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Política Nacional

Deputados decidem deixar o PSL após falas de Bolsonaro

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José Cruz/Agência Brasil – 26.9.19

Bolsonaro pede que estudantes indiquem livro de torturador para professora “esquerdista”

Um dia após críticas do presidente Jair Bolsonaro ao Partido Social Liberal (PSL), partido pelo qual ele foi eleito, pelo menos dois deputados decidiram deixar a legenda. A informação é da coluna do jornalista Guilherme Amado, da Época. 

Segundo Amado, o deputado Victorio Galli, que se uniu ao PSL com aproximação de Bolsonaro ao partido, afirmou que vai mudar de legenda e pretende ir ao Patriota até o fim do ano. O parlamentar é professor no Espírito Santo.

Leia também: Bolsonaro diz a apoiador que PSL está queimado e gera incômodo com Bivar

Além de Galli, a deputada Alê Silva, de Minas Gerais, também afirmou que estuda sair do partido e “em breve esquecer o PSL”. A deputada afirma que sofreu ameaça de morte por parte do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro.

Críticas de Bolsonaro ao PSL

Em mais uma das conversas com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, em Brasília, na tarde da terça-feira (8), o presidente Jair Bolsonaro falou a um homem que se anunciou como pré-candidato no Recife que esquecesse o PSL. Ele disse, ainda, que “o cara está queimado para caramba lá” se referindo a Luciano Bivar, investigado por esquema de candidaturas laranja de mulheres nas eleições 2018.

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Política Nacional

MPF pede análise de pedido de afastamento de Salles; ação está parada há 2 meses

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Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles
Carolina Antunes/PR

Ricardo Salles é acusado de trazer consequências trágicas para o meio ambiente

O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF) fez um pedido à Justiça Federal para que ela analise um pedido de afastamento do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles . A ação foi apresentada em julho deste ano, mas até esta quarta-feira (23) ainda não foi analisada pela 8ª Vara Federal no DF.

No pedido, a Procuradoria afirma que a manutenção de Salles no cargo traz danos às iniciativas de preservação do meio ambiente. “A permanência do requerido Ricardo Aquino Salles no cargo de Ministro do Meio Ambiente tem trazido, a cada dia, consequências trágicas à proteção ambiental, especialmente pelo alarmante aumento do desmatamento, sobretudo na floresta amazônica.”

A ação apresentada em julho pede o afastamento do ministro do cargo por suposta improbidade administrativa, considerando que o chefe da pasta promove uma “desestruturação dolosa das estruturas de proteção ao meio ambiente”.

O pedido foi apresentado à Justiça Federal em Brasília, mas acabou enviado à Seção Judiciária de Santa Catarina, porque já havia uma solicitação parecida tramitando no local.

Por determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), no entanto, a ação continuou na capital. Por isso, segundo o MPF, “não há obstáculos para que o pedido de afastamento seja decidido pela Justiça”.

“Caso não haja o cautelar afastamento do requerido do cargo de Ministro do Meio Ambiente, o aumento exponencial e alarmante do desmatamento da Amazônia, consequência direta do desmonte deliberado de políticas públicas voltadas à proteção do meio ambiente, pode levar a Floresta Amazônica a um ‘ponto de não retorno’, situação na qual a floresta não consegue mais se regenerar”, afirma o Ministério Público.

O órgão argumenta ainda que, enquanto não houve decisão sobre o pedido, “os dados do desmatamento seguiram em patamares elevados, em especial na Amazônia e no Pantanal, o que demonstra, para o MPF, que a proteção ambiental no Brasil segue sendo prejudicada pela política de desmonte promovida pelo titular do Ministério do Meio Ambiente”.

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Política Nacional

Paim defende projeto que cria 14° salário emergencial para aposentados

Publicado


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Em pronunciamento nesta quarta-feira (23), o senador Paulo Paim (PT-RS) voltou a pedir urgência na aprovação do PL 3.657/2020, projeto de lei de iniciativa popular que foi acatado por ele. Essa proposta permite a aposentados e pensionistas do INSS receber o 14º salário emergencial, em razão da pandemia de covid-19.

O senador disse que há cerca de 35 milhões de aposentados e pensionistas do INSS, e que em torno de 80% dessas pessoas recebem um salário mínimo mensal.

Ao defender a aprovação do texto, Paim afirmou que “a pandemia está fazendo um enorme estrago na economia e na vida das pessoas menos favorecidas”. A concessão do 14º salário, reiterou ele, “é uma questão humanitária”.

— O 14º salário, além de socorrer os aposentados, os que estão no grupo de risco, também irá servir como injeção de recursos na economia. Dentre os municípios brasileiros, 64% dependem da renda dos beneficiários do INSS. O 14º salário vai representar algo em torno de R$ 42 bilhões em dinheiro novo no comércio local, nos municípios, gerando emprego e renda, gerando imposto, melhorando a qualidade de vida, movimentando a economia local e fortalecendo a vida de todos. Teremos mais empregos para colaborar com a retomada do crescimento do país — argumentou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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