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Deputados vão discutir empréstimo com o governo, hoje (11)

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Foto: Ronaldo Mazza

O líder do governo do Estado na Assembleia Legislativa, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), confirmou que haverá, hoje (11), um almoço no Palácio Paiaguás, entre a base do governo e o governador Mauro Mendes (DEM). Entre os assuntos que serão discutidos, está o empréstimo de US$ 250 milhões junto ao Banco Mundial para quitar a dívida do Estado junto ao Bank of Amércia.

A Assembleia Legislativa, de acordo com Dal Bosco, estava preocupada com a situação do caixa do governo, que não conseguiu investir em novos empreendimentos e nem concluir as obras que estão paralisadas. Segundo o parlamentar, o estado não tem  dinheiro suficiente para investimentos e ainda pagar o 13º dos servidor público.

“O governo está pagando salário atrasados. Mas isso não significa que tem o dinheiro. Com o empréstimo, o governo deixa de pagar um financiamento. O governo vai ter um alívio no déficit orçamentário. Agora dá para o governo respirar um pouco. A dívida que seria paga em setembro não será mais preciso”, disse Dal Bosco.

Dal Bosco lembrou que o Congresso Nacional está discutindo a aprovação de emenda, de autoria do senador Wellington Fagundes (PL), que assegura a transferência de recursos para os estados do Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações (FEX) e do Fundo Social do Pré-Sal.

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“Isso pode dar um alívio financeiro no caixa do governo do estado e, com isso, zerar o déficit fiscal e pagar o que resta de dívidas nos últimos três exercícios financeiros”, afirmou o parlamentar.  

O deputado disse ainda que, durante o almoço, será discutido com Mauro Mendes o longo período de seca que o estado vem enfrentando nos últimos 120 dias. “Mato Grosso está vivendo um caos por causa das queimadas por falta de chuva. A seca prolongada tem provocado muitos acidentes em algumas estradas mato-grossenses. Isso preocupa a Assembleia e o Estado, porque somos uma região produtora de grãos”, afirmou o parlamentar.

Hoje, o estado é noticia no mundo todo em função dos mais de 15 mil focos de calor. “O estado depende do agronegócio e, por isso, o mundo está de olho em Mato Grosso. Mas não é nem o pecuarista e nem o agricultor o responsável pelas queimadas. A secretária de Estado de Meio Ambiente foi convocada para falar das queimadas”, explicou o parlamentar.

Questionado sobre a Comissão de Constituição e Justiça e Redação (CCJR) ter aprovado a Proposta de Emenda à Constituição que revogado o “teto de gastos”, de autoria do deputado Lúdio Cabral (PT), Dal Bosco disse que vai defender a derrubada da PEC em Plenário.

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“Vou defender para que a base do governo não a aprove. Não podemos pensar que o limite de gastos foi bom para Pedro Taques (PSDB) e muito menos para o atual governo, é bom para o Estado. A proposta foi aprovada porque o custo da máquina pública, nos últimos anos, cresceu 700%, enquanto a inflação foi de 340%”, disse o Dal Bosco.

Outra pauta que será discutida durante e após o almoço de hoje, é sobre as mensagens do governo que estão em tramitação na Assembleia Legislativa e ainda sobre as 21 Propostas de Emendas à Constituição (PEC). “Há preocupação da base governista de algumas PECs serem aprovadas e que podem prejudicar a gestão de governo. Isso também será debatido”, disse Dal Bosco.

   

Fonte: ALMT
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Deputada se justifica após defender depoimento secreto de doleiro na Assembleia: “CPI não pode ser um espetáculo”

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Janaina Riva foi um dos membros da CPI que assinou requerimento para que depoimento de doleiro fosse secreto

A deputada estadual Janaína Riva (MDB), depois do depoimento secreto do doleiro e delator da Operação Lava Jato, Lúcio Funaro, em Cuiabá, na Assembleia Legislativa, na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Renúncia Fiscal, cuidou de justificar a decisão que foi criticada pela imprensa e pela sociedade. Para Janaína, “CPI não pode ser um espetáculo”.

“Não é que a CPI não foi aberta para a imprensa e sociedade. Já cobrei para que o material seja colocado no facebook e no site da Casa. Tivemos CPI aqui que de espetáculo teve muito e de resultado prático, nenhum. A gente viu isso com a CPI das obras da Copa e outras, como a do Ministério Público que acabou não dando em nada. Quer dizer, expôs muita gente e não deu resultado nenhum para a sociedade”.

A vice-presidente da Assembleia Legislativa defende que quando o tema for renúncia e sonegação, tem de ser secreto. “Pode ser feito de portas fechadas e televisionada e transmitida pelas mídias sociais”, argumentou.

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O que não é possível permitir, conforme a parlamentar, é a encenação de alguns colegas deputados e a falta de presença quando o depoimento ocorre de portas fechadas. “Tem que parar com espetáculos, com discursinhos. Parar de expor os outros e fazer, de fato, uma CPI séria”.

O doleiro foi convidado pela CPI que investiga suspeita de sonegação de impostos e renúncia fiscal em Mato Grosso após relatar na CPI do BNDES, na Câmara dos Deputados, em Brasília, que o empresário Joesley Batista, dono da JBS, poupou o primo dele, o empresário Fernando Mendonça, na delação premiada firmada com a Procuradoria Geral da República.

Segundo Lúcio Funaro, Fernando Mendonça, além de primo de Joesley Batista, também seria operador dele em esquemas ilegais no estado, como sonegação de ICMS em troca de pagamento de propina a políticos de Mato Grosso.

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Emanuel Pinheiro reúne 13 partidos, destaca força política da aliança e admite vontade de ser candidato novamente

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Prefeito participou de ato político na manhã deste sábado com lideranças como os deputados Carlos Bezerra e Dr. João

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) participou na manhã deste sábado (21) no Hotel Fazenda Mato Grosso de um encontro que reuniu lideranças de 13 partidos que dão apoio à sua administração. Além do MDB, o evento, que reuniu cerca de mil pessoas contou com a participação de lideranças do Avante, PSDB, PSD, PSB, PTB, PSC, PV, PP, PMB, PL, PRTB e Republicanos.

“Pelo menos 13 partidos estão aqui reiterando lealdade ao grupo e à gestão. Esse evento mostra a força do MDB em Cuiabá, um partido popular, que está se aproximando das bases e fortalecendo chapa a vereador nas eleições do próximo ano. Não necessariamente com Emanuel Pinheiro candidato a reeleição, mas com uma gestão humanizada, popular, próximo das pessoas, implementada pela nossa gestão”, disse o prefeito.

Apesar do entusiasmo proporcionado pelo encontro, Emanuel Pinheiro evitou confirmar se será mesmo candidato outra vez. “Não sei se sou candidato a reeleição. Não é jogo de palavras, não é jogo de cena, eu não sou assim. Primeiro, é que minha esposa pede para não ser, ela não quer. Segundo, que eu não penso nisso, eu só penso, respiro e transpiro a gestão em Cuiabá, 24 horas por dia. Vou deixar 2020 para 2020. Tenho compromisso sagrado com a população até 31 de dezembro de 2020”.

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Embora ainda não tenha admitido publicamente que vá disputar a reeleição, Pinheiro reconheceu que ao ver um evento com a presença dos partidos que formam uma aliança a que ele chamou da “maior força política de Cuiabá”, sentiu vontade de ser candidato novamente.

“Dá vontade de ser candidato novamente, diante de uma manifestação como essa, em um momento em que os partidos se dividem cada vez mais, Cuiabá parece uma ilha isolada, porque aqui as forças se juntam, se unem, se  agregam, porque querem o melhor para a Capital. O forte aqui não é Emanuel Pinheiro, é o MDB e os 12 partidos que aqui falaram”, afirmou.

“Se continuarmos neste processo, propondo políticas publicas com amor por Cuiabá, cuidando da vida das pessoas, priorizando os mais carentes e menos favorecidos, temos tudo para ser a grande referência política na capital de Mato Grosso seja quem for o candidato. Este projeto não pertence a Emanuel e sim a Cuiabá e o Estado”, concluiu.

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