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Deputados se reúnem com representantes do Fórum Sindical

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Nesta quarta-feira (15), membros do Fórum Sindical foram recebidos por deputados estaduais. Os servidores querem que os parlamentares articulem uma reunião com o governador Mauro Mendes (DEM) para discutir uma ampla pauta de reivindicações das categorias de servidores públicos.

Os servidores foram recebidos pelos deputados João Batista (PROS), Dr. Claudinei (PSL) e Lúdio Cabral (PT) e pelo líder do governo na Casa, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM). Além da RGA (Revisão Geral Anual), também constam na pauta de reivindicações ao Executivo, temas como o cumprimento da implantação de Lei Complementar nº 607/2018 que prevê a redução de 50% da carga horária para pessoas responsáveis ou com filhos portadores de deficiência.

Os deputados presentes foram unânimes em defender que a reunião seja realizada para se evitar futuros movimentos grevistas que afetem toda a sociedade. Para o deputado João Batista, “o momento é de união e de se fazer uma conversação com o governo para que se possa evitar greves”. Segundo ele “tanto a presidente em exercício da Assembleia Legislativa, deputada Janaína Riva, como o líder do governo na Casa, Dilmar Dal Bosco já se manifestaram em tentar articular a reunião com Mendes”.  Já o deputado Dr. Claudinei sugeriu que  a reunião conjunta da ALMT, Fórum Sindical e governador Mauro Mendes tenha também a presença dos secretários, “para que os servidores possam colocar suas questões e que se possa evitar uma greve geral com prejuízos à sociedade”.

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“Estou feliz pela oportunidade de  hoje,  num dia nacional de luta em defesa do serviço público e contra a reforma da previdência, ter a oportunidade de estar numa mesa com o Parlamento e as entidades representativas dos servidores públicos, dialogando”, disse o deputado Lúdio Cabral (PT). “Nossa tarefa é defender a valorização do serviço público e serviços esses que são assegurados com o trabalho desses servidores”, complementou o parlamentar.  Para ele, “é imprescindível se manter uma agende de diálogo permanente para assegurar qualidade aos serviços públicos, atendimento à população e os direitos aos servidores públicos”.

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde do Estado (Sisma/MT), Oscarlino Alves, disse que procurou o Legislativo para poder abrir um diálogo.“Viemos buscar um posicionamento da Assembleia Legislativa e [fazer] uma cobrança institucional dos deputados ao governo, uma vez que o servidor público está muito penalizado, sacrificado”, disse. “Temos a Lei 10.572 que surgiu de um acordo coletivo das categorias junto com o executivo e capitaneado pelo legislativo e que garante nossa RGA, e estamos com a RGA de 2018 suspensa. O Tribunal de Contas está legislando acima do Executivo e do Legislativo.  Ou seja, é só o servidor do Executivo que está sendo penalizado.  Precisamos de data, de saber quando o governo atual vai começar a pagar nosso salário em dia e sem parcelamentos”, questionou Oscarlino. “Queremos um Estado perene. Vivemos aqui e tudo que acontece aqui nos afeta diretamente, como servidores”, emendou Edmundo Cesar do Sindicato dos Profissionais da Área Meio do estado (SINPAIG-MT).

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Fonte: ALMT
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Malouf admite ter administrado caixa 2 na campanha de Taques junto com ex-secretário

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De acordo com o empresário, ele recebeu R$ 260 mil de R$ 3 milhões investidos na campanha

O empresário Alan Malouf admitiu em depoimento prestado nesta segunda-feira (19) à delegada Ana Cristina Mendes na Sétima Vara Criminal de Cuiabá, que foi o responsável ao lado do ex-secretário Júlio Modesto por operar caixa 2 na campanha eleitoral de 2014 que elegeu Pedro Taques (PSDB) governador do estado. O depoimento faz parte da ação penal que apura irregularidades na Secretaria Estadual de Educação (Seduc) por meio de pagamento de propina por empresários em troca licitações para construção e reforma de escolas no valor de R$ 56 milhões.

Ele informou que o grupo seria composto por três núcleos: de agentes públicos, de operações e de empresários. Estes último, eram responsáveis por angariar o recurso, de forma ilegal, para a campanha de Taques. Modesto, segundo Malouf, era o responsável por recolher o dinheiro junto aos empresários para pagar as dívidas da campanha.

Malouf afirmou ainda que aceitou participara do esquema apenas pra tentar recuperar o dinheiro que havia investido na campanha do tucano. “Dos “R$ 10 milhões investidos na campanha, recebi somente R$ 260 mil, sendo R$ 3 milhões meus e o restante de mais 3 empresários”.

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Questionado se Taques sabia do esquema, o empresário garantiu que sim. “Pedro Taques sabia, inclusive da Seduc, é natural ele negar”.

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MP vê crime de coação de ex-secretário contra delegado e juiz envia inquérito para a Sétima Vara

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Flávio Stringueta chegou a registrar um boletim de ocorrência contra Rogers por ameaça de morte em 2017

O juiz João Bosco Soares da Silva, da Décima Vara Criminal, encaminhou para a Sétima Vara Criminal de Cuiabá um inquérito que investiga o delegado Rogers Jarbas por crime de coação no curso de processo por supostamente tentar atrapalhar as investigações sobre o esquema de grampo ilegais que ficou conhecido por “Grampolandia Pantaneira” quando ela atuava com secretário estadual de Segurança Pública.

Em março do ano passado, Jarbas foi acusado pelo delegado Flávio Stringueta de ameaça de morte no estacionamento de um supermercado em Cuiabá. Stringueta atuou na investigação do caso dos grampos.

“No tocante aos fatos ocorridos nas dependências do Supermercado Big Lar, constata-se a presença de indícios suficientes a caracterizar a prática do crime de coação ao curso do processo, cujo inquérito primitivo tramita perante o Superior Tribunal de Justiça em razão da avocação do feito que apura a denominada ‘Grampolândia Pantaneira’, onde um dos investigados é a pessoa de Rogers. Chega-se a esta conclusão (de que a tipificação adequada é de coação ao curso do processo) a partir das informações colhidas no curso da investigação, a revelar que a investida do ex-secretário Rogers em tentar conversar com o Flávio Stringueta teve como plano de fundo o fato deste último ter atuado diretamente no caso dos ‘grampos clandestinos’ (na modalidade barriga de aluguel), ocorridos no berço do Poder Executivo deste Estado”, diz trecho do parecer no Ministério Público Estadual (MPE).

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Roger Jarbas foi preso em setembro de 2017, durante a dedflagração da “Operação Esdras”, por suposta tentativa de atrapalhar as investigações sobre os grampos ilegais em Mato Grosso. Há indícios de que o ex-secretário, além de tentar atrapalhar a investigação, também cometeu abuso de autoridade, usurpação de função pública, denúncia caluniosa e prevaricação.

Além de Roger Jarbas, foram presos o coronel Airton Siqueira (secretário de Justiça e Direitos Humanos), coronel da PM Evandro Alexandre Lesco, Helen Christy Carvalho Dias Lesco (mulher de Lesco), Paulo Taques (ex-secretário chefe da Casa Civil), o sargento PM João Ricardo Soler e o empresário José Marilson.

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