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Economia

Dólar fecha acima de R$ 5,50 pela primeira vez em um mês

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Num dia marcado por temores em relação à economia global, a moeda norte-americana superou a barreira de R$ 5,50 e fechou no maior nível em quase um mês. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (23) vendido a R$ 5,588, com alta de R$ 0,119 (+2,18%). A bolsa de valores fechou no menor nível em três meses.

Essa foi a quarta sessão seguida de alta do dólar, que fechou na máxima do dia. A cotação está no maior valor desde 26 de agosto, quando o dólar tinha encerrado em R$ 5,612. Apesar da disparada da moeda norte-americana, o Banco Central (BC) não interveio no mercado.

A quarta-feira foi marcada por ampla aversão a risco no mundo, depois de dados nos Estados Unidos e na Europa mostrarem desaceleração expressiva no crescimento da atividade empresarial. O desaquecimento ocorre num momento em que os casos de covid-19 voltam a subir em diversas economias avançadas, em meio à percepção de escassez de opções de ajuda por parte de bancos centrais.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela tensão. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), encerrou esta quarta-feira aos 95.735 pontos, com queda de 1,6%. O indicador está no menor nível desde 30 de junho.

A bolsa foi influenciada pelo mercado internacional. Em Wall Street, o índice S&P 500 recuou 2,37%, após dados mostrando que a atividade empresarial nos Estados Unidos desacelerou em setembro, afetada principalmente por serviços, enquanto continua o impasse no Congresso norte-americano para mais estímulos.

* Com informações da Reuters

Edição: Aline Leal

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Economia

Procura por vaga temporária? Pandemia deve cortar ofertas para o Natal; entenda

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Brasil Econômico

vendas natalinas
Rovena Rosa/Agência Brasil

Contratações temporárias para o fim de ano devem atingir menor nível em cinco anos em 2020

Tradicionalmente, o fim de ano costuma gerar milhares de empregos temporários no Brasil. Pensando em Black Friday e, mais especificamente, no Natal , os comerciantes têm o hábito de fazer contratações temporárias  – e, consequentemente, aquecer a economia. Em 2020, tais contratações devem ser impactadas e reduzidas por conta da crise .

Com o  desemprego em alta e milhões de demitidos por conta da pandemia, uma vaga neste fim de ano é a esperança de muita gente para tentar fechar o ano com as contas em dia. Porém, a expectativa não é boa. Com todo mundo “apertado”, devem ocorrer menos contratações temporárias do que o normal. De acordo com estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a oferta de vagas temporárias deve ser a menor desde 2015 no Brasil.

2019 x 2020

Ano passado, foram contratadas cerca de 88 mil pessoas para atender o aumento de vendas de fim de ano. Em 2020, esse número deve cair cerca de 20%, indo a 70,7 mil trabalhadores, prevê a CNC. O Natal , principal data do varejo, deve movimentar neste ano R$ 37,5 bilhões- apenas 2,2% a mais do que em 2019.

“Apesar de o comércio eletrônico ter crescido bastante, as vendas em shopping centers vêm registrando retração. E isso impacta diretamente no número de temporários contratados, em especial os vendedores”, explica José Roberto Tadros, presidente da CNC.

Com a pandemia, o perfil de consumo mudou. Muita gente passou a comprar online, cenário que não deve ter grande alteração até dezembro. A projeção é que as vendas pela internet aumentem em relação ao ano passado, mas também haja menos demanda pelas lojas físicas – e, consequentemente, menor necessidade de contratar profissionais temporários.

Corte nas vagas

As lojas de roupas e calçados, que historicamente criam a maioria dos empregos no fim de ano, deverão cortar quase metade das vagas sazonais. Se em 2019 foram criados 59,2 mil postos de trabalho, em 2020 deverão ser criadas apenas 30,7 mil vagas temporárias , projeta a CNC.

Além da oferta, também deve diminuir a taxa de efetivação, ou seja, o número de trabalhadores temporários que acabam ficando em definitivo nas empresas. Com o cenário de maior incerteza da economia, os empregadores tendem a diminuir as efetivações, embora a remuneração do emprego temporário em 2020 vá ser maior do que no ano passado, em média.

A CNC prevê que o salário médio dos contratados temporariamente suba 4,6% em relação a 2019, chegando a R$ 1.319. Os destaques devem estar nas lojas especializadas em produtos de informática e comunicação (R$ 1.618) e de artigos farmacêuticos, perfumaria e cosméticos (R$ 1.602). O problema é que os setores estão longe de representar um grande percentual das vagas temporárias. Apenas 7% dos postos de trabalho de fim de ano devem vir dessas áreas, que têm as maiores remunerações.

Confira os cargos que mais devem gerar vagas neste fim de ano:

  • Vendedores – 34,6 mil;
  • Operadores de caixa – 12,1 mil;
  • Atendentes – 8,2 mil;
  • Repositores de mercadorias – 6,9 mil; e
  • Embaladores de produtos – 2,9 mil.

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Economia

Mega-Sena acumula e pode pagar R$45 milhões no próximo sorteio

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Agência Brasil

Mega-Sena
O Dia

Ninguém acertou as dezenas do concurso 2312 na Mega-Sena.

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2312 da Mega-Sena. O prêmio acumulou e a estimativa para o próximo concurso é R$ 45 milhões.O sorteio foi realizado neste sábado (24), no Espaço Loterias Caixa, localizado no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

As dezenas sorteadas foram :

03 – 27 – 39 – 46 – 47 – 60.

A quina teve 43 apostas ganhadoras e cada uma delas vai receber R$ 71.554,38.

As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

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