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Deputado não garante se sairá do PSL para acompanhar Bolsonaro, mas diz que seguirá apoiando

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Silvio Fávero diz que buscará segurança jurídica para decidir sobre saída ao não da legenda

Ao contrário do deputado federal Nelson Barbudo (PSL), que pretende acompanhar o presidente Jair Bolsonaro em uma nova sigla partidária, a Aliança pelo Brasil, o deputado Silvio Fávero (PSL), vê que o momento exige cautela e que é preciso buscar segurança jurídica para decidir sobre essa questão.

“Nós vamos fazer uma reunião com todos os presidentes do partido no Estado e vamos levar a situação atual. Independente de partido, nós seguiremos em apoio ao Bolsonaro. Vamos conversar com todos, não podemos virar as costas. Só depois tomaremos uma decisão”, disse o parlamentar.

Conforme Sílvio Fávero, o PSL está estruturado atualmente em 102 municípios de Mato Grosso. “Temos cerca de 40 pré-candidatos a prefeito e mais de 150 pré-candidatos a vereador. Como fica tudo isso?. Temos que dar resguardo a esse pessoal que acreditou no PSL”, diz.

Fávero confirmou que qualquer decisão de mudança, conforme o presidente regional da agremiação no Estado, o deputado federal Nelson Barbudo, só será tomada depois que o novo partido estiver pronto para receber os seus integrantes.

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“Também não sabemos se vai haver tempo hábil para criar um novo partido. E tem outra situação, será que o presidente nacional não pode pedir a cadeira, que pertence ao partido?”, questionou. O deputado adiantou que presidente e senador estão imunes, podem deixar uma sigla e migrar para outra, “mas e o deputado?. Se eu sair, o Nelson Barbudo também, que segurança jurídica nós que temos. O momento é de aguardar e buscar as seguranças jurídicas”, opinou.

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Assembleia Social finaliza projeto de psicoterapia na Escola Estadual Fenelon Müller

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Psicóloga também orienta responsáveis por adolescentes

Foto: KAREN MALAGOLI / ALMT

Foto: KAREN MALAGOLI / ALMT Fachada da Escola Fenelon Muller, na Grande CPA, em Cuiabá

Foto: KAREN MALAGOLI / ALMT

A adolescência já não é considerada uma fase fácil. São muitas transformações, busca pelo autoconhecimento, descobertas. E, para alguns, motivo de frustrações, aflições, que demandam, inclusive, ajuda profissional.

Para atender a esse público, a Assembleia Social promoveu, na ocasião do Setembro Amarelo (campanha de prevenção do suicídio) o projeto “Desabafe. Quem cala só sente!”, na Escola Estadual Fenelon Müller. Além de passar uma tarde com os alunos naquele mês, com especialistas de diferentes áreas da saúde mental, dispôs uma psicóloga para atendimentos.

O atendimento em psicoterapia foi oferecido pela psicóloga parceira Wisliene da Silva Cortez, de outubro a dezembro, e acolheu 43 adolescentes por dois métodos: plantão psicológico e atendimento em grupo. Dentre os que passaram por sessões individuais, 23 precisaram de mais de um encontro.

Segundo a psicoterapeuta, os casos mais registrados foram de automutilação (como cortes nos braços), ideação suicida e conflitos familiares. Dos 43 atendidos, dois precisaram ser encaminhados para a rede de atendimento em saúde mental do SUS – as unidades do Caps, um para tratamento de drogas e outro por crises psicológicas.

“Eu senti melhora entre os adolescentes. Houve um sentimento de coisa nova na vida deles, nenhum havia sido atendido por psicóloga antes. Os próprios alunos identificavam aflição nos colegas e indicavam para terapia”, conta a terapeuta Wisliene.

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Isabely Cristine Andrade de Souza, de 14 anos, foi uma das atendidas pelo projeto da Assembleia Social. Ela narrou que tinha crises de choro e atribuiu que era por ver os colegas em aflição e não saber como auxiliá-los. “Tive uma fase sensível, eu ajudava os outros e não me ajudava. E me sentia culpada quando não conseguia”.

Chegou a pensar em se matar, mas não se permitiu nenhuma atitude, porque, em sua religião, “o satanás ganharia”. Para afastar o pensamento, pensava nas pessoas que amava.

A adolescente teve três sessões de terapia com a psicóloga e considera que “saiu do fundo do poço”. “É difícil contar para alguém que está passando um momento ruim, mas ela foi me ajudando e hoje estou muito melhor”.

Outra adolescente, de mesma idade e também do 8º ano, Sulamitha Damares, chegou a cortar os próprios braços. “Eu me sentia sozinha, excluída, me sentia gorda, defeituosa, uma filha irresponsável, uma péssima aluna”, conta, narrando sua baixa autoestima.

Sulamitha foi vítima de bullying e passou a se considerar acima do peso (mesmo não sendo). Precisou, inclusive, ser atendida na UPA em função da automutilação. “Ela [a psicóloga] conversou comigo, me ajudou a me amar, a me respeitar e não sinto mais vontade de morrer. Hoje as pessoas podem até fazer bullying comigo, mas não sinto mais aquela angústia”, conta.

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Quando a psicóloga sentia necessidade, acionava os familiares para orientá-los em como proceder com os adolescentes. Marli* é tia de um dos alunos atendidos e tutora legal de um dos alunos, de 13 anos. “Ele sempre foi muito quieto, sempre num canto, se você não conversa com ele, não fala”, contou, creditando tais comportamentos a um abuso sexual do qual fora vítima na primeira infância. E, após conversar com a terapeuta, avalia que está mais preparada para lidar com o filho do coração.

A coordenadora pedagógica da escola, Maria de Lourdes de Figueiredo, enalteceu a parceria e destacou que foi visível a melhora no comportamento dos alunos. “Teve uma menina com muitas crises de choro e hoje eu a vejo alegre, feliz. Para nós [da escola], foi maravilhoso!”, comemora.

“Nós sabemos quão importante é saúde mental e respeitamos o trabalho dos profissionais dessa área. Ficamos muito felizes com o expressivo resultado do projeto aqui nesta escola, mesmo em pouco tempo, que estamos pensando em novos formatos para 2020. A ideia é seguir incentivando o autoconhecimento e a autoestima para todos os grupos, especialmente o de jovens, com tantos conflitos internos”, vislumbrou a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

* Sobrenome omitido para proteger o estudante.

Fonte: ALMT
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Dr. Eugênio recebe título de cidadão mato-grossense na ALMT

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Foto: Helder Faria

O deputado estadual Dr. Eugênio (PSB) foi uma das pessoas homenageadas com o título de cidadão mato-grossense na última sexta-feira (6), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A sessão solene foi requerida pelo deputado Dr. Gimenez (PV). “É uma gentileza do Dr. Gimenez prestar a homenagem para todos nesta noite. Estou muito feliz em poder contribuir com o desenvolvimento de Mato Grosso, agora também como deputado”, disse Dr. Eugênio durante a entrega da honraria.

O parlamentar nasceu em Córrego do Ouro, no estado de Minas Gerais. Com uma história de luta, se tornou médico anestesiologista. Antes, aos 9 anos, foi vendedor de picolés, trabalhou em fábrica de calçado e foi jornaleiro em uma banca de revista. Conhecido por todos, Dr. Eugênio desenvolveu um trabalho significante na área da saúde na região do Araguaia. Em 1997, chegou a Mato Grosso para ajudar a construir o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Araguaia (Cisma), atualmente conhecido por Hospital Regional de Água Boa, onde atuou como médico anestesiologista e responsável pelo centro cirúrgico até 1999. No mesmo ano, instituiu o hospital Pró-Sani, atuando como médico até 2002.

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Dr. Eugênio foi eleito vereador por Água Boa em 2012 e candidato a prefeito em 2016. Recentemente, foi diretor administrativo do Hospital do Vale. Em 2018, decidiu se candidatar ao Parlamento estadual, onde obteve 13.458 votos, se tornando o único deputado estadual eleito pela região do Araguaia.

“Olhar para trás e ver que deixamos algo de bom para a população do Araguaia é muito significativo, aqui, como deputado, tenho lutado para que a região seja vista com outros olhos perante o nosso estado”, explicou Dr. Eugênio.

Fonte: ALMT
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