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Dirigir alcoolizado aumenta mais de três vezes a chance de morte

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Agência Brasil

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Arquivo/Agência Brasil

O número de óbitos ocorreu em 10% dos 5.150 acidentes registrados em que há, pelo menos, um motorista suspeito de dirigir bêbado


O número de mortes causadas por acidentes de trânsito em que há suspeita de embriaguez chegou a 551 no estado de São Paulo, no período de janeiro de 2019 a julho de 2020. O número de óbitos ocorreu em 10% dos 5.150 acidentes registrados em que há, pelo menos, um motorista suspeito de dirigir bêbado.


A taxa geral de mortalidade em acidentes de trânsito no estado é de 3%, ou seja, dirigir sob efeito de álcool aumenta em mais de três vezes a chance de morte. Os dados, divulgados hoje (24), são do programa Respeito à Vida, da Secretaria de Governo do Estado de São Paulo.

O levantamento abrange os acidentes de trânsito registrados pela Polícia Militar com infrações aos artigos 306 e 307 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que referem-se a dirigir sob a influência de álcool e recusar-se a fazer o teste do bafômetro.

“A embriaguez no volante é um problema sério, que triplica os riscos e coloca muitas vidas em jogo . Ampliaremos nossos esforços no sentido de levar ainda mais informação e conscientização para a população. Só a mudança efetiva de comportamento pode mudar esse cenário”, afirma o diretor-presidente do Detran de São Paulo, Ernesto Mascellani Neto. 

O levantamento mostra ainda que, de janeiro de 2019 a julho de 2020, houve mais registros de mortes causadas por acidentes de trânsito nas vias municipais (275) do que nas rodovias (267). A maioria das vítimas fatais são os jovens de 18 a 24 anos (55%), seguidos pelo público entre 50 e 59 anos (19%).

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Nacional

Cidade do RS registra surto de vômito e diarreia

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Xangri-lá, no litoral norte do Rio Grande do Sul
Acervo Secretaria de Turismo e Meio Ambiente de Xangri-lá

Xangri-lá, no litoral norte do Rio Grande do Sul

Xangri-lá , município gaúcho de 16 mil habitantes passa por um surto de intoxicação alimentar . Desde o último sábado(17) até esta segunda(19), 94 pessoas procuraram atendimento médico, a maioria delas são crianças.

Segundo Luis Antonio Ferreira, secretário de Saúde da cidade, todos os pacientes relataram terem consumido picolé , comprado do mesmo vendedor, ainda não identificado, que passava de carro vermelho pelos bairros.

“A gente tem algumas suspeitas. É uma bactéria que está causando vômitos e diarreia. Pode ser provavelmente de alguma fábrica de picolés que andou circulando aqui na cidade no final de semana. Já conversamos também com as equipes da Corsan para averiguar se está tudo correto com a água, mas nada foi apontado. Em conversa com todos nossos pacientes que estão sendo atendidos com o mesmo sintoma, todos eles compraram picolé”, afirmou o secretário para o Zero Hora.

Nenhum dos contaminados teve de ser internado, o procedimento padrão para este caso é fazer o soro e ir para casa, mas segundo Antonio, muitas pessoas tiveram de retornar ao posto de saúde pela persistência dos sintomas.

Amostras do picolé serão enviadas para o Laboratório Central do RS(Lacen) para verificar a suspeita nesta terça (20).

O Secretário, que diz ter “99% de chance de que seja” a causa da contaminação, clamou para a população de Xangri-lá que não consuma ou compre o sorvete.

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Pantanal: chuvas na região ajudam a diminuir focos de incêndio

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pantanal
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Pantanal: chuvas na região ajudam a diminuir focos de incêndio

A volta das chuvas na região do Pantanal está ajudando a diminuir os focos de incêndio na região, que há meses sofria por conta dos recordes históricos de queimadas. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a chuva contribuiu para a redução de 48,5% nos focos de calor na última semana.

As queimadas no Pantanal de Mato Grosso devastaram 2.215.000 hectares até o último domingo (11), conforme dados do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) em parceria com o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (LASA/UFRJ).

Com a volta das chuvas na região, brigadistas e bombeiros ganharam um importante aliado na luta para que as chamas não voltem a castigar a região.

Segundo os bombeiros, as mudanças climáticas dos últimos dias favoreceram as ações de combate nas regiões pantaneiras, após um longo período de estiagem e baixo nível do Rio Paraguai.

A umidade do ar, que ficou vários dias abaixo dos 10%, agora passa dos 60%, considerada ideal.

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