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Doença da arranhadura do gato é comum e atinge humanos e cães

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É comum que gatos arranhem pessoas estranhas, e algumas vezes até seus donos. As unhas compridas do felino servem de defesa quando eles se sentem ameaçados e até em certas brincadeiras. Esse contato com gatos domésticos raramente transmite a doença da arranhadura do gato, o mesmo não acontece quando se trata de bichanos de rua e seus flihotes. 


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A doença da arranhadura do gato pode ser transmitida também por mordidas


A doença da arranhadura do gato é causada pela bactéria  Bartonella henselae
e é considerada uma zoonose. Não costuma causar problemas nos gatinhos infectados, mas em humanos pode gerar problemas de saúde. O contágio acontece pelo arranhão ou mordida do gato infectado. 

Como a maioria dos felinos é resgatada da rua, é comum que eles tenham a bactéria no organismo
, adquirida por brigas ou pulgas. No caso dos bichanos, o contágio acontece pelo contato com o sangue infectado. 

Para identificar o problema, o primeiro passo é observar o lugar do machucado. Os principais sintomas em humanos são:

  • Vermelhidão maior do que o comum no local da ferida;
  • Pus;
  • Demora na cicatrização;
  • Febre;
  • Gânglios linfáticos inchados;
  • Mal estar. 

Tratamento da doença da arranhadura do gato em humanos

A doença não costuma ser grave, antitérmicos e analgésicos são utilizados para amenizar o desconforto. Caso os sintomas persistam, alguns médicos recomendam o tratamento com antibióticos, mas a doença não tem fama de causar grandes problemas.

Pessoas com imunodeficiência podem ter complicações pelo sistema imunológico debilitado.

O tempo que a infecção fica no corpo é longo, podendo chegar a até 3 meses de gânglios inchados. 

Problemas que a doença pode causar em cachorros

Cães e gatos são conhecidos como inimigos naturais. Por mais que isso tenha mudado, eles ainda podem se envolver em brigas ou até brincadeiras que causem machucados. Como a saliva e sangue do gato estão contaminados com a bactéria causadora da infecção, os cachorros podem ser infectados, e neles a doença pode ser bem mais grave do que nos humanos. 

Apesar de rara nos cachorros, a doença da arranhadura do gato pode causar:

  • Febre;
  • Endocardite (inflamação do tecido do coração);
  • Linfadenite (infecção dos gânglios linfáticos);
  • Arritimia;
  • Rinite;
  • Sangramento Nasal. 

Para evitar que a  doença da arranhadura do gato
 cause problemas em humanos e cães é sempre bom levar o felino ao veterinário e ficar de olho em feridas que não saram, fadiga e comportamento anormal, além de evitar brincadeiras agressivas e tomar cuidado com infestações de pulgas, que também são o reservatório da bactéria. Todas as informações foram dadas pela veterinária do Hospital Cão Bernarco, Carolina Ferreira. 

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Assustada com fogos, cadela tenta cavar buraco e morre em Rondonópolis

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Apavorada com as queimas de fogos, a pit bull Zoe foi vítima fatal nesta virada de ano em MT

Um relato emocionante marcou o início deste sábado (1), quando uma clínica veterinária localizada no bairro Santa Cruz, em Rondonópolis-MT, denúnciou a morte de um animal, devido a queima de fogos realizado na virada do ano.

No texto postado em uma rede social, representantes da clínica mostram a pit bull Zoe, que durante os fogos de artifício, procurou cavar um buraco com a intenção de se esconder, porém encontrou um fio elétrico e acabou mordendo, o que levou a uma morte instantânea.

Segue texto portado.

“A imbecilidade mata! Fogos incomodam, aterrorizam e também matam! Zoe é a prova mais recente!”

Em outro trecho, a clínica explica o fato e pede consciência. “Em Rondonópolis, nessa noite da virada, amedrontada com o estampido dos fogos, instintivamente a pit bull Zoe buscou cavar um buraco para se proteger, um refúgio. No caminho, infelizmente encontrou um fio elétrico, o qual ela quis arrancar para continuar cavando o seu buraco de proteção, mordida essa que foi fatal.
Portanto, você que gosta de fogos com barulho só mudará de atitude, paradigma e conceito o dia que você descobrir que você não vive sozinho no mundo e que este não gira exclusivamente em torno de você. O dia que isso acontecer, você estará fazendo um bem imenso para idosos, acamados, crianças especiais e pets, inclusive para você. Pense nisso!”

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Gato testa positivo para COVID-19 em Hong Kong; é terceiro caso pet confirmado

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De acordo com o departamento de agricultura de Hong Kong, um gato testou positivo para o Covid-19 após sua dona ser diagnosticada com a doença. É o segundo gato a apresentar o vírus. Um caso foi registrado na Bélgica na semana passada

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Stockexpert/Divulgação

Gato é segundo a testar positivo para COVID-19 após caso confirmado na Bélgica

De acordo com o site South China Morning Post, o gato apresentou sinais da doença após sua dona, de apenas 25 anos, ficar em estado grave devido ao novo coronavírus. A presença do Sars-Cov-2 foi detectado por coletas de amostras da boca, do nariz e do reto do animal.

Além de ser o segundo caso confirmado de um gato, é o terceiro de um animal de estimação no mundo. Um cachorro também havia testado positivo para o vírus em Hong Kong. Profissionais da saúde afirmam que não há evidências de que os pets sejam transmissores do vírus.




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