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Política MT

Deputado vai disputar Senado em chapa composta só por policiais militares

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Em um evento, que contou com a presença de centenas de pessoas, dirigentes do partido Democracia Cristã (DC) confirmaram na noite de quinta-feira (12), durante convenção em Cuiabá, a candidatura do deputado estadual Elizeu Nascimento ao cargo de senador, com o número 270, para a eleição suplementar que acontece no dia 26 de abril.

Na convenção também foi anunciado o nome do tenente-coronel PM, da reserva remunerada, Zilmar Dias da Silva (PSL) (conhecido como coronel Zilmar de Várzea Grande), na primeira-suplência. Zilmar possui trabalhos prestados, na segurança pública, à sociedade mato-grossense no interior e na capital de MT.

A segunda suplência ficou com a 3º sargento PM Lucélia Alves dos Santos (PSL), moradora da cidade de Sinop onde, além de atuar em serviços operacionais, nas ruas, também desenvolve trabalhos sociais em prol de mulheres vitimas de violência.

Durante o evento, realizado no Centro de Eventos do Holiday Inn Hotel localizado em Cuiabá, o parlamentar disse que quer ser uma alternativa para os eleitores cansados de votar em candidatos que já estão há muito tempo no poder e não fizeram nada para melhorar a vida dos mato-grossenses.

“Minha candidatura aconteceu a partir do clamor da população que anseia por mudanças e melhorias nas suas vidas. Eu não tinha a intenção de me candidatar, mas diante das inúmeras manifestações favoráveis ao meu nome, até mesmo pontuando entre os primeiros nas pesquisas de intenção de voto para a vaga de Senador, tive uma conversa com os meus familiares e com a minha equipe e resolvemos enfrentar essa batalha que não será nada fácil, mas se for da vontade de Deus e da população de Mato Grosso, seremos eleitos para fazer a diferença na vida do povo mato-grossense, principalmente na dos mais humildes”, prometeu Elizeu. 

Em seu primeiro discurso, já como candidato ao Senado, Elizeu Nascimento, que é sargento reformado da PM, visivelmente emocionado, relembrou sua trajetória, como agente de segurança pública, líder comunitário, na política e de todos os empecilhos e contratempo que enfrentou e sua vida. “Apesar de todas as pedradas e de todas as calunias que são levantadas contra minha pessoa e das tentativas de confundir a cabeça do eleitor mato-grossense nós iremos ser empossados para ajudar o presidente Jair Bolsonaro na construção de um Brasil e de um Mato Grosso melhor para todos”, discursou Nascimento.

O centro de eventos do hotel, que estava lotado de apoiadores e correligionários, oriundos, da capital e do interior do Estado, contou com a presença do deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) de diversas lideranças comunitárias, presidentes de bairros, presidentes e membros dos partidos DC e PSL de lideranças partidárias, de diversos municípios, entre eles Várzea Grande, Sinop, Rondonópolis, Pedra Preta, Chapada, Nova Mutum, Lucas de Rio Verde, Barão de Melgaço, Jangada, Primavera do Leste, Cáceres e até de Brasilia.

A eleição suplementar que irá definir quem ficará com a vaga da senadora cassada Selma Arruda (PODE) irá acontecer no dia 26 de abril.

 

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Política MT

Jaime vê polarização em 2022, nega 3ª via e diz que DEM pode caminhar com Bolsonaro

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O senador Jaime Campos (DEM), vice-presidente nacional do partido,  sobre as eleições de 2022 no cenário nacional, disse que não vê dificuldade de o partido marchar com o presidente Jair Bolsonaro, sem partido. “Eu não vejo nenhuma dificuldade do DEM caminhar com o Bolsonaro. Acho que é o melhor caminho, o ideal”, disse o senador.

Conforme Jaime Campos, a água com óleo não se misturam. “O democratas foi sempre contra o PT e como é que vai? Até porque no Brasil falam em terceira ou quarta via, mas na verdade está polarizado. Queira ou não queira, é Bolsonaro e Lula. Mas só no ano que vem vamos ter uma certeza e eu recomendaria que o DEM vá com Bolsonaro”, argumentou quando questionado.

Sobre a sucessão estadual, Jaime Campos disse que “não vejo porque Bolsonaro não apoiar Mauro e Mauro não apoiar Bolsonaro. Eu sei que o presidente tem muita simpatia pelo Medeiros. Todavia, o que se pode fazer é o Mauro, que é candidato a governador, fazer uma articulação. Se lhe interessar. Mas acima de tudo, o Bolsonaro tem que se preocupar com eleição dele para presidente. Muitas vezes, não pode abrir mão de um apoio, em hipótese alguma, de um governador em detrimento de uma candidatura que ainda vai ser lançada, de um candidato a governador”.

O senador mato-grossense entende que no Brasil “não tem mais ambiente para golpe e nem nada. Talvez o presidente precise fazer uma melhor colocação. Vivemos em um estado democrático de direito em que a liberdade de expressão está garantida e foi uma luta de muitos anos, mas conquistamos. Eu não acredito em retrocesso dentro do processo democrático”, completou.

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Jaime defende voto auditável e fim do fundo eleitoral: “tem que fazer campanha com seu dinheiro e sola do sapato”

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Senador sugeriu ao presidente Bolsonaro para vete fundo eleitoral

O senador Jaime Campos (DEM), em entrevista na rádio Vila Real nesta quinta-feira (29), disse que é favorável ao voto auditável nas próximas eleições e posicionou-se contrário ao fundo eleitoral da forma como foi aprovado. Jaime disse que sugeriu ao presidente para vetar a matéria.

“Voto auditável é um assunto que surgiu e merece uma ampla discussão, através da Câmara e do Senado. Feito isso aí, tudo que for transparente, ético e republicano, eu sou favorável. Não tenho dificuldade nenhuma de afiançar que sou favorável, isso é ter um recibo, é transparência. Mas há um debate, o próprio Tribunal Superior Eleitoral está defendendo a tese de que isso é desconsiderar todas as eleições que foram feitas e causa uma desconfiança infinita em relação ao cidadão que votou”, esclareceu, acrescentando que “da minha parte, não sou eu quem decide, mas sou favorável ao voto auditável. Eu não posso falar sobre a urna eletrônica, defendo a tese de que tudo que for para deixar mais transparente tem o apoio do senador Jaime Campos”, destacou.

“Defendi em audiência com o presidente para ele vetar o fundo eleitoral. Hoje é R$ 2.7 bilhões, com a LDO foi para R$ 5.7 bilhões. Temos que acabar com o fundo eleitoral, temos que acabar com essa abundância de partidos políticos, temos 37 partidos, e muitos são partidos familiares para fazer balcão de negócio”, disse.

Segundo o senador democrata, “é inadmissível que o cidadão brasileiro trabalha 138 dias por ano só para pagar imposto e depois para financiar caixa de campanhas políticas. Não! O cidadão tem que fazer campanha com seu dinheiro ou com a sua proposta, com a saliva, com a sola do sapato. Eu sou contra. Pode pegar minha declaração eleitoral da campanha de senador que eu fiz, não recebi um centavo de real de fundo partidário. Sou contra porque esse dinheiro é fruto do suor do brasileiro. Disse ao presidente que ele tem que vetar urgentemente porque nós temos que acabar com esse escândalo no Brasil. Tudo leva a crer que o fundo deverá ficar na casa de R$ 3 a 4 bilhões”.

 

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