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Economia

Doria anuncia repasse de R$ 218 milhões a 80 municípios de São Paulo

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Doria em anúncio de novas medidas de enfrentamento ao novo coronavírus arrow-options
Governo de São Paulo / Divulgação

Doria em anúncio de novas medidas de enfrentamento ao novo coronavírus

Doria anunciou nesta quinta-feira (26) o repasse de R$ 218 milhões a 80 municípios do Estado de São Paulo para o combate ao coronavírus. A medida abrange todos os municípios com mais de 100 mil habitantes, com a exceção de São Paulo, que receberá verba específica que será anunciada nesta sexta-feira (27). Segundo o governador, os recursos serão utilizados em serviços de atendimento médico, sanitário e para a proteção da população em situação de vulnerabilidade.

“O governo do estado de São Paulo vai repassar a partir do dia 3 de abril R$ 218 milhões para municípios do estado de São Paulo, são 80 municípios que receberão R$ 218 milhões. A linha de corte é para municípios com mais de 100 mil habitantes para o combate ao coronavírus. O valor será utilizado para essas cidades com população acima de 100 mil habitantes, excetuando-se a capital de São Paulo”, afirmou Doria.

O objetivo é que os municípios vizinhos e com menor número de habitantes também se beneficiem do aporte financeiro. “Nós pegamos os municípios maiores de 100 mil habitantes, são os estruturantes dentro disso e daí a possibilidade de centros de referência de combate ao coronavírus, com testes, com consulta hospitalares, com consulta à população que vai atingir esses municípios sedes, mas também os municípios no entorno da região deles e nos municípios maiores a possibilidade dos hospitais de campanha”, disse Marco Vinholi, secretário de Desenvolvimento Regional.

Veja também: Vales refeição e alimentação devem ser mantidos a funcionários em home office 

Acordo com GasBrasiliano

Será suspenso o corte de gás por inadimplência dos consumidores do noroeste paulista até o dia 31 de maio. A medida é válida para residências, comércio, indústrias, hospitais e prontos socorros. Segundo Doria, 240 hospitais são atendidos com gás natural no estado de São Paulo.

O estado de São Paulo já havia firmado acordo com a Comgás para interromper o corte do fornecimento de gás natural para residências, pequenos comércios, hospitais e unidades de saúde. O acordo prevê também a isenção do consumo mínimo obrigatório previsto em contratos com consumidores industriais.

Leia mais: Em nova MP, governo reduzirá para dois meses suspensão do contrato de trabalho 

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Economia

Setor têxtil tenta se reinventar para enfrentar a pandemia de covid-19

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O setor têxtil também está sentindo os efeitos da crise do novo coronavírus. E para enfrentar o momento, há indústrias que decidiram alterar a linha de produção e fabricar itens necessários para o setor saúde e que se encontram em falta diante da crise mundial, entre os quais máscaras e aventais.

A consultora do Instituto Senai de Tecnologia Têxtil e de Confecção, do Senai Cetiqt, Michelle de Souza, acredita que a indústria têxtil pode se reinventar neste período, investindo em automação e tecnologias 4.0 para a confecção de produtos que reduzirão a parada do parque produtivo, além de reduzir os riscos de contaminações.

Para enfrentar este momento, o Senai Cetiqt fez uma pesquisa, entre os dias 24 e 30 de março passado, com 62 representantes da cadeia produtiva do setor de moda, têxtil e de confecção. A maior participação foi do setor de confecção do vestuário. Por regiões brasileiras, destaque para o Sudeste, Sul e Nordeste.

Michelle disse que a ideia da pesquisa foi saber como o mercado nacional estava lidando com a pandemia de coronavírus e que ações as empresas estão adotando. A sondagem mostra que mais de 70% das empresas consultadas pararam a produção; 41% acreditam que devem voltar a abrir as portas em 15 dias. Do total, 66% não trabalham com o mercado externo.

De acordo com a sondagem, a maioria das empresas (51,6%) sofreu os efeitos da pandemia no fechamento da produção. Para outras (24,2%), o maior impacto foi observado no fornecimento de produtos a clientes, enquanto 6,5% foram afetadas no abastecimento de materiais e insumos. Do total de entrevistados, 49,2% tiveram seus pedidos reduzidos; para 47,5%, as datas de entrega foram postergadas.

“Muitas empresas deram férias coletivas e algumas entraram no sistema de ‘home office’ (trabalho em casa) para os que exercem funções administrativas. Poucas adotaram o sistema de rodízio. Estão trabalhando com a capacidade reduzida e com menos pessoas na produção, para evitar contaminação”, disse à Agência Brasil, Michelle de Souza. Segundo ela, somente duas empresas adotaram medidas internas de prevenção contra o novo coronavírus e mantiveram a produção em funcionamento.

Surpresa

Cerca de 70% das empresas disseram que não estavam preparadas financeiramente para situações como a pandemia de coronavírus, e pensam em adiar ou negociar o pagamento a fornecedores, além de solicitar empréstimos, caso o cenário não voltem ao normal no prazo de um mês.

De acordo com a consultora do Instituto Senai de Tecnologia Têxtil e de Confecção, 20% das empresas do setor não souberam informar como será seu modelo produtivo depois da pandemia. As restantes apostam na valorização dos produtos nacionais e na compra em mercados locais, além da automação da produção e implementação de tecnologias 4.0 para conseguir trabalhar remotamente. “A ideia é ter tecnologia suficiente no parque produtivo, para que a direção não precise estar lá ‘full time’ (o tempo todo)”. O setor como um todo aponta que haverá mudança no comportamento do consumo, com aumento das compras ‘online’ (pela internet), e também na parte produtiva, com alterações no regime de trabalho e negócio.

O Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil (Senai Cetiqt) é integrado pela Faculdade Senai Cetiqt, Instituto Senai de Inovação e Instituto Senai de Tecnologia. Criado em 1949, ele constitui hoje um dos maiores centros de geração de conhecimento da cadeia produtiva têxtil, de confecção e da indústria química, mercado que no Brasil possui mais de 25 mil empresas e emprega cerca de 1,5 milhão de pessoas.

Edição: Mario Toledo

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Economia

Mega-Sena sorteia R$ 1,8 milhão neste sábado; saiba apostar sem sair de casa

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Foto: Reprodução/Internet

Mega-Sena sorteia neste sábado (4) um prêmio estimado em R$ 1,8 milhão

A Mega-Sena sorteia neste sábado (4) um prêmio de R$ 1,8 milhão. As seis dezenas do concurso 2.249 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo.

Leia também: Já imaginou ganhar a Mega-Sena? Veja como prêmios são pagos com segurança

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país, e também pela internet, sem sair de casa. O bilhete simples da Mega-Sena , com seis dezenas, custa R$ 4,50.

No concurso 2.248, realizado na última quarta-feira (1º), as dezenas sorteadas foram: 09 – 15 – 20 – 29 – 30 – 42 , e o vencedor do prêmio de R$ 4,9 milhões havia feito uma  aposta online .

Como apostar de casa

Para concorrer ao prêmio sem sair de casa, não é possível optar pela aposta mínima, de R$ 4,50. No  site da Caixa , o valor mínimo para apostar na Mega-Sena é de R$ 30, seja com uma única aposta ou mais de uma.

Uma aposta com 7 números, e não 6, que te dá mais chance de ganhar, custa R$ 31,50. Outra opção para atingir o preço mínimo é fazer sete apostas simples, que juntas têm o mesmo valor, R$ 31,50. Além disso, os bolões, disponíveis online, são uma boa opção.

Como funciona a Mega-Sena

O concurso é realizado pela Caixa Econômica Federal e pode pagar milhões ao sortudo que acertar as seis dezenas. Os sorteios ocorrem ao menos duas vezes por semana – normalmente, às quartas-feiras e aos sábados. O apostador também pode ganhar prêmios com valor mais baixo caso acerte quatro ou cinco números, as chamadas Quadra e Quina, respectivamente.

Na hora de jogar, o apostador pode escolher os números ou tentar a sorte com a Surpresinha – nesse modelo, o sistema escolhe automaticamente as dezenas que serão jogadas. Outra opção é manter a mesma aposta por dois, quatro ou até oito sorteios consecutivos, a chamada Teimosinha.

Premiação

Os prêmios iniciais costumam ser de aproximadamente R$ 3 milhões para quem acerta as seis dezenas. O valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor. Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de seis a 15 números do volante.

Leia também: Bolão vale a pena? Matemático dá dicas para ter mais chances na Mega-Sena

O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 43,35% da arrecadação. Deste valor:

  • 35% são distribuídos entre os acertadores dos seis números sorteados;
  • 19% entre os acertadores de cinco números (Quina);
  • 19% entre os acertadores de quatro números (Quadra);
  • 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos de final zero ou cinco; e
  • 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou cinco.

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