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Saúde

DF adia a obrigatoriedade do uso de máscaras em transporte público

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O governo do Distrito Federal decidiu nesta quarta-feira (29) adia a obrigatoriedade do uso de máscaras no transporte público do DF, que estava previsto para começar amanhã (30). Segundo nota da assessoria de imprensa do governo distrital, as empresas de ônibus e o Metrô estão sendo orientados para autorizar o embarque e a viagem de passageiros que não estejam usando o equipamento de proteção individual.

Segundo a nota, um dos motivos da suspensão foi a decisão do governo do Distrito Federal de adiar a abertura do comércio, que ocorreria no dia 3 de maio, para 11 de maio. Também estão sendo repassadas para as operadoras de transporte coletivo máscaras de proteção que serão distribuídas em estações do metrô e terminais rodoviários para pessoas que não têm condições de adquirir o produto.

 A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), em parceria com o governo do DF, fará uma campanha educativa sobre a importância do uso de máscaras durante a pandemia de covid-19.

A determinação da obrigatoriedade do uso de máscaras em todas as vias e espaços públicos, transportes públicos coletivos, estabelecimentos comerciais, industriais e espaços de prestação de serviço foi determinado por um decreto do governador, Ibaneis Rocha, publicado no dia 23.

A exigência é por tempo indeterminado, enquanto vigorar o estado de emergência no Distrito Federal, previsto no Decreto 40.475, de 28 de fevereiro de 2020. Quem for pego sem máscaras em espaços públicos poderá ser autuado e multado em valor a partir de R$ 2 mil e pode também sofrer sanções penais.

No mesmo decreto Ibaneis Rocha determina que comércios e outros estabelecimentos de atividades econômicas não deverão aceitar a presença de pessoas sem o acessório. Além disso, fabricantes de máscara para uso profissional devem priorizar na comercialização de sua produção os profissionais de saúde, fornecendo excedentes para outras categorias.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 6,53 milhões de casos e 175,9 mil mortes

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Os casos de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegaram a 6.533.968. Nas últimas 24 horas, foram registrados 46.884 novos diagnósticos positivos de covid-19. Ontem, o painel do ministério trazia 6.487.084 casos acumulados. Ainda conforme a atualização do órgão, há 613.635 pacientes em acompanhamento. Outras 5.744.369 pessoas já se recuperaram da doença.

O total de mortes provocadas pela pandemia somou 175.964. Entre ontem e hoje, as autoridades de saúde notificaram 694 novas mortes. Ontem, o sistema de estatísticas sobre a covid-19 do Ministério marcava 175.270 óbitos. Ainda há 2.184 falecimentos em investigação.

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada no início da noite desta sexta-feira (4). Os totais são resultado da consolidação de informações enviadas pelas secretarias estaduais de saúde.

Estados

A lista dos estados com mais mortes pela covid-19 é encabeçada por São Paulo (42.788), Rio de Janeiro (23.017), Minas Gerais (10.227), Ceará (9.683) e Pernambuco (9.119). As Unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Acre (731), Roraima (740), Amapá (823), Tocantins (1.175) e Rondônia (1.589).

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 04/12/2020Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 04/12/2020

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 04/12/2020 – 04/12/2020/Divulgação/Ministério da Saúde

Edição: Bruna Saniele

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Sinovac subornou autoridades para aprovar vacinas de 2002 a 2011, diz jornal

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A empresa também teria cometido irregularidades na aprovação de uma vacina de hepatite A
Foto: Reprodução/Facebook

A empresa também teria cometido irregularidades na aprovação de uma vacina de hepatite A

A empresa chinesa Sinovac, desenvolvedora da vacina para Covid-19 que será produzida no Brasil em parceria com o Instituto Butantan, ligado ao governo estadual de São Paulo, envolveu-se em casos de suborno ao governo chinês. A informação foi revelada nesta sexta-feira (4) em reportagem do jornal americano Washington Post.

Segundo a publicação, que teve acesso a registros de tribunais chineses, o fundador e CEO da empresa, Yin Weidong, admitiu ter repassado mais de US$ 83 mil em propina para um funcionário da agência reguladora chinesa, Yin Hongzhang, e também para sua esposa, entre 2002 e 2011. O caso foi julgado em 2016.

Não há menção na reportagem a problemas ocorridos depois dessa data. Hongzhang foi condenado e preso em 2017, mas, devido a um acordo com a justiça chinesa, Weidong permaneceu em liberdade e continua comandando a companhia. O jornal afirma que o executivo cooperou com promotores e argumentou que o pedido de suborno partiu da autoridade governamental.

O caso mais recente de corrupção mencionado na reportagem do Post envolveu o processo de aprovação da vacina da Sinovac para gripe H1N1. A empresa também teria cometido irregularidades na aprovação de uma vacina de hepatite A e numa outra vacina experimental para a SARS.

Em resposta ao jornal, a Sinovac reconheceu o ocorrido e afirmou ter conduzido auditorias internas e implementado um programa de combate à corrupção nos últimos anos.

O Post não fez qualquer menção a problemas ocorridos com a vacina de Covid-19 da empresa.

Fonte: IG SAÚDE

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