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Política MT

Deputado João Batista irá recorrer à bancada de MT por derrubada de veto

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Foto: Marcos Lopes

Após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionar o projeto de lei complementar n° 173/2020, que irá fornecer auxilio aos estados durante a pandemia, publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28), o deputado estadual João Batista (PROS) teceu duras críticas pela postura adotada pelo presidente. A revolta do parlamentar dá-se pelo fato do veto realizado por Bolsonaro que afeta diretamente todos os servidores públicos.

Neste caso, o veto em questão barra o dispositivo que abriria a possibilidade de reajuste salarial a servidores públicos. As alterações agora retornam para uma nova análise dos parlamentares.

João Batista, que chegou ao parlamento estadual por conta da sua trajetória em defesa do funcionalismo público, em especial ao setor do Sistema Penitenciário, categoria a qual pertence, disse que irá mobilizar toda a bancada federal de Mato Grosso, buscando dispositivos que garantam a possibilidade de reajuste.

“Eu, enquanto representante classista, como parlamentar, defendendo os trabalhadores do serviço público, em especial da Policia Penal, que tem um dos menores salários do país. Sinto-me revoltado com a postura do presidente da república, em especial com os profissionais da área da Segurança. Vou buscar apoio junto aos nossos parlamentares em Brasília, para que assim, eles possam derrubar o veto quer prejudica tanto o setor”, disse João.

Nomeado de “Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus”, a União entregará, na forma de auxílio financeiro, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios, em quatro parcelas mensais e iguais, R$ 60 bilhões para serem aplicados em ações de enfrentamento à Covid-19 e na mitigação de seus efeitos financeiros. Desse valor, R$ 10 bilhões são exclusivamente para ações de saúde e assistência social. O projeto ainda suspende as dívidas de estados e municípios com a União, inclusive os débitos previdenciários parcelados pelas prefeituras que venceriam este ano.

Fonte: ALMT

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Claudinei destaca projetos de ressocialização do Centro de Detenção Provisória de Pontes e Lacerda

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Claudinei obteve informações sobre a atuação dos servidores e conheceu a unidade

Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

O deputado estadual e presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Delegado Claudinei (PSL), nesta quinta-feira (24), foi recebido pelo policial penal Marcelo Wagner de Oliveira, que é diretor do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pontes e Lacerda (MT). Na oportunidade, o parlamentar obteve importantes informações sobre a atuação dos servidores e conheceu a estrutura da unidade.

Um dos principais objetivos desta ação é conhecer a atuação das forças de segurança pública no município e identificar as principais necessidades de cada instituição para que a Comissão de Segurança Pública possa contribuir e intervir para as devidas soluções. 

A unidade hoje conta com 250 detentos, sendo que a capacidade é para 172. Os trabalhos propostos aos presos são de marcenaria, costura, horta e na área da educação. “Antes da pandemia (Covid-19), os presos faziam trabalhos externos com demandas para atender às instituições da segurança pública. Se você implanta a ressocialização, o trabalho melhora muito. O preso deixa de ficar com o tempo ocioso e de ficar pensando em besteira. Então, ele trabalhando e estudando, a convivência melhora muito”, comenta o policial penal. 

Alguns materiais produzidos na área de marcenaria são cadeiras, mesas, protetores para proteger bebedouros que ficam em áreas externas. Já na horta, os hortifrútis produzidos chegam a ser vendidos para algumas empresas, destinados para hospitais e lar de idosos.  

Marcelo conta que parte do recurso financeiro obtido pela horta garantiu a construção do canil dentro da unidade, que conta com uma cadela prenha que chegou há 60 dias. “Ela é oriunda da PCE (Penitenciária Central do Estado) de Cuiabá e, depois foi para Cáceres, e eu a peguei. A especialidade dela é para identificar pelo faro celular e drogas”, ressalta o diretor. 

Na sala de costura, os recuperandos se dedicam à produção de máscaras de proteção para a prefeitura municipal fazer a distribuição para a população. “Chegamos a fazer 7 mil máscaras. Eles fazem uniformes e lençóis para hospitais. O início começou apenas com um curso de costura. Depois, a prefeitura cedeu três máquinas. Logo, conseguimos uma parceria com a paróquia e, assim, garantimos as máquinas pela comunidade”, diz Marcelo.
  
Educação – A unidade possui uma área ampla com cadeiras e televisão para atender os detentos tanto na área da educação como também nas práticas religiosas. Em relação ao ensino, são promovidas aulas do primeiro e segundo seguimento pelo projeto Nova Chance. Neste período pandêmico, Wagner explica que os professores estão enviando apostilas, em que os recuperandos fazem as matérias dentro da cela e os policiais penais recolhem e entregam para os educadores fazerem as correções. 

Ele conta que são 80 presos beneficiados pelo projeto, sendo que são três turmas. Já 20 detentos pertencem ao curso de alfabetização que é promovido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) por meio de convênio. “O próprio preso que dá aula. A gente iniciou com um que era formado em Letras, que já saiu, agora tem um que é formado em Educação Física. Eles dão todo apoio material e tem um professor da UFMT que acompanha e coordena o curso. Vem até aqui ver se estão sendo aplicadas corretamente as matérias, sempre uma vez por mês”, esclarece o diretor.

Religião – No sistema prisional, há três alas evangélicas da Assembleia de Deus, explica Wagner, que acrescenta que o restante dos detentos são católicos e praticam a religião em dias diferentes. “Hoje, a cadeia inteira está participando dos cultos. No total, são participantes ativos 60 evangélicos”, pontua Oliveira. 

“Vimos os trabalhos dos recuperandos no CDP. Parabenizo o diretor Marcelo, que coloca os presos para produzir com hortas, trabalho de costura com produção de máscaras para serem distribuídas para a sociedade. Eles estão estudando, tem professores ensinando. Então, é um trabalho que funciona e serve de modelo para outros municípios e outros estados do país. É uma unidade prisional com muita disciplina”, reconhece Claudinei.

Efetivo  – O CPD conta com 37 policiais penais ativos que prestam serviço à instituição, sendo que alguns estão afastados temporariamente das atividades, um infectado pela Covid-19, dois de licença médica, entre outros que entram de folga ou férias. “Não tivemos casos confirmados da Covid-19, mas suspeitos. Fazemos todo o processo para evitar a disseminação dentro da unidade. Os presos que chegam na instituição ficam isolados por uns dias até serem conduzidos para ficarem juntos com outros presos”, explica Wagner, que considera que há necessidade de dobrar o efetivo dentro da unidade. 

“Mais um polo regional importante que estamos visitando da Região Integrada da Segurança Pública (Risp) do nosso estado de Mato Grosso, que fica na fronteira de Mato Grosso e Bolívia. Também, mais uma unidade prisional que precisa de efetivo. Vamos continuar na batalha para a nomeação dos aprovados em concursos públicos para fortalecer essas unidades que precisam aumentar o quadro de pessoal”, enfatiza o parlamentar. 

A unidade conta com profissionais de nível superior, sendo um nutricionista, médico e odontólogo, havendo a necessidade de contratação de enfermeiro, já que só contam com técnicos de enfermagem.

Risp – Mato Grosso conta com 15 polos regionais da Risp, sendo que o deputado Claudinei já visitou os pertencentes aos municípios de Barra do Garças, Primavera do Leste, Rondonópolis, Nova Mutum e Tangará da Serra.  Essa é a primeira vez que a Comissão de Segurança Pública da Casa de Leis segue a metodologia de ir até os polos fazer os devidos levantamentos.  

Fonte: ALMT

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Deputado João Batista destaca projetos no Dia do Servidor Penitenciário

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João Batista é policial penal de carreira e fundador do sindicato da categoria

Foto: BRUNO BARRETO

O Dia do Servidor Penitenciário, comemorado hoje, 25 de setembro, terá um “ar” especial para o deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros), líder da categoria dentro do Parlamento. Eleito para o seu primeiro mandato político, João Batista é policial penal de carreira e fundador do sindicato que representa a categoria. Em seu currículo, o parlamentar já coleciona um conjunto de leis sancionadas e uma vasta lista de proposições direcionadas aos servidores penitenciários.

Dentre as suas iniciativas, João Batista destacou a Lei n° 11.042/2019, que restringe o uso de áreas no entorno das unidades penitenciárias, assim como a retirada das tomadas elétricas das celas. Em vigor desde dezembro do ano passado, a lei em questão está sendo posta em prática já em algumas unidades, respaldando seus respectivos diretores para a readequação e retirada das tomadas das celas.

Outra ação destacada pelo parlamentar trata da cautela permanente de arma de fogo para os policiais penais, tendo passado por todos os trâmites e aprovações na Assembleia Legislativa, aguardando somente a chancela do governador. A tramitação do Projeto de Lei n° 226/2019 pode ser encontrada aqui.

“Eu venho do sistema penitenciário, por isso eu sei quais são as reais necessidades dos nossos servidores. Ações como a retirada das tomadas e a cautela permanente de arma aos nossos policiais penais inibem a iniciativa dos criminosos. Somos responsáveis por aumentar a sensação de segurança do cidadão mato-grossense”, disse o deputado.

João Batista também foi o autor, com coparticipação do Poder Executivo, da lei que obriga o reeducando a pagar pelo uso de tornozeleira eletrônica. A ação irá gerar uma economia para Mato Grosso de quase R$ 7 milhões ao ano.

“O meu Projeto de Lei n° 550/2019 (aqui), que passou a ser a Lei n° 10.935, de autoria do Poder Executivo, é um exemplo de que não estou aqui para brincadeira ou por pura vaidade. Em uma reunião com o governador, cedi a autoria da lei, recebendo a garantia de que o projeto em questão seria aprovado o mais breve possível. Hoje temos uma lei que gera uma economia de quase R$ 7 milhões, dinheiro que pode ser utilizado tanto no sistema penitenciário como em outras áreas”, explicou.

Fonte: ALMT

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