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Saúde

Dormir ao lado do cônjuge aumenta a qualidade do sono, aponta estudo

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Dormir acompanhado aumenta a qualidade do sono, aponta estudo
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Dormir acompanhado aumenta a qualidade do sono, aponta estudo


Um estudo da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, avaliou a relação entre a qualidade do sono e a companhia na cama. Para isso, mil adultos participaram da pesquisa e foi constatado que dormir ao lado do cônjuge proporciona uma qualidade de sono maior. 

Também foram avaliadas pessoas que dormiam com filhos, sozinhos ou com outros parentes e, nesses casos, os problemas com o sono eram maiores.

Neste dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro, os casais têm uma boa notícia: dormir ao lado do companheiro pode proporcionar uma noite de sono melhor.

Publicado na revista Sleep, o estudo da Universidade do Arizona faz parte do programa Atividade de Sono e Saúde, Dieta, Ambiente e Socialização (SHADES, na sigla em inglês) e avaliou o sono de 1.007 adultos em idade ativa no estado da Pensilvânia.

Resultados Para aqueles que dividiram a cama com um companheiro “na maioria das noites”, os relatos de insônia foram menores, além de terem menos fadiga e menor risco de apneia do sono, distúrbio que afeta a respiração. 

Passar a noite na companhia do cônjuge também proporcionou menores índices de depressão, ansiedade e estresse; associado a um maior apoio social, satisfação com a vida e relacionamentos.

Por outro lado, quem dormiu sozinho em suas camas teve maior risco de apneia, mais sonolência e “maior gravidade da insônia”. Dormir sem companhia também foi associado a maiores chances de depressão, menor suporte social e menos satisfação com a vida e relacionamentos.

Mas o compartilhamento de cama com outros parentes também foi avaliado. No caso de dormir com os filhos, além de mais insônia, os relatos são de menor controle sobre o sono e maior risco de apneia. Dormir com crianças, ainda, foi associado a mais estresse. O risco de apneia também foi maior para quem dormiu com outros familiares.

“Dormir com um parceiro/cônjuge está associado à melhor qualidade do sono e da saúde mental, em geral. Dormir com uma criança, por outro lado, associou-se a pior sono, em geral”, concluiu o estudo.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil tem 16,6 mil novos casos e 36 óbitos em 24 horas

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Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado neste domingo (26) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 16.679 novos casos de covid-19.

No total, o país contabiliza 32.078.638 registros da doença. Destes, 792.581 (2,5%) seguem em acompanhamento, ou seja, são casos ativos.

As secretarias estaduais de saúde registraram 36 mortes por covid-19 em 24 horas. No total, a pandemia resultou em 670,405 óbitos no país.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. – Ministério da Saúde

O número de recuperados é de 95,4% do total – 30,6 milhões de brasileiros são considerados curados.

O informativo mostra ainda que houve 161 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) nos últimos 3 dias. Há também 3.283 óbitos por SRAG em investigação, e que ainda necessitam de exames laboratoriais confirmatórios para serem relacionados à covid-19.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.607), Rio de Janeiro (74.053), Minas Gerais (62,015), Paraná (43.654) e Rio Grande do Sul (39.968).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.152), Tocantins (4.158) e Sergipe (6.356).

Vacinação

Até este sábado, foram aplicadas 449,9 milhões de doses, sendo 177,9 milhões referentes à 1ª dose e 160,7 milhões relativas à 2ª dose. Outras 93,1 milhões de doses dizem respeito à primeira dose de reforço, enquanto 8,9 milhões são da segunda dose de reforço. O painel registra, ainda, 4,1 milhões de doses adicionais. As vacinas de dose única – protocolo que já não é mais usado – foram 4,9 milhões.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo

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Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo
LuAnn Hunt/Pixabay

Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo

As vacinas contra a Covi-19 salvaram quase 20 milhões de vidas durante o primeiro ano de sua existência, segundo estimativas feitas por pesquisadores do Imperial College London. O estudo foi publicado na revista The Lancet Infectious Diseases. Os cientistas consideraram os imunizantes da Pfizer, AstraZeneca e Moderna.

O trabalho calculou os benefícios das vacinas e chegou à conclusão de que os imunizantes salvaram 19,8 milhões de vidas em 185 países nos primeiros 12 meses de uso. Os cientistas estimaram que 12,2 milhões de vidas foram salvas em países ricos e mais 7,5 milhões de vidas foram salvas em países cobertos pela iniciativa Covid-19 Vaccine Access (Covax), projetada para fornecer vacinas a nações mais pobres.

No entanto, os pesquisadores também descobriram que mais 600 mil mortes poderiam ter sido evitadas se a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de vacinar 40% da população em todos os países até o final de 2021 fosse cumprida.A maioria das mortes evitáveis ocorreu no continente africano. Atualmente, apenas 60% da população mundial recebeu as duas doses primárias de uma vacina contra a Covid.

Das vidas salvas, os especialistas estimam que 15,5 milhões delas foram resultado dos imunizantes que protegem contra sintomas graves de Covid. Estima-se que outras 4,3 milhões de mortes foram evitadas indiretamente pelas vacinas de Covid, ajudando a reduzir a transmissão e impedindo a sobrecarga dos sistemas de saúde.

No estudo, os pesquisadores afirmam que a aplicação das vacinas representou uma redução global de 63% no total de mortes (19,8 milhões de 31,4 milhões) durante o primeiro ano de vacinação contra a Covid-19.

O estudo analisou dados sobre taxas de vacinação, mortes por Covid e excesso de registros de óbitos. Especialistas da Universidade Johns Hopkins estimam que 6,3 milhões de pessoas morreram de Covid em todo o mundo. Enquanto isso, cerca de 11,6 bilhões de imunizantes foram entregues.

“A alta proteção em nível individual contra doenças graves e mortalidade devido à Covid-19, bem como o benefício em nível populacional proporcionado pela proteção leve contra a infecção pelo coronavírus (antes do surgimento da variante Ômicron), conferida pela vacinação, alterou fundamentalmente o curso da pandemia de Covid-19”, escreveram os pesquisadores no estudo.

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Fonte: IG SAÚDE

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