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Economia

Desaer é a nova fabricante de aviões brasileiros; conheça o principal modelo

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Desaer é a nova fabricante de aviões brasileira
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Desaer é a nova fabricante de aviões brasileira

Um grupo de ex-funcionários da Embraer , a mais famosa fabricante de aviões do Brasil, decidiu criar uma startup que promete entregar os primeiros modelos em 2025. A sede da empresa também fica em São José dos Campos (SP), já a fábrica fica em Araxá (MG).

Fundada em 2017, planeja deixar de ser uma startup em breve, e se tornar referência no setor aeronáutico. 

“Estamos desenvolvendo uma aeronave de última geração para a categoria dos aviões utilitários. Atualmente, todos os produtos disponíveis nesse segmento são projetos das décadas de 1980 e 1970, ou até mais antigos. É um ramo da aviação carente por novidades e produtos modernos”, disse Evandro Fileno, CEO e um dos sócios-fundadores da Desaer, em entrevista ao CNN Brasil Business.

O carro-chefe da empresa é o ATL-100, um bimotor turboélice para uso comercial e militar, com capacidade para 19 passageiros ou 2.500 kg de carga.

A sigla (ATL) é abreviação de “Aeronave de Transporte Leve”. Aviões desse modelo deixaram de ser produzidos pela Embraer em 1990, com isso, a Desaer ocupa um setor inexplorado desde então. 

Você viu?

Segundo o CEO, as aeronaves têm potencial para serem exploradas civil e militarmente no Brasil. 

“As Forças Armadas do Brasil demonstraram interesse no ATL-100. Também apresentamos o projeto para companhias aéreas, como a Azul”, revelou Fileno. “É um avião que pode ser interessante para a aviação regional, tanto no transporte de passageiros como de cargas.”

Conheça o ATL-100:

Capacidade para 19 passageiros ou 2.500 kg
Reprodução CNN

Capacidade para 19 passageiros ou 2.500 kg


Velocidade máxima da aeronave é 430 km/h
Reprodução CNN

Velocidade máxima da aeronave é 430 km/h



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Casa Verde e Amarela: juros menores e novo teto entram em vigor nesta quinta

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Novas regras do Casa Verde e Amarela passam a valer a partir desta quinta-feira (28)
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Novas regras do Casa Verde e Amarela passam a valer a partir desta quinta-feira (28)

Começam a valer nesta quinta-feira (28) as novas regras do programa Casa Verde e Amarela, substituto do Minha Casa, Minha Vida. As mudanças trazem juros mais baixos e um novo teto para os imóveis de habitação popular. Confira as mudanças:

Unificação das taxas de juros

Todas as famílias com renda de até R$ 2 mil por mês terão acesso à mesma taxa de juros.

  • Norte e Nordeste: 4,25% ao ano, para cotistas do FGTS, e 4,75% ao ano para quem não é cotista;
  • Sul, Sudeste e Centro-Oeste: 4,5% ao ano para cotistas do FGTS, e 5% ao ano para quem não é cotista.

Redução temporária das taxas de juros

Até o fim de 2022, famílias com renda mensal de R$ 4 mil a R$ 7 mil pagarão taxas de juros menores. A redução é de 0,5 ponto percentual.

  • Cotistas do FGTS por três anos ou mais: juros de 7,16% ao ano;
  • Para quem não é cotista do FGTS: juros caem de 8,16% para 7,66% ao ano.

Novo teto

Com as novas regras, o teto – isto é, o valor máximo de custo – dos imóveis também mudou. Agora, ele varia de acordo com a região e o número de habitantes do município.

Capitais classificadas pelo IBGE como metrópoles:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 240 mil para R$ 264 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 215 mil para R$ 236,5 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 190 mil para R$ 209 mil.

Demais capitais e municípios com população maior ou igual a 250 mil habitantes classificados pelo IBGE como capitais regionais e municípios a partir de 100 mil habitantes nas regiões metropolitanas de Campinas, Baixada Santista e Regiões Integradas de Desenvolvimento de capital:

Leia Também

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 230 mil para R$ 253 mil;
  • E S, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 190 mil para R$ 209 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 180 mil para R$ 198 mil.

Municípios a partir de 100 mil habitantes e municípios com menos de 100 mil habitantes das regiões metropolitanas de Campinas, Baixada Santista e Regiões Integradas de Desenvolvimento de capital e municípios com menos de 250 mil habitantes classificados pelo IBGE como capitais regionais:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 180 mil para R$ 198 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 170 mil para R$ 187 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 165 mil para R$ 181,5 mil.

Municípios com população maior que 50 mil habitantes e menor que 100 mil habitantes:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 145 mil para R$ 166,75 mil:
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 140 mil para R$ 161,1 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 135 mil para R$ 155,25 mil.

Municípios com população maior que 20 mil habitantes e menor que 50 mil habitantes:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ R$ 145 mil para R$ 159,5 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 140 mil para R$ 154 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 135 mil para R$ 148,5 mil.

Demais municípios:

  • DF, RJ e SP: permanece em R$ 145 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC: permanece em R$ 140 mil;
  • Outras regiões: permanece em R$ 135 mil.

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Unificação das taxas de juros

Todas as famílias com renda de até R$ 2 mil por mês terão acesso à mesma taxa de juros.

  • Norte e Nordeste: 4,25% ao ano, para cotistas do FGTS, e 4,75% ao ano para quem não é cotista;
  • Sul, Sudeste e Centro-Oeste: 4,5% ao ano para cotistas do FGTS, e 5% ao ano para quem não é cotista.

Redução temporária das taxas de juros

Até o fim de 2022, famílias com renda mensal de R$ 4 mil a R$ 7 mil pagarão taxas de juros menores. A redução é de 0,5 ponto percentual.

  • Cotistas do FGTS por três anos ou mais: juros de 7,16% ao ano;
  • Para quem não é cotista do FGTS: juros caem de 8,16% para 7,66% ao ano.

Novo teto

Com as novas regras, o teto – isto é, o valor máximo de custo – dos imóveis também mudou. Agora, ele varia de acordo com a região e o número de habitantes do município.

Capitais classificadas pelo IBGE como metrópoles:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 240 mil para R$ 264 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 215 mil para R$ 236,5 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 190 mil para R$ 209 mil.

Demais capitais e municípios com população maior ou igual a 250 mil habitantes classificados pelo IBGE como capitais regionais e municípios a partir de 100 mil habitantes nas regiões metropolitanas de Campinas, Baixada Santista e Regiões Integradas de Desenvolvimento de capital:

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  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 230 mil para R$ 253 mil;
  • E S, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 190 mil para R$ 209 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 180 mil para R$ 198 mil.

Municípios a partir de 100 mil habitantes e municípios com menos de 100 mil habitantes das regiões metropolitanas de Campinas, Baixada Santista e Regiões Integradas de Desenvolvimento de capital e municípios com menos de 250 mil habitantes classificados pelo IBGE como capitais regionais:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 180 mil para R$ 198 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 170 mil para R$ 187 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 165 mil para R$ 181,5 mil.

Municípios com população maior que 50 mil habitantes e menor que 100 mil habitantes:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 145 mil para R$ 166,75 mil:
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 140 mil para R$ 161,1 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 135 mil para R$ 155,25 mil.

Municípios com população maior que 20 mil habitantes e menor que 50 mil habitantes:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ R$ 145 mil para R$ 159,5 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 140 mil para R$ 154 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 135 mil para R$ 148,5 mil.

Demais municípios:

  • DF, RJ e SP: permanece em R$ 145 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC: permanece em R$ 140 mil;
  • Outras regiões: permanece em R$ 135 mil.

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