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Dia da Mulher: Confira uma seleção de livros necessários e impactantes

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Alto Astral

Dia da Mulher: Confira uma seleção de livros necessários e impactantes
Reprodução: Alto Astral

Dia da Mulher: Confira uma seleção de livros necessários e impactantes

Os livros são um pilar fundamental da construção identitária do “eu”, além de agregar novos conhecimentos. Conheça novas leituras necessárias que vão te fazer pensar sobre a vivência da mulher na sociedade de hoje, por meio de vozes plurais e potentes.

Mulheres Incríveis

Mulheres Incríveis
Reprodução / Astral Cultural

Escrito por Kate Schatz, o livro apresenta 44 perfis de mulheres extraordinárias, em uma coleção de histórias que começa em 430 a.C e alcança os dias de hoje.

Da Mesopotâmia até a Antarctica, Mulheres Incríveis conta a história de vida de jovens e adultas transgressoras, que subverteram leis, lutaram por menos desigualdade entre gêneros e ajudaram a construir um futuro melhor para todos.

Pirata, espiã, presidenta, guerreira em ação, grande pintora ou na maior jogadora de futebol de sua época, são essas algumas das personalidades singulares que aparecem.

Maya Angelou – Poesia Completa

Maya Angelou - Poesia Completa
Reprodução / Astral Cultural

Através de sua ilustre carreira na Literatura, Maya Angelou presenteou, curou e inspirou o mundo com suas palavras.

Neste volume, todas as suas frases poéticas, todos os seus versos comoventes podem ser encontrados, de suas reflexões sobre a vida afro-americana à celebração revolucionária da condição da mulher negra.

Uma coleção completa e atemporal, que aquecerá os corações das mais ardentes admiradoras da Maya Angelou assim como introduzirá novos leitoras à poeta legendária, ativista e professora – uma mulher extraordinária para a atualidade.

Por Todas Nós

Por Todas Nós
Reprodução / Astral Cultural

Uma produção da influencer Ellora Haonne, que se despe de qualquer paradigma que você já leu antes e compartilha seus medos e suas experiências sobre ser mulher.

A obra surge como um ombro amigo e solidário, mostrando que não estamos sozinhas em nossos sofrimentos diários e precisamos questionar tudo aquilo que a sociedade impõe – sem julgamentos nem padrões preconcebidos.

Através de conselhos que nunca deram a ela e pronta para lutar por aquilo que acredita, a autora fala sobre a incompletude vivida pelas mulheres e dificuldade em aceitar-se em seus desejos, corpos e escolhas.

Vozes Femininas

Vozes Femininas
Reprodução / Astral Cultural

Você viu?

Escrito como forma de conhecer personalidades femininas e trazer inspiração e motivações para novas gerações de mulheres, a obra faz uma interessante abordagem ao entrevistar quarenta mulheres e lhes perguntar sobre suas histórias, ideias, experiências, traumas, aspirações, família, etc.

Ao dar-lhes espaço e voz, Zoë Sallis reúne várias daquelas que, por muitas vezes, foram silenciadas em uma sociedade machista e patriarcal, porém, não desistiram e marcaram seus nomes de alguma maneira. Algumas já são personalidades conhecidas na mídia, outras, não.

Instigando a leitora a refletir sobre o quanto o mundo e os recortes sociais são diferentes para cada uma, convida-a a pensar quais seriam suas respostas e o quão significativas elas seriam para as próximas gerações. Mais do que agir, é preciso ouvir para não perpetuar erros do passado.

Feminismo Pra Quem?

Feminismo Pra Quem?
Reprodução / Astral Cultural

Com um poderoso prefácio, escrito por Anielle Franco, diretora do Instituto Marielle Franco, que nos faz refletir sobre as diferentes lutas dentro de um único movimento. A autora, Daniela Brum, aborda diversos assunto e problemáticas do feminismo.

Passando por várias camadas e temas, como o “feminismo de telão” e o quanto a mídia está em prol de capitalizar pautas, levando-as ao esvaziamento, provoca a reflexão de até que ponto estamos dentro do movimento feminista e se realmente fazemos a diferença.

A autora dá enfoque sempre na importância do quanto o feminismo precisa atingir as mais diversas camadas, tornando-se realmente abrangente e para todas, sobretudo nos tempos de redes sociais. Mais do que reflexões, ela também retrata vivências e compartilha suas experiências como feminista, mãe e lutas que ainda precisamos vencer.

Eu Sei Por Que o Pássaro Cantou na Gaiola

Eu Sei Por Que o Pássaro Cantou na Gaiola
Reprodução / Astral Cultural

Nesta outra produção de Maya Angelou, a autora retrata por meio da ficção a vida Marguerite Ann Johnson, colocando em pauta suas próprias descobertas e lembranças dolorosas.

A protagonista, uma garota negra, criada no sul dos EUA por sua avó paterna, carrega consigo um enorme fardo. Seu único alívio vem pela literatura e por tudo aquilo que ela pôde lhe trazer: conforto através das palavras

Com uma escrita poética e poderosa, a obra toca, emociona e transforma profundamente o espírito e o pensamento de quem a lê, eternizando em sua densidade uma voz necessária e importante sobre racismo, abuso e libertação.

Sapatos Vermelhos São de Puta

Sapatos Vermelhos São de Puta
Reprodução / Astral Cultural

Com um título provocador e que pode soar até mesmo um tanto quanto perturbador para alguns, Jorgelina Albano faz um convite para aqueles que ousarem passar por suas páginas.

Assumindo e mostrando que é preciso questionar crenças arraigadas culturalmente e começar a pensar de maneira diferente, a obra incita aquela que a lê não apenas a desafiar o patriarcado para alcançar a equidade como também a refinar a visão para rever perspectivas.

E, a partir dessas ruínas, construir o novo, destacando, mais uma vez, que só se é possível transformar o mundo se algumas convicções absolutas forem quebradas de uma vez por todas.

Fonte: IG Mulher

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Dia do Indígena: as lutas das mulheres indígenas no Brasil

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Eunice Baía, Eliane Boroponepá e Jéssica Pankararé
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Eunice Baía, Eliane Boroponepá e Jéssica Pankararé

Desde que os portugueses chegaram ao Brasil, os povos indígenas foram obrigados a abandonar sua cultura. As  mulheres indígenas foram tomadas a força, arrancadas de suas famílias e estupradas. 521 anos depois, os povos indígenas representam 0,47% da população total brasileira, segundo dados do IBGE. As perdas culturais e a busca da ancestralidade, especialmente nos tempos atuais, afetam e estão presentes na vida dessas mulheres.

As  mulheres indígenas estão na base da pirâmide social. O Censo Escolar de 2015, do Ministério da Educação, mostrou que 53,5% das escolas indígenas tinham material didático específico para o grupo étnico. A educação para os povos indígenas é ainda mais escassa devido às suas necessidades, por isso lutar por esse direito e cobrar as autoridades responsáveis é importante para que as mulheres como Eliane Boroponepá, da etnia Umutina, primeira mulher indígena doutoranda pela UNB, conquistem sua formação acadêmica.

“É importante que exista uma educação indígena sobre saberes, cultura e linguagem dos distintos povos dentro e fora das escolas indígenas, pois é uma forma de desmistificar toda a história da sociedade dos povos indígenas”, explica Eliane.  

A doutora comenta que, após entrar na universidade, percebeu um aumento na presença das mulheres indígenas nestes espaços. “Antes, esses conhecimentos eram objeto de estudo pelo outro. Hoje somos protagonistas, podemos falar e escrever sobre nosso próprio povo e é uma forma também de fortalecer os saberes tradicionais no meio acadêmico”, diz. 

Elas são afetadas em todas as áreas, ocupam o contexto urbano e lidam com o preconceito e o racismo diariamente. Ser uma mulher indígena na cidade é ter sua identidade e ancestralidade constantemente desvalidada. Por mais que seja ultrapassado, o pensamento de que indígenas não podem ter uma profissão, celular ou sair da aldeia ainda permanece em muitas pessoas.  

Para Eunice Baía, coordenadora de figurino e a primeira atriz de “Tainá – Uma Aventura na Amazônia”, esse preconceito ainda resiste pelos não-indígenas que não quererem abrir a mente. “Muita gente já fez esse tipo de link: se eu moro na cidade, não sou indígena. Isso já está tão ultrapassado… as pessoas vivem no seu mundinho quadradinho, que só acredita que indígena é aquele do passado”. A artista também conta que, quando foi morar em São Paulo ainda criança, teve de lidar com os preconceitos dos alunos da escola que frequentava. “Elas não sabiam lidar com aquilo, então, tinha muita criança que vinha falar do meu cabelo, do meu tom de pele”, lembra.

Conservar a identidade e ancestralidade da mulher indígena dentro da cidade não é tarefa fácil, como diz Amanda Pankararu, especialista em Direitos Humanos. “A cidade não tem espaço para os indígenas e quem dirá para as mulheres indígenas. Por conta de todo o processo de invasão colonial, os nossos corpos foram marcados de uma forma muito sexualizada”, ressalta. 

Amanda conta que, para ela, o maior desafio é fazer com que as vozes das mulheres indígenas sejam escutadas, que suas realidades sejam respeitadas e compreendidas. “Seriam necessárias políticas públicas que acolhessem as nossas identidades e diversidade cultural com respeito. Entendendo e valorizando os saberes que nossos povos detém”. 

Condições sociais das indígenas

Para a especialista, as condições sociais atuais agravam a saúde e qualidade de vida da mulher indígena. Amanda conta que na cidade, elas são empurradas para lugares mais vulneráveis e precários. “Temos saberes ancestrais e possibilidades de dinâmicas de mundos sendo perdidas a cada mulher que tem a sua identidade destruída dentro desse contexto e dessa lógica de violência”, explica. 

Assim como Amanda, Jéssica Pankararé, assistente social, também ressalta que toda a população indígena sofre pelas condições sociais, mas que as mulheres são as primeiras a serem atingidas. “É uma mãe, uma filha, uma mãe que perde o filho, uma filha que perde um pai e, assim, a gente vai formando a nossa luta, nosso momento por meio desses sofrimentos”.

Além de todo o problema social, uma indígena consegue ter um atendimento de saúde de qualidade em espaços não-indígenas, como conta Jéssica. Ela afirma que alguns profissionais não estão preparados para lidar com paciente indígena. “É algo que marca bastante, que afeta muito”, conclui.

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A violência contra a mulher indígena

Um  relatório  publicado em 2010 pela Organização das Nações Unidas mostra que as mulheres indígenas do mundo têm mais chance de serem estupradas do que as outras. Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, mostraram que entre 2007 e 2017, 8.221 casos de violências contra as mulheres indígenas foram registrados. 

As agressões contra as mulheres indígenas não são fáceis de serem identificadas. Para contribuir no combate contra as agressões, falar sobre a violência contra a mulher indígena é de suma importância, como lembra Boroponepá. “Antes não falávamos de temas como a violência doméstica, mas hoje as mulheres têm falado, abrindo seus sentimentos em busca de políticas públicas que atendam essas especificidades”.

A política e a mulher indígena combinam e muito!

A cada dia, mulheres indígenas têm assumido lideranças e conquistado novos espaços de luta e de representatividade fora e dentro de suas aldeias. Elas estão em diferentes espaços sociais, sendo caciques, enfermeiras, professoras e até deputadas.

Ana Patté, representante da juventude indígena, integrante Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e assessora parlamentar, explica a importância das mulheres indígenas nas lutas de demarcação de terras. “Neste  governo racista existe um avanço cada vez maior na política anti-indigenista e o papel da mulher indígena na demarcação de terras é fundamental. Temos mulheres que estão em espaços de política fazendo a diferença. Aquelas que estão na base, cuidando da terra, plantando seu alimento ou cuidando de suas famílias também fazem uma grande diferença na luta. A terra tem todo um contexto histórico, político e de sobrevivência dos povos indígenas”, salienta. 

Desde a década de 1980, o movimento indígena tem se fortalecido. Atualmente elas colhem os frutos de anos e anos de luta. Um exemplo disso foi a eleição de Joenia Wapichana, a primeira deputada federal indígena, em 2018, representando Roraima. Nas eleições desse mesmo ano, Sônia Guajajara foi a primeira mulher indígena a concorrer à vice-presidência da República, sendo um marco histórico de luta para as mulheres indígenas.

“A Sônia nos representou. Ter mulheres indígenas em todos os lugares é muito importante para nós, principalmente em um cargo tão alto. Nos dá mais força de acreditar que tudo pode mudar, que o indígena vai ser inserido na sociedade, que não vamos mais ser considerados fracos, como coitados. É por isso que a gente está lutando! Indígena pode fazer o que quiser”, diz Eunice Baía. 

O futuro da mulher indígena

Eunice ressalta que o futuro da mulher indígena é estar cada vez mais visível diante da sociedade branca. “Cada vez mais nossa visibilidade tem crescido na luta e mostrado para o mundo todo que somos só mais um ser humano, igual a todos”, diz.

“Hoje nós não guerreamos mais com arco e flecha, mas com canetas e ocupando os espaços. Acredito que é dessa forma que devemos agir e permanecer recontando e resistindo e acredito muito que os movimentos de indígenas mulheres têm se ampliado e fortalecido”, acredita Amanda. Ela completa dizendo que os movimentos de mulheres só conseguirão ser efetivos e construir uma libertação quando contemplarem a realidade das indígenas também e que só assim terão a libertação de todas as mulheres.

Fonte: IG Mulher

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Horóscopo do dia: previsões para 19 de abril de 2021

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Mandala
Marcelo Dalla

O horóscopo do dia apresenta a previsão para o seu signo e ascendente


ÁRIES 

Flexibilidade, paciência, ponderação, tranquilidade e prudência são aprendizados importantes. O Sol ingressa em Touro para trazer uma energia mais branda, que favorece a continuidade dos projetos. A Lua segue em Câncer favorecendo iniciativas mais sensíveis. Além de tudo isso, Saturno fará aspectos desafiadores essa semana. Então não adianta ter pressa e querer atropelar as coisas. Vale manter-se aberto para assimilar novos conceitos, introduzir novidades de forma estratégica, sem deixar a responsabilidade de lado. 


TOURO 

Com Urano em seu signo, muitos taurinos já vêm se reinventando. Sol e Mercúrio chegam em seu signo também, aproveite para cultivar autoestima, dar um trato na aparência e investir em sua imagem, se é que já não tenha feito isso. Vale investir seu potencial para seduzir e atrair oportunidades. Mercúrio, Vênus e Urano somarão forças essa semana, você pode sentir vontade de promover libertações e experimentar coisas novas. Deixe de lado a resistência às mudanças. Mas é importante fazer tudo isso de forma consciente, sem imprudências.

GÊMEOS 

Os geminianos já começam a entrar numa fase de importantes finalizações, que vai até seu aniversário. Sol e Mercúrio ingressam em Touro, favorecendo a continuidade dos projetos. Mesmo assim, vale aprender coisas novas, fazer novas amizades, investir em novos conhecimentos ligados à economia, finanças, tecnologias, investimentos ou artes. O importante é estar aberto para aprender e mudar o que for possível. Mas os aspectos desafiadores de Saturno pedem paciência, pode haver atrasos. É importante cultivar gentileza e prudência.

CÂNCER 

O Sol ingressa em Touro é hora de desacelerar e priorizar a segurança, promover estabilidade com atitudes práticas. A Lua segue em seu signo, indicando mais sensibilidade. Procure priorizar seu equilíbrio emocional. Fique atento para não exagerar na impaciência, aproveite para programar atividades físicas, tomar iniciativas para encaminhar o que estava parado. Saturno se desalinha com Urano para ensinar sobre o respeito ao tempo das coisas. É importante cultivar disciplina, empenho, dedicação e perseverança. 

LEÃO 

É tempo de desacelerar o passo com o ingresso do Sol em Touro. Conforto, segurança, consistência e praticidade ganham destaque. Estabeleça prioridades para que o período seja produtivo. Você pode obter bons resultados, sem tanta pressa ou ansiedade. Procure deixar tudo fluir com mais tolerância e receptividade, sem muitas críticas e cobranças. Procure também demonstrar competência no trabalho. Com maturidade, invista na responsabilidade. Para refletir: Quais são os projetos que merecem seu comprometimento e determinação?  

VIRGEM 

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É tempo de novos aprendizados, ao mesmo tempo de atitudes mais  práticas e objetivas. Mercúrio ingressa em Touro e fará vários aspectos essa semana, inclusive um aspecto desafiador com Saturno. Não é um bom momento para se atolar de trabalho, nem pra fazer tudo com pressa. Pode haver mais responsabilidades, mas evite pegar pesado consigo mesmo ou com os outros. A chave é promover estratégias para seguir com mais liberdade, introduzir atividades mais prazerosas e que possam até mesmo render lucros no futuro.

LIBRA 

Bom período para fazer contatos, conhecer pessoas através das redes sociais, investir em novas tecnologias, divulgações ou marketing digital. Vênus e Urano vão se encontrar em Touro, mas também vão se desalinhar com Saturno. Procure agir com boas doses de sensibilidade para respeitar a liberdade, as suas limitações e as dos outros também. Vale distribuir os compromissos e organizar a agenda, é importante cuidar das finanças e das relações. Prefira desacelerar para entrar em contato consigo mesmo e com suas necessidades. 

ESCORPIÃO

A dica é cultivar gentileza, abertura e sensibilidade para promover o entendimento. Com o ingresso do Sol em Touro, signo oposto ao seu, importantes compreensões sobre sua forma de se relacionar estão em pauta. Aproveite para desacelerar, respirar fundo, abrir o coração, relevar, compreender e perdoar. Com mais consciência pode reconhecer suas próprias limitações e perdoar a si mesmo também.  Pode dar vontade de buscar novidades. Porém, paciência e responsabilidade também são lições importantes para a semana. 

SAGITÁRIO 

Atenção para a impulsividade, a prudência deve predominar. Procure cultivar habilidades diplomáticas, evite cobranças. O Sol ingressa em Touro para ensinar que devagar se vai ao longe. Você pode tornar seu cantinho um lugar mais confortável, agradável e acolhedor. Boas conversas podem ajudá-lo a se abrir para novas perspectivas, enxergar soluções que não lhe ocorriam antes. Para avançar, os projetos e parcerias necessitam de pesquisa e embasamento. Quanto mais diplomacia e simpatia, mais portas se abrem.

CAPRICÓRNIO

É importante estar antenado para novos aprendizados, novas tecnologias. Mas não adianta ter pressa. A prosperidade vem com a consciência e a responsabilidade social. Sol e Mercúrio ingressam em Touro: aproveite para promover gentileza, docilidade e afeto. Não é hora de investimentos arriscados. Cresce a necessidade de fortalecer suas estruturas básicas para que possa crescer. Além disso, a Lua segue em Câncer, é bom também priorizar a sensibilidade, o afeto, o contato com as pessoas mais queridas, a dedicação à família.

AQUÁRIO 

Clima movimentado com o encontro de Sol e Mercúrio em Touro. Para equilibrar, aproveite para buscar tudo o que possa promover paz e equilíbrio: terapias e práticas relaxantes, meditação, música e artes em geral. Procure relaxar mais, investir em seu bem-estar físico e emocional. Desta forma pode recuperar seu equilíbrio e conectar-se com sua intuição e ter novas ideias. Vale fazer novos contatos e fugir da rotina também, mas sem deixar de lado o comprometimento, a responsabilidade e o profissionalismo.

PEIXES 

Bom período para divulgar seu trabalho, produto ou serviço. A troca de informações, os diálogos e a expressão da sensibilidade ficam favorecidos. Mas é melhor evitar a pressa. Saturno faz aspectos tensos e avisa: quanto mais tranquilidade, melhor. Não é o momento para cobranças. Doses de prudência e paciência são muito bem vindas. Imprevistos e falhas podem ocorrer, é bom deixar de lado atitudes controladoras. Com flexibilidade, aproveite para desfazer confusões, tirar dúvidas, alinhar projetos. 

Fonte: IG Mulher

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