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Economia

Disney exigirá vacina de funcionários assalariados e não sindicalizados dos EUA

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Disney exigirá vacina de funcionários assalariados e não sindicalizados dos EUA
Karol Albuquerque

Disney exigirá vacina de funcionários assalariados e não sindicalizados dos EUA

O Mickey não é negacionsita e para trabalhar com ele é preciso estar imunizado. A Disney é mais uma grande companhia a exigir que os funcionários, assalariados e não sindicalizados dos Estados Unidos, tomem vacina contra a Covid-19. A empresa também está conversando com os sindicatos que representam outros trabalhadores para realizar os acordos coletivos.

“Na The Walt Disney Company, a segurança e o bem-estar de nossos funcionários durante a pandemia foi e continua sendo uma prioridade. Para esse fim, e com base nas recomendações mais recentes de cientistas, funcionários de saúde e nossos próprios profissionais médicos de que a vacina contra a Covid -19 fornece a melhor proteção contra infecções graves, exigimos que todos os funcionários assalariados e não sindicalizados que trabalham nos EUA em qualquer um de nossos locais seja totalmente vacinado”, diz um comunicado da empresa.

A empresa do Mickey ainda acrescentou que aqueles funcionários que não foram vacinados, mas estão trabalhando no local, têm 60 dias para “completar seus protocolos”. No caso dos profissionais que estão trabalhando de casa, eles devem confirmar a vacinação antes do retorno.

“Também iniciamos conversas sobre esse tema com os sindicatos que representam nossos empregados por meio de acordos coletivos de trabalho. Além disso, todos os novos contratados deverão ser totalmente vacinados antes de começar a trabalhar. As vacinas são a melhor ferramenta que todos nós temos para ajudar a controlar esta pandemia global e proteger nossos funcionários”, destacou o comunicado.

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A exigência tem como base as centrais de operações em Orlando, na Flórida, onde fica o resort Walt Disney World. O condado Orange declarou estado de emergência local na quarta-feira (28)

A Disney se junta à Netflix, que anunciou a exigência de vacina para elenco e membros da equipe nas produções no início da semana. Em outros setores, Google, Twitter, Facebook e Uber também adoraram as medidas.

Via: Deadline

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Economia

Bolsonaro sinaliza nova prorrogação do auxílio emergencial: ‘País rico’

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Governo estuda prorrogação do auxílio emergencial até dezembro
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Governo estuda prorrogação do auxílio emergencial até dezembro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) indicou que poderá prorrogar o auxílio emergencial até a definição sobre o Auxílio Brasil, programa social que substituirá o Bolsa Família em 2022. Em discurso na Bahia, realizado nesta terça-feira (28), Bolsonaro disse que o Brasil é um país rico e pode “atender os mais necessitados por mais tempo”.

A sinalização de Bolsonaro vai de encontro aos estudos do Ministério da Economia, que prevê o pagamento do benefício emergencial até dezembro. Atualmente, os depósitos da nova rodada do auxílio emergencial devem se encerrar em outubro.

A manobra aumenta o tempo do Palácio do Planalto para negociar uma solução para precatórios e pressionar o Senado em votar a reforma do Imposto de Renda. O relator da proposta, Ângelo Coronel (PSD-BA), informou que a votação só deve acontecer em 2022.

Jair Bolsonaro e a equipe econômica acreditam que a aprovação da primeira fase da Reforma Tributária poderá aliviar os cofres da União e providenciar o reajuste do novo Bolsa Família. O Planalto pretende aumentar o número de beneficiários e reajustar as parcelas de R$ 190 para R$ 300.

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Economia

Presidente do BNDES diz que país tem desafio de combater desigualdade

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O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, disse hoje (28) que o país tem um enorme desafio pela frente: combater a desigualdade social agravada pela crise gerada pela pandemia de covid-19.

“Para as elites, para as classes mais desenvolvidas, a crise já passou. Para quem é mais desfavorecido, a crise vai ser muito longa. Ela está aumentando ainda mais o nosso desequilíbrio social. Por isso, a gente tem que agir com senso de urgência, implementando as reformas tributária, administrativa, andar com essa agenda de reforma estrutural no Brasil porque para quem está sem emprego a urgência não acabou”, disse o executivo.

Na avaliação de Montezano, o impacto social e econômico da pandemia de covid-19 no país é “muito intenso”, mas destacou que os setores público e privado se uniram para enfrentar as consequências geradas pelo novo coronavírus.

O presidente do BNDES ressaltou, entre as medidas anticíclicas, os programas de manutenção de emprego, os fundos de financiamento garantidores para pequenas e médias empresas e os diferimentos tributários. “Tudo isso fez com que o volume de crédito para a pequena e média empresa crescesse de fevereiro de 2020 até hoje em mais de R$ 200 bilhões”, disse.

Montezano acrescentou que o banco de fomento está diversificando e aumentando a gama de produtos e serviços para cumprir a sua missão.

“O banco continua com disponibilidade de capital e liquidez muito adequada para financiar infraestrutura e desenvolvimento do Brasil”, afirmou, ao participar da edição virtual do Painel Telebrasil 2021, promovido pela Conexis Brasil Digital, que reúne as empresas de telecomunicações.

Edição: Lílian Beraldo

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