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Deputado rebate Janaína e afirma que críticas à proposta de redução de VI mostram que ele está no “caminho certo”

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Ulysses Moraes defende corte de 50% da verba indenizatória dos deputados estaduais

O deputado estadual Ulisses Moraes (DC) afirmou em nota envida à imprensa nesta quinta-feira (16), que as críticas da presidente interina da Assembleia Legislativa (ALMT) ao seu projeto que propõe a redução pela metade da verba indenizatória que é repassada aos deputados, mostram que ele está no “caminho certo”. Para Ulisses, seu mandato está sendo pautado por cortar “privilégios e mordomias” oferecidos pelo Legislativo.

Esta manhã, durante evento na Associação Mato-grossense dos Municípios, Janaína classificou a proposta de autoria de Ulisses Moraes, que defende que a VI caia de R$ 65 mil para R$ 32,5 mil, como “demagogia”. O deputado afirma que a crítica da deputada mostra que ele está no “caminho certo”.

“Ser criticado por Janaina Riva significa que estou no caminho certo. Deste sobrenome, quero distância. Estou lutando e enfrentando privilégios e mordomias oferecidos pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso aos parlamentares e tenho muito orgulho disso”.

Na nota, o deputado ainda rebate Janaína afirmando que colega é quem faz demagogia, ao não abrir mão do benefício. “Janaina Riva fala que defende os servidores e o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA), mas como presidente interina da ALMT, não abre mão dos diversos benefícios que possui, deixando claro quem é que joga para a plateia”, disse.

Ulisses cobrou ainda, que Janaina se posicione como contrária à redução da VI em plenário, e deixe que o projeto seja votado. “Se a Janaina Riva é contra, que deixe o projeto ser votado em plenário. Os deputados que são contra o projeto, que mostrem a cara para a população, argumentem e não fiquem tentando desvirtuar a proposta, através da mídia. Venham para o plenário e se manifestem”, concluiu.

 

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1 comentário

1 comentário

  1. Teka Almeida

    17/05/2019 - 04:38 a 04:38

    Olha só, se a justificativa é o trabalho no interior e em todo o estado cada deputado já tem mais que o suficiente. Cada um já têm R$ 12 mil para combustível, um carro e passagens aéreas mais a VI para custear suas despesas. Então ainda é MUITO POUCO o corte de 50%, citei algumas despesas, vai que tem alguma a mais que não sabemos. O trabalhador para custear as suas despesas tira do seu salário e os sangue sugas tiram do povo.

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Nilson Leitão confirma apoio de Jaime, Júlio e Dal’Bosco para disputar o Senado; Wellington indicará 2º suplente

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Tucano revela que articulações vêm ocorrendo desde o início do ano. Candidatura ganha força com adesão de dois senadores

O ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB), candidato do partido ao Senado na eleição suplementar de novembro próximo, confirmou ao Portal O Documento que está construindo o apoio do Democrata e do Republicano para disputar a vaga da ex-senadora Selma Arruda, cassada pela prática de caixa 2 e abuso de poder econômico. Segundo Leitão, essa construção começou no início do ano.

“Essa construção iniciou lá atrás, em janeiro, o ex-senador Júlio Campos apareceu muito bem nas pesquisas, em fevereiro e março, e com isso, acabou fazendo uma composição, os senadores Jaime Campos e Wellington Fagundes, para apoiar o Júlio ao Senado”, disse o ex-deputado.

Segundo Nilson Leitão, “com efeito da pandemia, tudo isso acabou sendo suspenso e o Júlio Campos alegou que, exatamente por ser do grupo de risco, diante do momento vulnerável da saúde pública, com a pandemia, resolveu recuar da candidatura, mesmo estando pontuando muito bem nas pesquisas, aliás, era o líder e eu vinha logo em segundo”.

Conforme o ex-deputado, o primeiro suplente de Júlio Campos, o deputado estadual, Dilmar Dal´Bosco, “resolveu assumir a minha candidatura, até porque é de Sinop, ter construído sua carreira ao meu lado durante todo esse tempo na história. E o senador Wellington Fagundes, que já estava com o senador Jaime, veio para dentro desse projeto, ou seja, os dois senadores de Mato Grosso acabam abraçando essa causa de nos eleger senador com Júlio Campos na primeira suplência e a segunda será indicada pelo senador Wellington Fagundes”, disse.

“Esse é um projeto que está sendo construído. Na minha opinião está muito bem encaminhado e eu fico muito satisfeito com esse encaminhamento. Vamos agora apenas aguardar as convenções, construir até lá, discutir toda essa trajetória que vai ser percorrida até 15 de novembro nas eleições”, afirmou.

Para consolidar essa composição, conforme Nilson Leitão, o Democratas deve reunir o alto comando em breve. “Ainda falta o Democratas conversar com o partido totalmente. O senador Wellington Fagundes já está fazendo esse trabalho e nós vamos construir essa candidatura em muitas mãos, além de outros grupos que estarão também juntos, construindo isso. Eu ainda tenho uma conversa com os meus suplentes que foram convocados em março, Júlio César de Barra do Garças, e o Wander, de Tangará da Serra. Daí faremos todo esse fechamento”, completou.

 

 

 

 

 

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Comissão especial debate dificuldades enfrentadas em aulas remotas

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

As dificuldades enfrentadas por professores, profissionais da educação e estudantes de todo o estado, com a realização de aulas remotas, foram o principal tema discutido nesta terça-feira (04) pela Comissão Especial que analisa a retomada das atividades escolares nas redes estadual e municipal de ensino.
 
Gelson Menegatti Filho, presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de Mato Grosso (Sinepe-MT), apresentou informações sobre a experiência da rede privada com as aulas on-line durante a pandemia da Covid-19. Segundo ele, 25 escolas já foram fechadas no estado – principalmente de educação infantil e berçários – e houve demissão de 8,6% dos profissionais da educação. Além disso, a taxa de inadimplência registrada é de 44% e de evasão escolar, de 39,2%.
 
Menegatti apontou ainda a baixa qualidade do sinal de internet em municípios do interior e a falta de capacitação dos profissionais da educação para utilizarem as ferramentas para transmissão das aulas remotas como outros problemas enfrentados.
 
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep-MT), Valdeir Pereira, classificou como “equivocada” a atitude da Seduc de retomar as aulas não presenciais e afirmou que a ação foi realizada em “condições precárias”. Maria Luiza Zanirato, dirigente do sindicato, disse que os profissionais da educação estão desamparados, atuando sob forte pressão e com sobrecarga de trabalho.

O presidente da Comissão Especial, deputado estadual Valdir Barranco (PT), informou ter recebido denúncias acerca do descumprimento da nota técnica nº 11/2020 do Ministério Público do Trabalho (MPT-MT), que trata da defesa da saúde e direitos de professores para trabalho por meio de plataformas virtuais e/ou em home office durante o período da pandemia da Covid-19.
 
“Vamos apresentar essa denúncia ao MPT e também ao MPE. Os professores estão sendo obrigados a adquirir equipamentos que não são baratos, pois não é qualquer máquina que roda a plataforma adotada pela Seduc. Além disso, nas escolas não têm equipamentos suficientes e a Seduc também está obrigando os profissionais a assinarem um termo autorizando o uso das imagens e gravações das aulas por tempo indeterminado”, relatou o parlamentar.

O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Júnior disse que o Ministério Público Estadual recebeu demandas com relação à retomada das aulas não presenciais na rede estadual de ensino e que qualquer situação de inconformidade será analisada. Destacou ainda a necessidade de encontrar um equilíbrio para que os estudantes não sejam totalmente excluídos das atividades escolares.

Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino do Estado de Mato Grosso (Sintrae-MT), Nara Teixeira de Souza também ressaltou o fato de professores terem que arcar com os custos de equipamentos para transmissão das aulas remotas. Apontou ainda o acúmulo de tarefas e a dificuldade para preparação das aulas na nova modalidade de ensino.

Por meio de abaixo-assinado que conta com mais de três mil assinaturas, a União Estadual dos Estudantes (UEE-MT) pede que a proposta de retorno às aulas da rede básica estadual seja discutida junto aos estudantes secundaristas e que seja apresentado planejamento estratégico para a inclusão digital de todos os estudantes.

Eduardo Ferreira da Silva, vice-presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime-MT), afirmou que cada município tem uma realidade e defendeu que eles elaborem seus próprios protocolos, respeitando as recomendações sanitárias. Apresentou ainda preocupação com relação a contratos que não poderão ser prorrogados por conta do período eleitoral.

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga, destacou a importância das discussões realizadas pela Comissão Especial e lamentou a “indiferença” com a qual, segundo ele, a Seduc a trata. Afirmou ainda que grande parte dos municípios do estado aguarda apresentação do relatório final da comissão para deliberar sobre o retorno às aulas.

O deputado Valdir Barranco afirmou que a “Assembleia Legislativa são se rebaixará diante disso”. “Teremos uma conversa séria com o presidente desta Casa para cobrar do governador e do secretário da Casa Civil explicações com relação a isso […] Queremos que o estado compreenda que somos parceiros. Juntos, temos menos chances de errar do que tomando as decisões aleatoriamente, sem ouvir ninguém e de forma monocrática”, anunciou.

A próxima reunião da Comissão Especial será realizada na quinta-feira (06), às 9h, e transmitida pela TV Assembleia, nos seguintes canais: TV aberta analógica (canal 30), TV aberta digital (canal 30.1), TV por assinatura Sky (canal 330.2) e Net (canal 10), TV a cabo (canal 16). Pela internet é possível assistir clicando em “TVAL ao vivo” na capa do site da Assembleia ou pelo Youtube, pesquisando por TV Assembleia MT.

 

 

Fonte: ALMT

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