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Dossiê da bruma facial: o que é preciso saber sobre o produto

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A bruma tem vários benefícios para a pele
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A bruma tem vários benefícios para a pele

Para os amantes de maquiagem, seguir as tendências de produtos para ajudar a incrementar e melhorar a  make e a saúde da pele é sempre uma ótima opção. A bruma facial é um líquido que, quando borrifado no rosto, forma uma espécie de nevoeiro com uma camada que recobre o rosto. Daí o nome bruma!

Nas estações mais frias, a bruma é uma aliada eficaz para ajudar na hidratação do rosto. É importante não confundir a bruma com a água termal! Ao invés da água, a bruma tem em sua composição outros ingredientes que diferem os dois produtos. Para entender melhor o que ela faz e como beneficia a pele, esse dossiê da Ricca te explica tudo sobre as borrifadas da beleza. 

Para que serve a bruma?

Seus ativos especiais são capazes de revitalizar, hidratar e refrescar a pele, além de criar uma película protetora contra a poluição. 

Fora os benefícios imediatos, a bruma facial pode ser responsável por proteger a pele contra a luz azul, o que impacta diretamente seu aspecto a longo prazo. Isso porque, na presença dessa luz, emitida principalmente por aparelhos eletrônicos como celulares, tablets e computadores, a produção de radicais livres aumenta e a de colágeno diminui, favorecendo o envelhecimento precoce da derme.

Como aplicar? 

Não tem segredo! O produto pode ser aplicado diretamente sobre a pele. Basta agitar a embalagem, retirar a tampa e borrifar a bruma a uma distância de 30 cm, sempre com os olhos fechados. Ela pode ser usada em todo o rosto e não é necessário enxaguar após o uso. Espere secar! 

Além do sopro de frescor ao longo do dia, outra forma de usar a bruma a favor da beleza é aplicá-la antes ou depois da make para garantir um visual mais suave e hidratado.

Pode ser usada em qualquer tipo de pele? 

As borrifadas estão liberadas para todos os tipos de pele. Por ter um aspecto bem levinho, as brumas são perfeitas para hidratar peles com quadros de oleosidade excessiva, amenizar o efeito repuxado de peles secas e manter o equilíbrio de peles mistas, atendendo todas as necessidades.

Com que frequência usar?

Para a felicidade das amantes de pele fresquinha, as brumas podem ser aplicadas quantas vezes for necessário, intensificando seus benefícios, hidratando e protegendo a derme ao longo do dia.

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Fonte: IG Mulher

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FRAPs: conheça os chamados Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias nos cães

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FRAPs: conheça os chamados Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias nos cães
Reprodução: Alto Astral

FRAPs: conheça os chamados Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias nos cães

Sabe quando seu cachorro sai correndo pela casa como um foguete? Esses momentos de agitação têm um nome: Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias, ou, na sigla em inglês, FRAPs ( Frenetic Random Activity Periods ). Esses períodos nada mais são do que um acúmulo extremo de energia que ocorre nos cães, podendo ser comparados às descargas de adrenalina nos seres humanos.

Mas fique tranquilo. Segundo Frederico Fontanelli Vaz, docente e coordenador do curso de medicina veterinária da Faculdade Anhanguera ABC, o comportamento é totalmente normal. “É um comportamento natural dos animais”, ele ressalta. Além disso, essa descarga de energia não dura mais do que alguns minutos – em cães de grande porte, pode se prolongar por mais tempo do que em raças pequenas.

Vaz esclarece que o comportamento costuma ocorrer após episódios que desencadeiam algum tipo de estímulo no animal. O médico usa como exemplo o banho, uma refeição ou cochilo e até mesmo a volta de seu tutor ao lar depois de um intervalo longo de tempo. “Isso acontece porque são momentos em que eles estão prontos para gastar a energia reposta”, complementa o veterinário.

E para quem está se perguntando: sim, os bichanos também podem apresentar tal comportamento. Mas, de acordo com o médico veterinário, há algumas diferenças. Ele explica que os gatos são caçadores por natureza. “Por isso, instantes antes do animal apresentar um FRAPs, os tutores podem perceber que ele está em estado de alerta, parecendo que viu ou ouviu algo ameaçador ou curioso”. Mas, assim como nos cães, também é possível que o gato apresente o comportamento após as refeições ou após horas de sono.

Todavia, Vaz pontua que, apesar de natural, essa descarga de energia só é um bom sinal quando esporádica e diz que, se os períodos forem muito repetitivos, é preciso ficar atento. O profissional recomenda procurar por um médico veterinário “a qualquer sinal diferente do comportamento natural”.

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No caso dos cães, ele ainda comenta que os Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias podem ser confundidos com o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). “Neste caso, os cães podem perseguir a cauda, seguir sua própria sombra ou ‘morder o ar’, como se estivessem tentados a pegar um inseto”, ele pontua.

O médico veterinário também faz questão de lembrar um ponto importante: os tutores devem evitar correr atrás do animal. Isso porque a ação pode levar o pet a pensar que está sendo perseguido, fazendo-o correr ainda mais. “Imagine se isso ocorrer em um local aberto, é perigoso”, ele comenta. Portanto, na rua, para evitar acidentes, controle sempre seu cão e mantenha-o na guia ou coleira. “Em casa, o tutor deve evitar deixar objetos pelo chão para que o cão ou gato não se machuque”, finaliza Vaz.

Consultoria: Prof. Frederico Fontanelli Vaz, graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Lavras (2011) e doutor em Ciências pelo programa de Patologia Experimental e Comparada na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – USP. Atualmente, atua como docente e coordenador do curso de medicina veterinária na Faculdade Anhanguera ABC.

Fonte: IG Mulher

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Pílula do dia seguinte: respondemos 5 dúvidas sobre o método de emergência

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Pílula do dia seguinte: respondemos 5 dúvidas sobre o método de emergência
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Pílula do dia seguinte: respondemos 5 dúvidas sobre o método de emergência

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto de Saúde, em 2018, metade das mulheres em idade fértil (dos 15 aos 44 anos) já recorreram à pílula do dia seguinte. Apesar de um número muito expressivo, as dúvidas relacionadas à contracepção de emergência continuam sendo frequentes e o tabu sobre ela também.

Conversamos com a ginecologista e obstetra, Julia Barbi Melim Marques, para respondermos às 5 questões mais frequentes sobre tema. Confira!

Qual a composição da pílula do dia seguinte?

Ela é composta pelo hormônio levonorgestrel, derivado da progesterona, capazes de atrasar a ovulação, de modo que a fecundação não ocorra, segundo a médica.

Quando e como usá-la?

“A ingestão é recomendada em caso de relação sexual desprotegida, ou seja, sem nenhum método contraceptivo, no prazo de no máximo 3 dias. Porém, ela deve ser tomada tão logo seja possível, não devendo esperar o “dia seguinte”, pois quanto mais tempo se passar após a relação, maior a chance de falha. Não existe contraindicação.”, esclarece Marques.

A ginecologista explica também sobre os casos nos quais as mulheres que usam anticoncepcionais se esquecem de alguma(s) pílula(s). Assim, ela diz que, considerando o uso irregular, elas também poderão recorrer ao contraceptivo de emergência.

A pílula do dia seguinte pode falhar?

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Assim como um método regular, ela pode falhar, mesmo tomando-a corretamente. No entanto, o índice de falha aumenta conforme o tempo após a relação desprotegida for passando. Sendo assim, a especialista alerta para que a pílula seja tomada o mais rápido possível.

No caso da mulher engravidar mesmo com o método emergencial, ela assegura que o uso não acarretará nenhum dano ao feto, dado que o hormônio presente na composição também faz parte da gestação .

Quais são os efeitos colaterais?

“Entre os principais, podemos citar irregularidade menstrual , inchaço, dor nas mamas e cefaleia, além de outros menos comuns”, pontua a obstetra.

É preciso consultar um ginecologista antes de usá-la?

A médica adverte que não, porque essa procura atrasaria a tomada da pílula, que deve ser ingerida o mais rápido possível, após a relação sexual desprotegida.

No entanto, ela ressalta a importância de consultar o ginecologista para escolher um método contraceptivo regular, seguro e eficaz, visto que a pílula do dia seguinte só deve ser usada em momentos de emergência e não regularmente.

Consultoria: Dra. Julia Barbi Melim Marques , médica ginecologista e obstetra e membro da Doctoralia.

Fonte: IG Mulher

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