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Direção hidráulica, eletro-hidráulica ou elétrica? Qual você prefere guiar?

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Assistência de direção é um dos itens obrigatórios hoje em dia para para se ter o mínimo de conforto ao dirigir
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Assistência de direção é um dos itens obrigatórios hoje em dia para para se ter o mínimo de conforto ao dirigir

Foi-se o tempo em que você precisava, antes de tirar a carta, ter braços fortes para poder realizar as balizas. Com a popularização da direção hidráulica, por exemplo, a mecânica , mais simplificada, foi perdendo espaço. E mais recentemente, há outros tipos de direção que vem atraindo ainda mais o interesse dos motoristas: a direção eletro-hidráulica ou ainda, a elétrica .

Os mais puristas, os denominados gearheads , ainda resistem certos tipos de “mimos” e preferem ter o “controle” da situação sobretudo nos carros com temperamento mais esportivo como o Alfa Romeo 4C , um dos poucos que ainda utilizam a direção mecânica .

No segmento dos mais populares, por exemplo, ainda temos algumas versões mais simples do Renault Kwid , Fiat Mobi e Volkswagen Saveiro. O fato é que a maioria, logicamente quer comodidade e a direção hidráulica, eletro-hidráulica ou direção elétrica já viraram algo indispensável em um veículo. Vamos a elas:

Direção hidráulica

Mesmo o sistema de direção hidráulica convencional é capaz de reduzir em até 80% o esforço do motorista ao volante
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Mesmo o sistema de direção hidráulica convencional é capaz de reduzir em até 80% o esforço do motorista ao volante

Esse sistema de direção é o mais antigo e popular, e funciona por meio de uma bomba impulsionada pela correia ligada ao motor bombeando o óleo para dentro da caixa de direção, deixando o volante mais leve, sobretudo nas manobras e balizas, onde é mais exigida.

Nesses casos, só para simplificar o entendimento, quando se gira o volante , o fluido sob pressão atua no mecanismo de direção, reduzindo a força a ser empregada. Conforme se esterça o volante, uma válvula é aberta ou fechada controlando o fluxo do lubrificante .

Como dito acima, todo o esforço do funcionamento vem do motor do veículo e, nessas circunstâncias, a direção hidráulica “tira” a potência (em torno de 3 a 4 cv) do mesmo, mas é algo insignificante para carros mais potentes.

Todo o conjunto é formado por uma bomba hidráulica, um reservatório de óleo e mangueiras de baixa e alta pressão incumbidas pela circulação do fluido. Esta concepção reduz o esforço do motorista em até 80% , conforme o modelo do veículo. A título de curiosidade, no Brasil, o primeiro a vir equipado com o acessório foi um Ford Galaxie de 1967.

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Direção elétrica

Nos modelos mais modernos, não existem correias ou bomba hidráulica, apenas sensores e motores elétricos
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Nos modelos mais modernos, não existem correias ou bomba hidráulica, apenas sensores e motores elétricos

Ainda pouco popular nos automóveis mais simples, este interessante recurso utiliza um motor elétrico acoplado à caixa de direção ou à coluna de direção e dispensa uso de óleo, bomba, correia e mangueira, acessórios usados na direção hidráulica.

No momento em que se dá a partida no veículo, o volante manda sinal para um módulo eletrônico que ativa o motor elétrico, auxiliando no movimento da direção e, dessa forma, diminuindo ainda mais o esforço do motorista . A vantagem é que ele atua no lugar da bomba e não depende do motor, sendo assim, não rouba a potência como no dispositivo da direção hidráulica.

Nesse segmento, podemos subdividir ainda o sistema de direção elétrica variável , que pode ficar mais firme ou mais leve de acordo com a velocidade.

Na estrada, por exemplo, onde se exige mais, ela tende a ficar mais “dura”, exigindo menos do motor elétrico favorecendo assim na segurança, e, em baixas velocidades, o sistema trabalha com mais pressão do propulsor elétrico deixando-a mais leve. O primeiro carro a usar a direção elétrica foi o compacto Suzuki Cervo no ano de 1988.

Direção eletro-hidráulica

O Chevrolet Opala Diplomata da última série foi i primeiro carro nacional a ter direção eletro-hidráulica, a Servotronic
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O Chevrolet Opala Diplomata da última série foi i primeiro carro nacional a ter direção eletro-hidráulica, a Servotronic

Este tipo de direção é muito confundido com a elétrica. Como o nome denuncia, o termo é uma união da direção elétrica e hidráulica. Seu funcionamento é semelhante ao da hidráulica.

Ou seja, na prática o volante, na hora de esterçá-lo, fica mais “macio” em razão do lubrificante agindo por meio da bomba elétrica . A diferença é que ao invés de usar o motor do carro, o sistema depende do um motor elétrico que faz funcionar a bomba hidráulica mandando óleo para a caixa de direção.

Assim como da elétrica, na eletro-hidráulica, ele evita a perda de potência do carro. Esta variação também depende de cuidados especiais como a checagem do nível e substituição de óleo e das correias se necessário. Não custa lembrar que o sistema também precisa de manutenção periódica que pode variar conforme a recomendação de cada fabricante. Na dúvida, consulte o manual do proprietário.

Fonte: IG CARROS

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Saiba como deixar o carro mais esperto nas arrancadas e retomadas

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Instalado no pedal do acelerador eletrônico dos carros mais modernos, o Sprint Booster V.3 reduz o atraso na resposta
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Instalado no pedal do acelerador eletrônico dos carros mais modernos, o Sprint Booster V.3 reduz o atraso na resposta

Imagine a situação: você vai fazer uma ultrapassagem e pisa no acelerador até o final e o carro não dá a resposta exigida; desliga o ar-condicionado e nada. Além de frustrante, essa cena corriqueira pode até causar um acidente. Com o Sprint Booster V.3 , isso é página virada.

Instalado no pedal do acelerador eletrônico dos carros mais modernos, ele reduz o atraso na resposta, melhorando a aceleração. A sensação é a de um carro com mais torque e potência.

Conta com três modos de aceleração, operados por um controle colado no painel: Original – desativado; Sport (com nove níveis de ajuste) – para melhora de até 30% na redução da resposta do acelerador e Race (com nove níveis de ajuste) – até 60%.

Há ainda mais duas funções: Valet , limita a aceleração em até três níveis (55%, 65% e 75%) mantendo mais seguro em situações em que ele não é guiado pelo dono e Bloqueio de Pedal , impede de alguém não autorizado a sair com o carro. Vale lembrar que jamais deve alterar os modos enquanto pressiona o acelerador e/ou dirige o veículo.

Dispositivo foi testado no Honda Fit 2010 e mostrou que houve melhora no desempenho, mas  tem preço sugerido de R$ 1.290
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Dispositivo foi testado no Honda Fit 2010 e mostrou que houve melhora no desempenho, mas tem preço sugerido de R$ 1.290

Convocamos dois Honda Fit 1.4 2010 (mecânico e automático), cujos donos reclamavam constantemente do desempenho, e instalamos o Sprint Booster. O dispositivo é conectado ao cabo do acelerador e do controle, tudo plug and play. Avaliamos os dois carros nos modos Sport (led verde) e Race (led vermelho) , ambos no nível 5 de ajuste.

Nas subidas e ultrapassagens (cidade e estrada), era notória a melhora. No Race , alteramos para o nível 9 e as cantadas de pneus nas saídas dos semáforos nem sempre eram evitáveis.  Com isso, é preciso cuidado e se readequar ao novo “comportamento do carro”.

No caso do Fit na versão com transmissão automática, notamos um aumento de 10% no consumo médio. De acordo com André Lago, dono da importadora FW Performance , “isso é normal. O cliente se empolga com o resultado e acaba tendo uma condução mais esportiva o que acaba influenciando no consumo”.

No modo Valet, optamos pelo nível 3 (75% do limite de aceleração) e cadastramos três dígitos para ativá-lo. Numa rua tranquila, pisamos fundo e eles não passaram de 60 Km/h. Para alterar ao Bloqueio do Pedal , o processo é parecido, digitando três números para ativá-lo. Feito isso, pisamos no acelerador e nada de resposta!

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Realmente o Sprint Booster tem lá as suas vantagens àqueles que almejam um carro mais direto com até 36 programas de aceleração – 18 manuais e 18 automáticos – e Bloqueio de Acelerador e Valet. O produto é vendido por  R$ 1.290.

MÓDULO ELETRÔNICO SPRINT BOOSTER V.3

Preço médio: R$ 1.290

Onde comprar: www.fwperformance.com.br

Fonte: IG CARROS

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Projeção mostra como deverá ficar o Jeep menor que o Renegade

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Jeep SUV menor que o Renegade deverá ser lançado na Àsia e na Europa no ano que vem
Projeção/ Kleber Silva

Jeep SUV menor que o Renegade deverá ser lançado na Àsia e na Europa no ano que vem

Os frutos da aliança entre FCA e PSA vão aparecendo aos poucos. Agora é a vez do SUV menor que o Jeep Renegade que será fabricado sobre a mesma arquitetura CMP usada pela Peugeot e Citroën, informa o site Automotive News Europe .

Ainda conforme a publicação, o carro será fabricado na Polônia e vendido em alguns mercados, como o asiático e o europeu. No Brasil, porém, a Stellantis deverá ficar apenas com o Fiat Pulse e com o novo Citroën C3 no segmento de SUVs mais em conta, abaixo do Renegade.

Já existia a ideia de ter um SUV menor que o Jeep Renegade , uma vez que as tendências de mercado estão mudando e os hatches compactos tradicionais estão sendo substituídos por pequenas utilitários esportivos, entre os quais o Hyundai Venue .

Como mostram as projeções do designer Kleber Silva , o novo Jeep menor que o Renegade deverá ficar com linhas que seguem mais o estilo do Compass e do Commander , que será o novo SUV de sete lugares que a marca vai lançar no Brasil no fim do ano. 

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Jeep SUV deverá ter lanternas estreitas, seguindo o estilo do Commander que será vendido no Brasil a partir do fim do ano
Projeção/ Kleber Silva

Jeep SUV deverá ter lanternas estreitas, seguindo o estilo do Commander que será vendido no Brasil a partir do fim do ano

Porém, no caso da FCA , havia o problema do custo de produção com uma base que suportasse tração integral e eletrificação. Com a fusão com a PSA, isso foi resolvido, já que poderão utilizar a plataforma CMP .

Assim, o novo Jeep abaixo do Renegade , ainda conforme o Automotiive News Europe, deverá ser híbrido , fazendo o eixo dianteiro funcionar com motor a combustão e o traseiro com outro elétrico, como foi feito com as versões híbridas de Renegade e Compass que serão trazidas ao Brasil no segundo semestre.

Ainda há poucas informações sobre o novo SUV da Jeep menor que o Renegade, mas sabe-se que o carro terá menos de 4 metros de comprimento, assim como outros modelos do novo segmento, como o Nissan Magnite e o Renault Kiger , dois modelos que logo deverão chegar ao Brasil.

Fonte: IG CARROS

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