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Política Nacional

Doria lança campanha de turismo para atingir 350 milhões de pessoas no mundo

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IstoÉ

O governador de São Paulo, João Doria, lançou nesta sexta-feira 15 a mais audaciosa campanha internacional de turismo já feita pelo País, com o objetivo de atrair mais visitantes para o estado. O projeto é integrado por um comercial feito pelo governo de São Paulo que estará no ar em todos os canais da CNN no mundo, podendo atingir 350 milhões de telespectadores. Doria destaca que o mais importante é que “toda a campanha foi financiada pelo setor privado, o que prova a credibilidade do governo de São Paulo junto à iniciativa privada. É uma das ações mais eficientes para dinamizar o turismo em São Paulo”, diz o governador.

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Governo do Estado de São Paulo

João Doria (PSDB), governador de São Paulo


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A nova campanha, que está prestes a entrar no ar, foi custeada pelas companhias aéreas brasileiras. Ao custo de R$ 4 milhões, a campanha foi negociada entre o governo paulista e o setor privado, após a diminuição de impostos nos combustíveis da aviação. A campanha tem o título de “SP for Everyone” e irá ao ar, basicamente, pelos canais da CNN em rede mundial, com abrangência em 180 países. Ela começa a ser divulgada no próximo dia 16 e coloca São Paulo em um patamar acima da atração do turismo para o país.

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Assista ao vídeo da campanha

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Ricardo Salles diz que “COP-25 não deu em nada”

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O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, lamentou hoje (15) a falta de acordo em torno da regulamentação do mercado global de créditos de carbono durante a 25ª Conferência das Partes (COP25) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas. Em seu Twitter, o ministro afirmou que a “COP-25 não deu em nada” e prevaleceu o “protecionismo” de alguns países.

“Prevaleceu infelizmente uma visão protecionista de fechamento do mercado e o Brasil e outros países que poderiam fornecer créditos de carbono em razão das suas florestas e boas práticas ambientais saíram perdendo. Ainda assim, o Brasil segue firme no seu trabalho de atrair recursos para o Brasil e para os brasileiros”, disse.

A ausência de acordo em torno de uma proposta de regulamentação foi um dos principais gargalos da conferência.

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Na tentativa de se chegar a um acordo em torno do texto, a conferência, prevista para terminar na sexta-feira (13), acabou se estendendo pelo final de semana. A discussão envolvendo os créditos de carbono foram adiadas para o próximo ano.

As discussões giraram em torno da criação de regras para o comércio de créditos correspondentes ao corte de emissões de gases do efeito estufa. O Brasil pleiteava usar esse mercado para receber recursos, especialmente de países que mais geram emissão de gases estufa.
Na sexta-feira (13), o secretário Geral da ONU, António Guterres, divulgou um vídeo pedindo mais ambição aos representantes dos Estados-membros nas metas de redução de emissão de gases poluentes.

Aprovado em 2015, o Acordo de Paris estipula uma série de medidas para os países reduzirem gases do efeito estufa a partir de 2020. O objetivo é conter o aquecimento global abaixo de 2 ºC, preferencialmente em 1,5 ºC até 2030. Ao assinar o acordo, o Brasil se comprometeu a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 43% até 2030 sem necessidade de ajuda externa.

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Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Política
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Política Nacional

Eduardo Tuma é reeleito presidente da Câmara Municipal de São Paulo

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O atual presidente da Câmara dos Vereadores de São Paulo, Eduardo Tuma (PSDB), foi reeleito hoje (15) para o cargo com um total de 48 votos e uma abstenção. Ele foi o único a apresentar candidatura e tomará posse do novo mandato em 1º de janeiro de 2020. Tuma está na presidência da Casa desde o início de 2019.

“A não indicação de outro candidato mostra que os trabalhos desta Casa estão sendo realizados com sinergia. Contem comigo novamente, para servir ainda mais aos paulistanos e à cidade”, disse o presidente.

Tuma tem 38 anos e está em seu segundo mandato como vereador de São Paulo. Foi eleito em 2012 pela primeira vez e, novamente, em 2016. Já ocupou a presidência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da dívida ativa, em 2017, e foi o 1º vice-presidente da mesa diretora, em 2017 e 2018. Também foi secretário-chefe da Casa Civil da prefeitura de São Paulo, em 2018, cargo que exerceu durante sete meses, na gestão do prefeito Bruno Covas.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Política
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