo, estou na TV Wa à frente do programa “Reinvenção”, do projeto Olho no Olho no YouTube e com o show de humor “Absurdo”, que também conta com Darwin Demarch, Bruna Braga e Ângelo Luchezi, um povo da pesada na comédia.

9) Neste momento, com tudo tão tenso, o humor tem um papel ainda mais importante?

Total, mas o humor reinventado, porque as pessoas estão mais sensíveis, mais atentas e mais conectadas. Certas piadas devem perder o sentido daqui para frente.

10) E os haters? Você tem uma relação saudável com as críticas?

Uma pausa para dar risada. Às vezes, respondo à altura, em outras, bloqueio ou chamo no privado, troco uma ideia, e muitos acabam virando fãs. Os haters só querem chamar atenção, querem ter voz de fala.

Fonte: IG GENTE

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