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Dr. Jairinho leva tapa ao deixar delegacia sob gritos de “assassino”

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Dr. Jairinho foi muito xingado ao deixar a delegacia
Reprodução/CNN Brasil

Dr. Jairinho foi muito xingado ao deixar a delegacia

Suspeito de matar o menino Henry Borel Medeiros , de 4 anos, o vereador Dr. Jairinho deixou a 16ª Delegacia de Polícia por volta das 13h desta quinta-feira. Acompanhado da companheira, Monique Medeiros, mãe da criança, ele foram escoltado até a viatura da Polícia Civil. De lá, seguiu para o Instituto Médico Legal (IML), no Centro. Antes de entrar no veículo, o casal ouviu xingamentos de várias pessoas que acompanhavam a saída.

Foram chamados de assassinos . Um homem furou o bloqueio policial e deu um tapa no vereador.

O casal ficou mais de 5h30 na delegacia e foi ouvido, novamente, por investigadores, que queriam saber se ambos explicarão a verdadeira dinâmica do ocorrido na noite de 8 de março.

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O advogado do casal, André França, chegou à 16ª DP por volta das 7h15 e saiu logo após o casal, por volta das 13h. Ele também foi recebido aos gritos e xingamentos de algumas pessoas que aguardavam a saída de Dr. Jairinho e a companheira. Em entrevista, ele reafirmou a inocência de seus clientes. E informou que tomará todas as medidas cabíveis para recorrer da prisão do casal.


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OAB pede à PGR abertura de investigação contra Bolsonaro por mortes na pandemia

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OAB justifica falta de vacinas e possível desinteresse de Bolsonaro para pedido de investigação
Ethel Rudnitzki, Laura Scofield

OAB justifica falta de vacinas e possível desinteresse de Bolsonaro para pedido de investigação

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou à Procuradoria-Geral da República a abertura de investigação contra o presidente Jair Bolsonaro pela responsabilização por mortes e lesões corporais graves por negligência durante a pandemia de Covid-19 . Em documento assinado pelo presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, o conselho justifica a falta de vacinas e a negação da doença para responsabilizar Bolsonaro pelas mortes.

Em um dos trechos do pedido, a OAB afirma que o governo federal mostrou desinteresse em adquirir doses do imunizante da Pfizer. O CEO da farmacêutica, Carlos Murilo, em entrevista à Veja , afirmou que poderia disponibilizar as primeiras doses em dezembro de 2020.

“O desinteresse do Governo Federal se mostra verdadeiramente incompreensível, não somente pelo alto grau de eficácia da vacina, como também pela disponibilidade que tinha a Pfizer de entregar doses do imunizante ainda no final do ano passado”, diz o texto.  

Os advogados também lembraram da desistência da aquisição de doses da Coronavac no começo do ano. O ex-ministro da saúde, Eduardo Pazuello, solicitou a compra de 46 milhões de doses do imunizante, mas retirou o pedido no dia seguinte após ser pressionado pelo presidente Jair Bolsonaro. Na época, Bolsonaro atacou o governador de São Paulo, João Dória, e afirmou que a “pandemia está indo embora”.

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“Embora o Governo Federal tenha decidido adquirir o imunizante em momento posterior, o fato é que toda essa política deliberadamente postergatória gerou desnecessário atraso na imunização da população, com consequências dramáticas”, enfatiza o documento.

Para a OAB, Bolsonaro infringiu as leis sanitárias, o que ocasionou em mortes e lesões corporais consideradas graves em parte da população. O documento ainda enfatiza a possibilidade de negligência por parte do presidente e pede o oferecimento de denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF) .

O advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, avalia o pedido da Ordem dos Advogados como limite máximo de responsabilização de Bolsonaro. Kakay ainda acredita que o presidente poderá ser culpado pela morte de ao menos 150 mil pessoas.

“Essa questão do aditamento é muito importante. Quando você imputa a responsabilidade pela morte, você chega ao limite possível da criminalização da conduta de um Presidente da República. O Conselho Federal da Ordem aceitou os argumentos da comissão de que ele pode ter uma responsabilidade direta por omissão nas mortes de pelo menos 150 mil brasileiros. É uma coisa fortíssima”, afirma Kakay.

O iG entrou em contato com a Secretária de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM) e com a assessoria da PGR para comentar o pedido da OAB, mas não obteve retorno até o momento.

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“Precisamos tratar a Covid-19 com equilíbrio”, diz governador do Rio

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Cláudio Castro, governador em exercício do Rio de Janeiro
Luis Alvarenga / Governo do Estado do Rio de Janeiro

Cláudio Castro, governador em exercício do Rio de Janeiro

Cláudio Castro, governador em exercício do Rio de Janeiro , se manifestou nesta quarta-feira (21), sobre a medida da Justiça em suspender quatro decretos de medidas restritivas contra a proliferação do novo coronavírus da prefeitura local. As informações foram apuradas pelo Metrópoles. 

De acordo com o Castro , Judiciário e Executivo deviam trabalhar juntos, no âmbito municipal, estadual ou federal e priorizar medidas que não sejam prejudiciais para a população. 

“Eu vou continuar batendo na tecla que venho falando o tempo todo: nós precisamos tratar a Covid-19 com equilíbrio. Equilíbrio precisa ser a nossa palavra de ordem. Tanto governantes quanto o Judiciário, quando não baseados na técnica ou com uma visão politiqueira, tomam decisões erradas, e quem sofre é a população”, declarou.

Conforme fala o governador em exercício, duas vacinas são necessárias :“Essa que colocamos no braço, que é importante, mas também a vacina contra a fome, o desemprego e a miséria que estamos vendo”, ressaltou.

“Tanto aos municípios que fazem uma restrição extremamente dura, e que, às vezes, não tem necessidade, quanto as cidades que não fazem nada deixando a população à mercê de uma doença que está matando muito, esse desequilíbrio é o que nós temos que combater hoje. Nosso inimigo é o vírus”, contou o governador, durante entrevista à Rádio Tupi.

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Na terça-feira (20), a juíza Regina Lúcia Chuquer, 6ª Vara da Fazenda Pública, revogou quatro decretos da prefeitura do Rio que determina medias restritivas na cidade. Medidas que proibiam a permanência em via pública das 23h até as 5h, acesso às praias, funcionamento de bares e restaurantes até as 22h e atuação de casas de espetáculo e boates foram suspensas.

“Nem mesmo uma pandemia gravíssima como a vivenciada na atualidade autoriza o cerceamento da liberdade individual de cada cidadão carioca, ao argumento da possibilidade de transmissão acelerada da doença ou mesmo da falta de vagas em hospitais”, explicou em um trecho da decisão.

Os decretos 48.604, 48.644 e 48.706 foram retirados. De acordo com o Tribunal de Justiça, liminar foi divulgada no dia 16 de abril, porém, o mandado de intimação a prefeitura local ainda não foi enviado.

Ação foi sugerida pelo deputado estadual Anderson Moraes (PSL), que através de suas redes sociais, chamou de “ditadura”, os decretos editados pelo atual prefeito Eduardo Paes .

“Liberação das praias, comércio, toque de recolher, fim da força coercitiva da guarda municipal contra o cidadão e o fim da proibição da permanência em áreas públicas”, manifestou o deputado em uma rede social.

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